Aug 15

Confira agora os filmes que chegam às telas em 18 de junho!

Star Wars – The Clone Wars
Animação - Livre

Situado entre O Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith, o longa animado por computação gráfica de 90 minutos condensa os três primeiros episódios da nova telessérie em computação gráfica com muita ação.

(EUA, 2008) Direção: Dave Filoni. Com vozes de: Matt Lander, Ashley Eckstein, James Arnold Taylor. Duração: 98 min. Classificação: livre.

Crítica, trailers e imagens
Leia entrevistas com diretor e produtora no Especial Star Wars
Veja os clipes

Zohan – O Agente Bom de Corte
Comédia / Ação - 14 anos

Um agente do serviço secreto israelense encena sua própria morte e se muda para Nova York,
onde vai tentar viver o sonho de se tornar um cabeleireiro famoso.

(You Don’t Mess With the Zohan) EUA, 2008. Direção: Dennis Dugan. Elenco: Adam Sandler, Rob Schneider, John Torturro, Emmanuelle Chriqui. Duração: 113 min.

Crítica, trailers e imagens
Assista a comerciais de TV e clipes do filme

Quebrando Regras
Ação - 14 anos

Forçado pela sua família a se mudar do interior de Iowa para a ensolarada Flórida, o jovem Jake descobre na sua nova cidade um circuito de competições de MMA (sigla em inglês para Artes Marciais Combinadas) e acaba envolvido.

(Never Back Down) EUA, 2008. Direção: Jeff Wadlow. Elenco: Sean Faris, Amber Heard, Cam 
Gigandet. Duração: 110 min.

Crítica, trailer

Nossa Vida Não Cabe num Opala
Drama - 16 anos

Adaptação da peça homônima de Mário Bortolotto, o longa acompanha um patriarca de classe média baixa paulistana, recém-falecido, que, sem se dar conta, assiste à luta pela sobrevivência de seus quatro filhos e ao desmantelamento familiar. Os quatro irmãos Castilho se equilibram entre a ilusão do sucesso e a aspereza do mundo real.

Brasil, 2008. Direção: Reinaldo Pinheiro. Elenco: Leonardo Medeiros, Paulo César Pereio, Milhen Cortaz. Duração: 104 min.

Crítica

Show de Bola

Drama - 16 anos

Thiago (Thiago Martins, de Era uma vez…) dedica sua vida ao esporte, sua única esperança de sair da realidade violenta em que vive. Com sua habilidade e talento incomparável, o sucesso é apenas uma questão de tempo, porém, a vida tem outros planos para ele.

Brasil/Alemanha, 2005. Direção: Alexander Pickl. Elenco: Thiago Martins, Luís Otávio Fernandes, Lui Mendes. Duração: 102 min.

Crítica

Olho de Boi (SP)
Drama - 14 anos

Modesto (Genézio de Barros) e seu protegido Cirineu (Gustavo Machado) são dois peões de fazenda que se embrenham na noite em busca de vingança. Modesto sofre com a suspeita criada pela revelação que Cirienu lhe faz. Sua mulher Evangelina (Angelina Muniz) o está traindo com seu próprio irmão. O filme é uma livre recriação da tragédia de Édipo Rei transposta para o sertão.

Brasil, 2007. Direção: Hermano Penna. Elenco: Genézio de Barros, Angelina Muniz, Gustavo Machado. Duração: 72 min.

Devoção (SP e RJ)
Documentário - Livre

Análise das relações entre catolicismo e candomblé no Brasil.

Brasil, 2008. Direção: Sérgio Sanz. Duração: 85 min.

Na próxima semana
O procurado, Reflexos da inocência, Um crime americano, Mandela – A luta pela liberdade, Quatro minutos. Sujeito a alterações por parte das distribuidoras.

Via: Omelete

Por El cabron

Aug 15

Difícil encontrar quem já não tenha sofrido com ela. A dor é permanente e até parece insolúvel. Um picote com o alicate até alivia um pouco. Mas, dois dias depois, o andar manco e o incômodo voltam: unha encravada é mesmo uma chateação. O corte inadequado e o uso freqüente de sapatos de bico fino são as principais causas do problema , explica a podóloga Isabel Pereira, da clínica Podobel, em São Paulo.

As unhas encravam quando parte delas empurra o canto do dedo do pé. Isso acontece porque a pele forma uma barreira. Como a unha não pára de crescer e é mais dura, penetra na pele causando dor e inflamação , afirma Fabiana Pinheiro, coordenadora técnica das manicures do salão paulista Homa.

O formato das unhas também interfere, favorecendo o mal em algumas situações como nos casos de infecção na lateral do maior dedo do pé (por causa da posição, ele é quem recebe a maior pressão dos sapatos). Para evitar isso, as unhas devem ser cortadas retas (e nunca pelos cantos), mantendo sempre as pontas livres , explica a podóloga. Os sapatos devem ser mais larguinhos na frente, com salto de 4cm no máximo para uso diário. Do contrário, a tendência é que as unhas voltem a encravar .Para corrigir o problema, além de evitar os calçados apertados na ponta e tomar cuidado com o corte, muitas vezes é necessário apelar para o uso de aparelhos, que tracionam a unha e obrigam que ela volte ao lugar certo.

Hoje em dia, são raros os casos de extração. Elas são evitadas por dois motivos: primeiro, porque nada garante que a nova unha não volte a encravar. E também porque o procedimento apresenta um alto risco de infecções.

