Estudante hostilizada na Uniban recebe proposta de outras universidades Lançamento de novo ‘Call of duty’ quer fazer história
Nov 10

Embarcações da Marinha da Coreia do Sul e de uma patrulha da Coreia do Norte se enfrentaram nas águas do Mar Ocidental (Mar Amarelo) nesta terça-feira (10), informou o Ministério de Defesa sul-coreano, através de um comunicado que acrescentou que os disparos teriam resultado grandes danos na embarcação de Pyongyang.

O confronto agravou a tensão na península, poucos dias antes da visita a Seul do presidente norte-americano, Barack Obama.

O Ministério de Defesa de Seul informou que a patrulha da Coreia do Norte cruzou a fronteira marítima, o que levou os sul-coreanos a realizarem “disparos de advertência”, tiros respondidos pelos norte-coreanos.

O canal sul-coreano YTN, citando fontes militares, informou que a embarcação norte-coreana atravessou a fronteira quando perseguia um pesqueiro chinês que operava na região.

O Ministério da Defesa informou ainda que o confronto não deixou feridos entre os sul-coreanos. As agências internacionais de notícias não têm informações sobre feridos do lado norte-coreano.

Foto: AP

A fronteira marítima entre as Coreias no Mar Ocidental já foi cenário de batalhas navais em 1999 e 2002. Em 1999, uma embarcação norte-coreana foi afundada após um confronto, deixando cerca de 80 mortos. Em 2002, barcos de guerra norte-coreanos dispararam contra embarcações do país vizinho, deixando quatro mortos e 18 feridos.

Em outubro, a Marinha de Pyongyang acusou a Coreia do Sul de enviar barcos de guerra à região fronteiriça para aumentar a tensão entre os dois países, e chegou a advertir que a “menor provocação militar poderia desencadear um confronto armado.”

Pedido de desculpas

As autoridades norte-coreanas exigiram um pedido de desculpas, e denunciaram uma “grave provocação armada”.

“As autoridades militares sul-coreanas devem apresentar desculpas ao Norte por esta provocação armada, e adotar as medidas para que uma provocação similar não volte a se repetir”, afirma o Estado-Maior norte-coreano em um comunicado divulgado pela agência KCNA.

Fonte

Leia Mais


Comente