Suspeito de matar a ex-mulher e sequestrar filho é preso Top 10 – Assuntos proibidos no primeiro encontro
Mar 26

Morador da Zona Sul do Rio, o professor de matemática Alessandro da Silva, de 28 anos, com mestrado em informática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi preso em flagrante na última terça-feira (24) suspeito de receber até R$ 200 mil com golpes em seguradoras de planos de saúde no Brasil e no exterior.

Mais do que os valores, o que surpreendeu o delegado Antenor Martins, titular da 13ª DP (Ipanema), foi a inteligência de Alessandro para elaborar a fraude e sua compulsão por gastar o que recebia em joias, relógios e artigos de grife.

“Ele é um rapaz muito inteligente. Descobriu uma falha nos pagamentos de reembolsos, principalmente dos planos ‘tops’, em que a pessoa pode ir a qualquer médico, mesmo que não seja credenciado, e receber o reembolso. Ele passou então a falsificar recibos de clínicas e de médicos. Era tudo muito bem elaborado”, explicou Martins.

Segundo o delegado, os planos do professor teriam começado a dar errado quando ele cresceu o olho: em uma das seguradoras nacionais, o prejuízo foi de R$ 110 mil. De acordo com Martins, o suspeito seria o “cérebro” da operação e contava com a ajuda de uma cúmplice, de 50 anos. Por sua participação, ela receberia 30% dos valores. Eles agiriam há cerca de três meses, lesando inclusive uma empresa sediada no exterior, que teria pago em dólares pelo reembolso.

Tragédia familiar

O aumento no número de pedidos de reembolsos, no entanto, teria despertado a desconfiança de uma das seguradoras, que acionou a polícia. Uma equipe passou a monitorar os passos da dupla: eles acabaram presos em flagrante na terça (24) ao tentar receber mais um reembolso, no valor de R$ 26 mil, num shopping em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Para o delegado, a história pode ser vista ainda como uma tragédia familiar: com um currículo invejável, o jovem era o orgulho da família. Filho de um comerciante e de uma dona de casa, ele se formou em matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e tem mestrado em informática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), segundo informa o currículo Lattes.

De acordo com a polícia, Alessandro tinha um salário de cerca de R$ 5 mil, fruto de seus trabalhos como funcionário público: ele é professor universitário e de ensino médio do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), do Colégio Militar e da Secretaria estadual de Educação. Solteiro, o professor mora no Humaitá, na Zona Sul do Rio, com os pais e um irmão.

“Nunca foi bandido. Ele disse que tem compulsão por gastar. É um garoto tímido, introspectivo”, disse o delegado. “A mãe disse que está chocada. Que ele é um filho que nunca tinha dado problema”.

Nas casas do professor e sua cúmplice foram apreendidos cerca de 70 relógios de grifes, várias roupas de marca, além de joias, um laptop e celulares.

Advogados tentam liberdade provisória

A polícia continuará com as investigações para apurar se outras empresas foram lesadas. De acordo com o delegado, o rombo causado pode ser maior do que os R$ 200 mil já confirmados. Até a tarde desta quarta-feira (25), o professor e sua cúmplice continuavam presos na 13ª DP (Ipanema). Ele vai ser transferido ainda nesta quarta para o presídio Bangu 8, na Zona Oeste do Rio, para onde são levados os presos com curso superior. Já a mulher irá para uma carceragem feminina.
Segundo um dos advogados de Alessandro, Vitória Sulocki, ele admitiu ter cometido a fraude em ao menos uma das seguradoras apontadas pela polícia. De acordo com a advogada, a prioridade da defesa agora é conseguir um habeas corpus para que o professor responda ao processo em liberdade.

“Como se trata de um crime de estelionato, sem violência, estamos tentando um habeas corpus. Embora tenha dano material, se for comprovado, nossa prioridade é que ele responda ao processo em liberdade. Prisão é reservada para quem traz perigo à sociedade, o que não é o caso dele”, explica a advogada, ressaltando ainda que Alessandro tem bons antecedentes e domicílio fixo.
De acordo com o delegado, ele e sua cúmplice foram autuados por estelionato, com pena que pode chegar a cinco anos de reclusão.

Fonte

Leia Mais


9 respostas para “Professor de matemática é suspeito de aplicar golpes de R$ 200 mil”

  1. Ayeka disse:

    E esse é o meu professor. O.o
    Ele é chato, ranzinza, exigente e td mais, só ñ esperava que fosse ladrão. -.-
    Tinha jeito de viado, mas ladrão não! xD~
    Vai mofar aí hem!

  2. wallace disse:

    karaka ele era meu proff tbm, discuti com ele varias vzs, moh viadao, cheio de marra.

  3. wallace disse:

    ai ainda falo mais, acho melhor vzs da uma olhada la na eskola ki pode ter mais la hem, eskola estadual joaguim abilio borges, pode la ki tem mais ladrao la

  4. Leticia disse:

    haaa; ele tbm era meeu professor; :p

  5. El cabron disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  6. sorokay disse:

    suahsuahsuahsuashaush” quem diria mane…. alessandro…. akele gordinho… nem parecia!! suahsuhaushaus”

  7. Botelho Pinto Norego disse:

    aaaaaaaaaaaaaaaah seu merda se fudeu eeeeh eu mesmo q to falando juninho seu ex aluno vc vai vira mulhe na cadeia ah esqueci q tu ja e mulhe
    fikva dando uma de bonzao com seus bens fruto de seu dinheiro roubado

  8. Artur disse:

    Esse tanbém era meu professor, aqui ó o 0 que vc me deu e o 0,0 que vc é

    agora vai ensinar na cadeia

  9. carina disse:

    qndo vc sair me liga tá? bjos (075) 99568987

Comente