Quem tem tendência a sofrer com as dores nos cantinhos nunca deve calçar um tênis com as unhas compridas, meias apertadas ou costuras salientes. E, quando for comprar um novo par de sapatos, faça isso no final do dia. Os pés estão inchados, assim não há risco de levar um modelo que aperte , diz a especialista.

Qual a diferença entre a pedicure e a podóloga?
A pedicure está preocupada com as questões estéticas: retira a cutícula, uniformiza o formato das unhas e esmalta. Já a podóloga volta a atenção para a saúde dos pés. O tratamento ideal para uma unha encravada deve ser determinado pelo dermatologista. Jamais use pomadas ou remédios sem orientação médica.

Unhas encravadas nos bebês
Em crianças recém-nascidas, o uso de macacão com pés fechados também podem ocasionar o problema. Prefira modelos bem folgados para preservar o conforto do bebê.

Fonte

Por El cabron

Aug 11

Em alguns casos, eles valem tanto ou mais do que remédio, com uma vantagem: não deixam gosto amargo na boca. Os exercícios físicos, cada vez mais, são recomendados pelos especialistas como parte do tratamento de uma série de problemas de saúde. Os efeitos são comprovados contra desvios e dores na coluna; males do coração, alergias respiratórias e até no combate ao stress. Para explicar como isso acontece e ajudar você a tirar proveito máximo do seu treino, convocamos um time de peso.

A seguir, os fisioterapeutas Pedro Rizzi de Oliveira e Samantha Lopes de Almeida, da Clínica Luisa Catoira; Fernanda Elhiage, do Studio Conceitus; Marcela Guerreiro, da filial de Campinas do Instituto Patrícia Lacombe e a fisiatra Perola Grinberg Plapler, da Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação decifram o que está por trás de cada movimento realizado na busca por um dia-a-dia mais saudável.

1. Desvios na coluna

Que tipo de exercício pode aliviar as dores?
Os desvios da coluna normalmente acontecem por um desequilíbrio muscular. Todo trabalho que possa equilibrar a musculatura dos dois lados ajuda na correção. Os alongamentos para região cervical, torácica, lombar e para os membros inferiores (pernas) são ótimos. No entanto, a prevenção é sempre mais importante. Mudanças nos hábitos de vida são essenciais, como atenção na mobília e atividades em casa e no trabalho para evitar posturas erradas e por tempo prolongado. Por exemplo, se a pessoa tiver hipercifose (ombros projetados para frente, postura triste ), indicamos exercícios que abram a postura e projetem os ombros para trás ( o que, automaticamente, esticar mais a coluna). E evitaremos exercícios que reforcem mais ainda essa postura errada.


E que tipo de exercício precisa ser evitado?
Exercícios com sobrecarga para o movimento de extensão da coluna, principalmente associados à rotação devem ser evitados, pois podem gerar um stress nos discos intervertebrais levando à dores e hérnias nessa região. Caso o indivíduo já possua uma lesão instalada na coluna, é importante evitar atividades com impacto como corrida, exercícios em cama elástica e atividades que envolvam saltos. Qualquer esforço fora do limite pode aumentar o desvio e, principalmente, causar pressão nos discos da coluna. Para se ter uma idéia da gravidade das posturas inadequadas, quando um indivíduo mediano senta-se incorretamente aumenta em 50 quilos a pressão sobre o disco de L5, localizado na região lombar. Essa pressão, com o passar do tempo, ocasiona dores de cabeça, lombalgias e até hérnias de disco.

O fortalecimento abdominal é indicado?
Sim. A musculatura abdominal profunda ativa vai dar sustentação para coluna lombar. Quando você fica de pé e relaxa a barriga para frente , a tendência é os ombros caírem para frente , com sobrecarga na região lombar, pois é ela quem ajuda a segurar nosso abdômen. Nesse tipo de postura errada, perdemos inclusive centímetros em altura, graças à curva em que ficamos. Com o abdômen contraído, a lombar fica menos sobrecarregada, diminui-se a hiperlordose (curvatura do bumbum arrebitado), os ombros são direcionados para trás, a postura abre-se e crescemos centímetros. Mas a musculação não é a única medida a ser adotada. Um bom trabalho postural como o RPG e alongamentos são essenciais para evitar e/ou tratar dores na coluna.

Os alongamentos são uma boa idéia?
Os alongamentos são primordiais na manutenção da boa saúde da coluna. Um músculo alongado gera menos tensões e desvios posturais do que um músculo encurtado. Além disso, a nutrição e oxigenação dessa musculatura é mais eficiente devido a uma melhor circulação local, o que a deixa menos propensa a lesões e mais eficaz para enfrentar as sobrecargas impostas no dia-a-dia. Nosso corpo é uma máquina perfeita e absoluta. E, como toda máquina, enferruja quando fica parada. A atividade física (seja ela de força ou alongamento) mantém todas as estruturas do nosso corpo em atividade. Mas é preciso muito cuidado porque o alongamento errado pode provocar lesões. O importante é que o paciente seja sempre bem orientado por um profissional.


2. Hipertensão, colesterol alto e problemas cardiovasculares

As atividades aeróbias ajudam de que maneira?
Os exercícios aeróbicos atuam melhorando a função cardíaca, ou seja, o coração se contrai de forma mais vigorosa. Esse tipo de atividade leva também a uma diminuição do nível de colesterol ruim (LDL), reduzindo o risco de entupimento das artérias e, conseqüentemente, o aparecimento da hipertensão arterial. Por isso, a importância de fazer dos exercícios um hábito. É um ciclo: com o coração funcionando bem, o colesterol diminui e a hipertensão é controlada (desde, é claro, que se combine com uma dieta adequada).

A musculação também pode ajudar?
A musculação atua como coadjuvante na prevenção dessas condições, visto que com uma musculatura mais condicionada a realização das atividades aeróbicas é facilitada

3. Osteoporose

Quando ela já se instalou que movimentos precisam ser evitados?
Pessoas que já tem osteoporose devem se exercitar como parte do tratamento. No entanto, alguns exercícios devem ser evitados. O impacto (saltar) pode comprometer tanto as vértebras quanto o quadril de pessoas com um quadro mais severo. Além disso, como a osteoporose se instala com freqüência em pessoas de mais idade, é muito comum a presença de artrose e conseqüente dor nas articulações. Essas pessoas têm grande dificuldade para realizar exercícios de impacto, que devem ser evitados.

A melhor opção de exercícios passa a ser a musculação. Exercícios com peso podem ser feitos de forma controlada tanto no peso, como na quantidade de repetições, o que torna esta atividade bastante segura. Para os braços é melhor fazer exercícios em aparelhos do que com pesos livres, porque sobrecarregam menos a coluna.

Devemos evitar os movimentos de flexão da coluna, principalmente carregando peso. Esta postura típica da osteoporose, a corcunda , acontece por causa das micro-fraturas na região anterior das vértebras. Isto faz com que as vértebras fiquem mais baixas na frente e mais altas atrás. Os movimentos de flexão podem acentuar este quadro, o que não é desejável.


Também é importante saber o grau a osteoporose (a densitometria óssea é um dos exames que ajudam a esclarecer isso). Dependendo do resultado, evite cargas muito pesadas e movimentos bruscos e saltos. Mas a atividade física também evita que o problema se instale, principalmente se for associada a uma dieta rica em cálcio e ferro.

E quais ajudam no fortalecimento ósseo?
A ginástica holística, por exemplo, é um método educativo, preventivo e terapêutico. São 800 movimentos que agem simultaneamente sobre a respiração, o equilíbrio e o tônus muscular, contribuindo para o fortalecimento da massa óssea. Mas todo movimento que tonifica a musculatura é uma boa opção, como caminhada, corrida e a própria musculação. Deve-se sempre considerar o grau da osteoporose na prescrição e realização das atividades.

E com que freqüência os treinos devem ser feitos?
A relação entre atividade física e osteoporose é muito clara. Apesar da dificuldade em dizer quanta atividade é necessária para formamos ossos, vemos que indivíduos ativos têm mais massa óssea do que sedentários e pessoas que fazem mais atividade com um lado do corpo têm mais massa óssea deste lado

Quando fazemos alguns exercícios (de impacto ou com peso), ocorre uma pequena deformação no osso. Nosso esqueleto interpreta esta deformação como um estímulo à formação de mais osso. Os atletas que mais têm massa óssea são aqueles que fazem halterofilismo e ginástica olímpica, que são modalidades que deformam o osso durante sua execução

Exercícios em piscina, apesar de serem ótimos para melhorar a dor, o condicionamento cardíaco e muscular e o equilíbrio, não estimulam a formação de osso. Dentro da água sofremos uma força chamada empuxo, que é exatamente o que nos faz boiar. Ou seja, a ação da gravidade não se dá da mesma maneira que fora da água. O mesmo acontece com os astronautas. Apesar de fazerem exercícios quando estão no espaço e de se alimentarem corretamente, quando voltam para a terra apresentam uma grande perda de sua massa óssea. Portanto, para formar massa óssea precisamos da força da gravidade e fazer exercícios, no mínimo, com o peso do próprio corpo.

A carga de exercícios precisa aumentar lenta e progressivamente. Se mantivermos sempre a mesma intensidade, deixamos de estimular os ossos como seria desejável. É importante também salientar que os exercícios são sempre benéficos. Mesmo que não aumentem a massa óssea, melhoram o equilíbrio, aumentam a proteção contra quedas, e facilitam a realização de atividades do dia-a-dia, o que se traduz em grande melhora da qualidade de vida.

4. Obesidade

No começo, quando o sobrepeso é muito alto, que exercícios podem ser feitos?
Todos que não tragam dor ao paciente. Alongamentos, alinhamento corporal por causa da sobrecarga nas articulações, no tornozelo, joelho e coluna lombar são os mais indicados. Também é importante aumentar o nível de queima calórica, com os exercícios aeróbicos: correr, pedalar, caminhar. Para preservar as articulações, comece caminhando rápido e cuidado com a respiração. Evite caminhar batendo papo, o que diminui o rendimento. E use um tênis adequado, que absorva o impacto das pisadas. Na academia, abuse da cama elástica (muita perda calórica, sem prejudicar as articulações). E sempre busque orientação de um profissional, verificando a pressão e os batimentos cardíacos.

Há risco de prejuízo às articulações? Como protegê-las?
Sim. O acompanhamento do especialista para reduzir o peso e manter a lubrificação das articulações é fundamental. Terrenos irregulares podem levar a torções e traumas articulares.

A musculação ajuda ou é melhor apostar nos aeróbios?
O ideal é a realização das duas modalidades de exercícios. A atividade aeróbica leva à queima de gordura enquanto a musculação atua no fortalecimento da musculatura, com o aumento do metabolismo basal o que acelera o efeito da primeira.


5. Asma e outras alergias respiratórias

Os exercícios conseguem diminuir as crises?
Sim. A Ginástica Holística, por exemplo, tem movimentos que agem simultaneamente sobre a respiração, o equilíbrio e o tônus muscular, contribuindo para a melhoria de todas essas funções. Os benefícios não param por aí: a atividade proporciona aumento da massa óssea e da flexibilidade, otimização da circulação e definição do contorno corporal.


Qual o efeito dos aeróbios nos pulmões?
A atividade aeróbica leva a uma melhora da capacidade pulmonar, ou seja, otimiza as trocas gasosas. Entretanto, existe um limite de tolerância ao exercício para cada indivíduo. Se excedido, o exercício passa a ser um fator desencadeante de crises.

A natação ainda é a melhor escolha?
A natação ajuda muito nas alergias respiratórias em gerais. A respiração em baixo da água trabalha a expansão pulmonar, melhorando a freqüência respiratória. O acompanhamento médico e a medicação adequada também ajudam na adaptação aos exercícios.

Os exercícios conseguem diminuir as crises?
Não há nenhum estudo comprovando que exercício possa prevenir a crise asmática. No entanto, a atividade física leva a uma melhora na qualidade de vida dos asmáticos. O exercício deve ser um complemento ao tratamento da asma, que é medicamentoso.

6. Stress

De que forma os exercícios podem diminuir a tensão?
Hoje em dia, a maioria das pessoas passa o dia trabalhando no computador, com postura curvada, cabeça projetada para frente e ombros arqueados. Isso resulta da falta de orientação e também da dificuldade dos músculos em sustentar uma postura adequada. As conseqüências vão muito além do que se pode imaginar. Os principais efeitos da má postura são dores nas costas e compressão da passagem sanguínea para o cérebro o que ocasiona enxaquecas, cansaço mental, perda de memória e baixa concentração. Também há prejuízos na eficiência digestiva, os alimentos enfrentam dificuldades na passagem para o estômago, o que gera dores estomacais e, em casos extremos, úlceras.

Eles ajudam no controle emocional?
A atividade física libera endorfina, uma espécie de tranqüilizante natural do nosso corpo. É preciso procurar um exercício que dê prazer, não importa qual. Musculação, correr, pedalar, caminhar: o que vale é manter o corpo em movimento, sempre.

Fonte

Por El cabron

Aug 10

Especialistas e um candidato que tirou nota máxima na prova de redação apontaram a concisão, a clareza e a coerência como aspectos fundamentais para o candidato ser bem-sucedido na prova dissertativa em concursos públicos.


“Uma redação não é uma peça literária. Não precisa ser Machado de Assis para ser aprovado. Não pode escrever de maneira complicada, com palavras e construções difíceis. Quem lê quer entender”, diz Renato Aquino, autor dos livros “Português para Concursos” e “Redação para Concursos”, pela editora Campus/Elsevier. “Não adianta escrever impecavelmente se fugir do tema.”
De acordo com Aquino, que já participou de banca examinadora de provas de redação, 90% dos exames em concursos pedem a modalidade de dissertação – é raro a banca pedir narração ou descrição. E o texto geralmente deve ter 30 linhas. No caso da dissertação, o texto deve ser argumentativo e opinativo, e o candidato deve ter conteúdo para argumentar, sempre com clareza e objetividade.

Segundo ele, as bancas examinadoras têm valorizado muito a concisão, que é dizer o máximo possível com poucas palavras. No caso da dissertação, o candidato deve estruturar o texto em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. “Ao introduzir o assunto não se deve gastar mais do que cinco linhas, no máximo outras cinco para a conclusão, e o restante deve ser destinado à defesa da idéia, à argumentação.”

Segundo Aquino, quem tem o hábito de ler leva vantagem porque tem mais conteúdo para argumentar. O especialista salienta que o candidato não deve exagerar no tamanho da letra nem espaçar demais as palavras. “Isso pode mostrar que o candidato não tem o que escrever e está enrolando. O examinador percebe”, diz.

Ele aconselha ainda que o candidato faça letra cursiva e não de forma. “Se for fazer de forma, tem que destacar as letras maiúsculas, senão perde ponto.” O especialista diz que o importante não é ter letra bonita, mas escrever de forma legível. Se o examinador não entender o que está escrito ele irá tirar pontos. “Já vi tirar ponto porque o til estava em cima do O e não do A”, exemplifica.

Segundo ele, é fundamental que o candidato corrija os erros encontrados e evite rasuras ao passar a redação a limpo para entregar à banca. “O candidato deve verificar repetições de palavras e idéias e evitar expressões que ele não saiba como empregar adequadamente”, aconselha.

Critérios de correção

Silvia Bruni Queiroz, responsável pela área de medidas educacionais da Fundação Vunesp, uma das principais organizadoras de concursos no país, revelou o que o candidato não deve fazer para zerar ou perder pontos na redação. Segundo ela, a banca nem corrige a prova se o candidato fugir do tema solicitado. Se o concorrente não aprofundar o tema ou não se restringir ao assunto, colocando idéias difusas, ele perde pontos.

Outro fator que acarreta perda de pontos é quando o autor do texto não desenvolve a modalidade de texto solicitada, fazendo uma narração em vez de dissertação, por exemplo. Segundo ela, boa parte das organizadoras prefere dissertação como modalidade de texto para verificar se o candidato tem maturidade para desenvolver o assunto com coerência e concisão. “É possível ver se ele sabe fazer o encadeamento das idéias usando os conectivos apropriados”, informa.

Outro aspecto que é levado em conta na correção é a gramática. São analisadas principalmente a concordância, regência, ortografia, crase, pontuação e acentuação.

De acordo com Silvia, se o candidato ultrapassa ou escreve menos que o número de linhas estabelecido, mas é coerente nas idéias, ele não tem pontos descontados. “O que é analisado é se ele repete as idéias e se o texto tem sentido”, afirma. Segundo ela, as informações contidas no texto devem ser corretas. Se o candidato não tem certeza do que irá escrever, deve preferir discorrer sobre assuntos que realmente sabe.

Banca

De acordo com Silvia, as bancas são treinadas para corrigir as provas e há critérios a serem seguidos para haver uniformidade na correção. As redações são copiadas e os nomes dos candidatos são retirados para que os examinadores não saibam de quem são as provas.

A prova passa por dois corretores – um não tem acesso à correção do outro -, que se atêm a dois aspectos principais: tema e modalidade de texto e aspectos gramaticais. O responsável que coordena as bancas checa as duas correções. Se houver discrepâncias, o texto passa por um terceiro examinador.

Redação nota dez

O professor de português Edelson Santana de Almeida, de 34 anos, aplicou seus conhecimentos de língua portuguesa na prova de redação do concurso do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, realizada em junho, e tirou nota máxima – as três correções assinaladas no texto dele não acarretaram perda de pontos . Ele agora espera ser chamado para o cargo de analista judiciário na área de Letras, para trabalhar em Cuiabá.

O tema, segundo ele, era sobre até que ponto a Justiça poderia interferir na cultura indígena. O enunciado da redação trazia o caso de uma tribo que tinha o costume de matar um dos filhos gêmeos por acreditar que o nascimento de duas crianças era uma maldição.

Almeida conta que antes de começar a escrever ele fez um esquema com as idéias que iria abordar e como iria defender a sua opinião. Depois ele fez a redação no papel de rascunho e, antes de passar para a folha oficial, fez uma revisão completa e cortou os excessos. “Fiz exatamente o que ensino aos meus alunos”, disse.

“A prova de redação é antes de tudo uma prova de leitura. Precisa ler o que a banca pede, além da leitura de mundo que o candidato deve ter.”

Segundo o professor, a redação exige que o aluno tenha conhecimentos gerais e de lógica e capacidade de raciocínio. “É necessário pensar no interlocutor e a linguagem tem de ser simples, mas não simplória, para ser interessante aos que têm pouca instrução e não ser irritante para quem tem mais conhecimento”, aconselha.

Para ele, o maior desafio é a concisão, porque geralmente os temas das dissertações são muito profundos.

E é justamente isso que ele enfatiza a seus alunos – a coerência e a coesão, para que o texto seja bem amarrado, com clareza na seqüência dos argumentos e, claro, respeitando as normas gramaticais.

Fonte

Por El cabron

Aug 10

Você já reparou na sua postura? Se a resposta for negativa pode ser o momento de rever conceitos. O Minha Vida conversou com dois especialistas em fisioterapia e RPG, a Dra. Fernanda Elhiage da Fonte e o Dr. Pedro Rizzi de Oliveira, que explicam os milagres de uma coluna alinhada para estética do seu corpo e para sua saúde. O stress do dia-a-dia cansa e facilita o costume de andar de forma curvada, por se tratar de uma posição, a princípio, mais cômoda.

Os benefícios de uma bela postura
Enquanto uma postura inadequada causa tantos problemas para nosso corpo, o contrário pode fazer milagres. Uma boa postura traz muitos benefícios a saúde e ao bem-estar do indivíduo. Dentre os benefícios estão melhor disposição, melhor aparência, redução da sobrecarga sobre os músculos e articulações e melhora da autoconfiança afirma Pedro Rizzi.

Peito para fora, barriga para dentro
Uma pessoa com a coluna alinhada tem mais disposição. Isso porque os órgãos internos trabalham melhor já que não ficam pressionados pela acomodação inadequada das vértebras. E não é tão difícil conseguir isso. Consciência corporal e alongamento são os maiores aliados nessa conquista. A prática de diversos exercícios que exijam boa coordenação motora e controle do corpo traz resultados rapidamente , afirma Fernanda.

Habitue-se a policiar os ombros caídos, manter o abdômen sempre contraído e preste atenção ao modo como você permanece em frente ao computador ou à televisão.

RPG, uma forcinha extra
O RPG é uma técnica fisioterapêutica de correção postural, que tem como benefícios a redução da dor, a melhora da postura, o aumento da flexibilidade, melhora da consciência corporal, aumento da auto-estima, redução das tensões e melhora da respiração.

De acordo com a fisioterapeuta Fernanda Elhiage, o método trata, além das dificuldades da postura os ombros, a fraqueza ou pouco alongamento das pernas.

Abra o olho
Geralmente as pessoas só procuram um médico quando estão sentindo fortes dores na coluna. Esse não é o único indicativo de que existe algum problema. Cansaço crônico, tensão, ruídos articulares e a própria percepção de uma má postura são indicativos de algum distúrbio que demanda a atenção de um especialista.

Pontos de tensão
As dores começam na região lombar (área próxima do quadril) e seguem coluna acima, com forte tensão no pescoço (área cervical).

Fonte

Por El cabron

Aug 09

Confira agora os filmes que chegam às telas em 8 de agosto!

Encarnação do Demônio
Horror - 16 ANOS

Terceira parte da trilogia do personagem Zé do Caixão, que sai da prisão depois de 40 anos e continua sua procura pela mulher perfeita que possa lhe gerar um filho.

Brasil, 2008. Direção: José Mojica Marins. Elenco: José Mojica Marins, Milhem Cortaz, Débora Muniz, Jece Valadão. Duração: 98 min.

Crítica, galeria de imagens e trailer

Asterix nos Jogos Olímpicos
Comédia - LIVRE

Brutus planeja se casar com a princesa da Grécia, mas o gaulês Apaixonadix quer evitar - e para tanto almeja vencer a Olimpíada, com a ajuda de Asterix e Obelix.

(Asterix aux jeux olympiques) França / Alemanha / Espanha / Itália / Bélgica, 2008. Direção:
Frédéric Forestier e Thomas Langmann. Elenco: Clovis Cornillac, Gérard Depardieu, Alain Delon. Duração: 116 min.

Crítica e galeria de imagens
Trailer

A Caçada
Drama/Comédia

Três jornalistas norte-americanos partem sozinhos numa caçada ao criminoso de guerra responsável pelo assassinato e tortura de milhares de muçulmanos na Bósnia.

(The Hunting Party) EUA/Croácia/Bósnia, 2007. Direção: Richard Shepard. Elenco: Richard Gere, Terrence Howard, Jesse Eisenberg. Duração: 102 min. Classificação: 14 anos.

Crítica, galeria de imagens e trailer

O Grande Dave

Comédia - LIVRE

Uma tripulação de aliens-miniatura com feições humanas tenta salvar seu mundinho da destruição a bordo de uma espaçonave com formato de Eddie Murphy. Sua missão: Roubar os recursos hídricos da Terra.

(Meet Dave) EUA, 2008. Direção: Brian Robbins. Elenco: Eddie Murphy, Elizabeth Banks, Gabrielle Union, Scott Caan. Duração: 90 min.

Crítica - Trailer

Quem disse que é fácil? (RJ)
Comédia/Romance - 14 ANOS

Um homem solteiro, solitário e obcecado por sua organização pessoal apaixona-se por sua
nova vizinha, uma fotógrafa bonita e desorganizada.

(¿Quién dice que es fácil?) Argentina, 2007. Direção: Juan Taratuto. Elenco: Diego Peretti, Carolina Peleretti, Laura Pamplona. Duração: 105 min.

Crítica

Violência em Família
Drama - 18 ANOS

A jovem mãe solteira Katrina planeja o assassinato de seu pai quando ele ameaça contatar uma assistente social para tirar-lhe a custódia da filha.

(Suburban Mayhem) Austrália, 2006. Direção: Paul Goldman. Elenco: Emily Barclay, Michael Dorman, Robert Morgan. Duração: 95 min.

Crítica

Devoção

Documentário - LIVRE

Análise das relações entre catolicismo e candomblé no Brasil.

Brasil, 2008. Direção: Sérgio Sanz. Duração: 85 min.

Lemon Tree
Drama - 16 ANOS

Salma, uma viúva palestina, vê sua plantação ser ameaçada quando seu novo vizinho, o ministro de Defesa de Israel, se muda para a casa ao lado.

(Etz Limon) Israel/Alemanha/França, 2008. Direções: Eran Riklis. Gênero: drama. Elenco: Hiam Abbass, Doron Tavory, Ali Suliman. Duração: 106 min.

Mais do que Você Imagina
Comédia - 14 ANOS

Jovem detetive é contratado para espionar sua mãe e seu novo namorado, ambos suspeitos de roubarem anéis.

(My Mom’s New Boyfriend) EUA/Alemanha, 2008. Direção: George Gallo. Elenco: Meg Ryan, Antonio Banderas, Colin Hanks. Duração: 97 min. Classificação: 14 anos.

O Verdadeiro Amor (RJ)
Romance - 14 ANOS

Inge é uma alemã determinada que veio a Minnesota para consolidar seu casamento arranjado com Olaf, um discreto fazendeiro. Mas num mundo pós-Primeira Guerra, o clima anti-alemão está fortemente presente.

(Sweet Land) EUA, 2005. Direção: Ali Selim. Elenco: Elizabeth Reaser, Lois Smith, Patrick Heusinger. Duração: 110 min.

Na próxima semana
Star Wars – The Clone Wars, Zohan – O Agente Bom de Corte, Nossa Vida Não Cabe Num Opala, Olho de Boi, Cashback, Quatro minutos, Quebrando Regras, Show de Bola. Sujeito a alterações por parte das distribuidoras.

Via:Omelete

Por El cabron

Aug 08

Quem tem, morre de vergonha. E quem é obrigado a senti-lo, chega a passar mal com o cheiro ruim . O nome do problema é até engraçado, mas conviver com ele não tem nada de divertido: o chulé tira o ânimo e abala a auto-estima de qualquer pessoa. Viajar e dividir o quarto com os amigos é complicado, usar o vestiário da academia causa vexame e mesmo experimentar um calçado novo antes de comprar é desagradável. Mas não é só suor excessivo que causa o mau cheiro nos pés, veredicto é consenso entre os dermatologistas. Conversamos com dois deles: Carla Albuquerque, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, e Celso Garrete, da Clínica New Man. E ambos destacam que o material e a conservação dos calçados também influencia o aparecimento do odor ruim, assim como o tipo de meia que você usa .

Para saber como conter a catinga e nunca mais corar nas situações em que houver necessidade de ficar com os pés descalços, acompanhe abaixo a entrevista com os especialistas. Eles explicam por que os talcos próprios para os pés são melhores do que os tradicionais, desvendam por que os homens são as maiores vítimas do problema e, em sete passos, ensinam como deixar seus dedos respirarem sem que ninguém ao seu lado precise tapar o nariz.

1. Por que ele é causado?
O chulé, que cientificamente é chamado de bromidose plantar, é causado pelo suor excessivo na planta dos pés. O problema é agravado pela falta de higiene, que leva à proliferação de bactérias e fungos. O suor excessivo também pode estar relacionado a doenças como hipertireoidismo, diabetes e obesidade.

2. Existe algum tipo de suor que é mais propício ao problema?
Não exatamente. Na realidade, o odor resulta da ação de bactérias e fungos na queratina macerada pelo suor. Homens jovens e de meia-idade são mais freqüentemente acometidos, mas pode ocorrer também em crianças.

3. Usar a mesma meia mais de uma vez é prejudicial? Por quê?
As meias devem ser trocadas diariamente e ser, de preferência, de algodão. As meias feitas com material sintético, como poliéster e náilon, fazem o pé transpirar mais.

4. O calçado pode ser usado novamente sem lavar?
O ideal é que as pessoas, no mínimo, exponham os sapatos ao sol depois de usar. O calor seca o suor, diminuindo as bactérias e os fungos. E tente não repetir o mesmo calçado em dias seguidos.

5. Os talcos realmente previnem o problema?
Existem alguns sprays e talcos antiperspirantes ou antibacterianos, para serem usados nos pés após o banho, que podem auxiliar na profilaxia. Eles agem diminuindo o suor e eliminando as bactérias que trazem o mau cheiro nos pés.

6. Qual a diferença ente um talco comum e os próprios para os pés?
Os talcos próprios para os pés podem ser grandes aliados no tratamento contra o chulé, porque absorvem a umidade e podem conter substâncias anti-sépticas.
7. Algum material usado nos calçados é mais propício a dar mau cheiro?
O uso contínuo de sapatos fechados de borracha ou de plástico, além de meias sintéticas, facilitam a produção de suore impedem a ventilação dos pés. Por isso, é melhor evitá-los se você tem tendência a ter chulé.
8. Por que, em geral, os homens sofrem mais com o problema?
Na verdade, qualquer pessoa, independente da idade ou do sexo, pode ter esse mau odor nos pés. No entanto, os homens jovens e de meia-idade são mais freqüentemente acometidos, porque o hormônio testosterona pode determinar uma maior transpiração nos pés. Além disso, os homens usam mais sapatos fechados, o que aumenta as chances das bactérias e fungos se proliferarem. As mulheres também podem ser atingidas pelo chulé, no entanto em menor número porque elas costumam utilizar sandálias abertas e trocam os sapatos com maior freqüência do que os homens.
9. E existe uma maneira de acabar de uma vez por todas com o chulé?
Para ficar livre do chulé, é preciso redobrar os cuidados com a higiene. Assim, a umidade dos pés é eliminada, dificultando a ação dos fungos e das bactérias. Para evitar o problema, são recomendadas as seguintes orientações:
- Após o banho, secar bem os pés e entre os dedos (o que evitará também as frieiras)
- Evitar calçados fechados no verão porque eles aumentam a temperatura e a transpiração.
- Usar sapato com meias limpas e, de preferência, as de algodão que absorvem melhor o suor.
- Não ande descalço em pisos úmidos (banheiro coletivo, sauna e lava-pés).
- Use seu próprio material para cortar as unhas.
- Não use os mesmos sapatos todos os dias.
- Exponha os calçados ao sol
10. Por que alguns chinelos dão chulé, apesar de o pé permanecer descoberto?
Porque os calçados produzidos com materiais sintéticos, como borracha e plástico, tendem a concentrar mais o calor e a umidade e, conseqüentemente, aumentar o mau cheiro.

Por El cabron

Aug 07

Cravos, espinhas e os famosos miliuns (bolinhas de sebo sob a pele) fazem você estremecer em frente ao espelho? Eles são resultados de impurezas produzidas pelas glândulas sebáceas e que a derme não conseguiu expelir. Para conseguir se livrar deles, só com uma boa faxina no rosto, recuperando o brilho e a viscosidade.Mas nem todo mundo precisa se submeter a essa varredura completa. “Muitos tipos de pele conseguem se limpar naturalmente. A exceção normalmente fica por conta da pele oleosa que, em geral, não se satisfaz apenas com tônicos e sabonetes” , explica Mônica Fiszbaum, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A freqüência da operação limpeza também depende dos tipos de pele.
Quem tem espinhas, precisa do tratamento uma vez por mês. Se sua pele é muito oleosa, a visita pode ser trimestral desde que os cuidados domésticos façam parte do seu dia-a-dia (receitas caseiras deixam sua pele renovada). Peles normais pedem limpezas com o mesmo intervalo ou até com um espaço
maior. Para isso, basta manter em casa um kit com alguns produtos que ajudem a manter a aparência higienizada: um bom tônico, loção demaquilante (no caso das mulheres), creme ou gel de hidratação e, para os mais empenhados, alguma fórmula esfoliante.

Na clínica ou em casa, atenção
Em casa, a remoção das impurezas faciais exige cuidados redobrados. Uma apertadinha a mais pode até provocar cicatrizes no rosto. “Recomendo espremer apenas lesões superficiais, fáceis de se retirar” , aconselha Mônica.
O ideal é lavar o rosto embaixo de água bem quente, de preferência no chuveiro, para o vapor ajudar a abrir os poros. Depois, molhe um algodão com água aquecida e deixe repousar por um tempo sobre o cravo ou a espinha. Aperte com os dedos ao redor dos pontinhos fazendo pressão para baixo. Se estiver difícil para sair, não insista.

Já na esteticista, a limpeza de pele dura entre 50 e 60 minutos e pode ter até oito passos. Confira a seguir o que acontece em cada um deles.

1. Higienização
É a primeira fase da limpeza, feita com loções e demaquilantes para retirar impurezas superficiais ou maquiagem. São usados produtos na forma de musse, emulsão, creme ou gel.

2. Esfoliação
Realizada com cosméticos cheios de grânulos, remove as células mortas e afina a parte mais superficial da pele 

3. Desincrustação
Alguns dermatologistas fazem uma máscara para amolecer a camada superficial da pele e favorecer a retirada de cravos, espinhas e miliuns.

4. Vapor
O rosto fica sob vapores de ozônio para abrir os poros. O gás também tem efeito bactericida e ajuda a preparar a região para as extrações.

5. Extração
É a caça ao inimigo. Pode ser feita manualmente ou com um aparelho de sucção, sem a necessidade de espremer com as mãos. Os cravos brancos e miliuns são retirados com uma microagulha esterilizada, por serem mais profundos.

6. Máscara calmante
Por 10 minutos, o rosto recebe uma máscara que irá recuperá-lo de tantas apertadinhas. Existem produtos específicos pada tipo de pele, hidratando ou controlando a oleosidade.

7. Aparelho de LED
Esse estágio só aparece em procedimentosmais agressivos. O aparelho tem propriedades cicatrizante e antiinflamatória, deixando o rosto bem menos marcado e sem a vermelhidão característica de uma limpeza mais rigorosa.

8. Máscara final
Feita à base de cremes ou, nas peles oleosas, com gel. Há muitas variações, escolhidas de acordo com a necessidade da pele após o tratamento. Há a hidratante, a clareadora de manchas ou sardas, a calmante, a purificante e a que oxigena boa para peles sem vitalidade. “O paciente vai para casa com a máscara e deve permanecer com ela durante três horas. Depois disso, é só lavar o rosto com água” , explica a dermatologista.

Antes de entrar na faxina…
A dermatologista Mônica Fiszbaum conta que algumas dúvidas já se tornaram cativas no consultório e continuam em pauta entre homens e mulheres que procuram orientação profissional antes de entregar o rosto para ser renovado. A seguir, ela responde todas elas para você.

Todo mundo deve fazer limpeza de pele?
Não. Pacientes com a pele cheia de espinhas amareladas devem evitar o procedimento. Nessa situação, a infecção pode se disseminar e o tratamento, em vez de ajudar, vai comprometer a saúde cutânea. Nessas situações, o melhor é fazer um tratamento com o dermatologista, esperar as espinhas sumirem e, aí sim, incluir a limpeza na rotina.

Posso fazer limpeza quado estiver bronzeada?
Não é recomendado. Após a exposição prolongada ao sol, a melanina (substância responsável pelo escurecimento da pele) está em plena atividade. Portanto, o contato com alguma substância mais agressiva pode provocar o aparecimento de manchas que vão ficar ainda mais evidentes quando o bronzeado sumir.

Depois de fazer a limpeza, é permitido tomar sol?
Nem pense nisso. Saindo da clínica, fique 48 horas sem se expor ao sol. Além disso, aplique filtro solar com fator 15, no mínimo. Cosméticos que tenham ácidos na composição também estão proibidos nesse período a pele está sensível demais e eles prodem causar manchas. A mesma recomendação vale para o cremes oleosos, que podem entupir os poros.

Grávidas podem fazer limpeza de pele?
A não ser que a futura mamãe já tenha o hábito incluído no cotidiano, melhor evitar. Mas explicação para isso tem fundo emocional: os médicos preferem proteger a paciente de qualquer tratamento que possa causar dores ou estresse

Cravos: é possível prevenir!

Evitar os pontinhos pretos que insistem em marcar seu rosto é praticamente impossível, afinal não dá para frear a oleosidade natural da pele e, menos ainda, encapar o rosto e protegê-lo da poluição os dois fatores que desencadeiam o surgimentos dos cravos

Mas não é por isso que você precisa passar o tempo todo com o rosto pintado. Alguns cuidados caseiros são suficientes para remover os pontos ainda que, a longo prazo, não substituam uma limpeza de pele.

Tônicos e produtos adstringentes oferecem ótimos resultados, assim como sabonetes de ação profunda. Só tome cuidado para não usar produtos inadequados para o seu tipo de pele. Eles podem ressecar demais o rosto, levando o organismo a produzir ainda mais sebo e, conseqüentemente, favorecendo o aparecimento dos cravos e até de espinhas. (escolha o melhor sabonete para a sua pele). No caso das mulheres, dormir maquiada também é fatal: os cosméticos entopem os poros, e o rosto rapidamente enche-se de pontos pretos.

Fonte

Por El cabron

Aug 05
Postado por Fernando Panissi em 05 de Agosto de 2008 às 11:09
Via:G1

cameradigital_270x408.gifOlá, leitores.
A coluna de hoje é sobre câmeras digitais. Quais são as características mais importantes na hora da compra? Existe uma série de detalhes técnicos que são desconhecidos da maioria das pessoas, por isso vou apresentá-los de maneira simples e objetiva. Vamos lá?

MEGAPIXELS
Este é considerado um dos fatores mais importantes pelos vendedores na hora da compra - eu dediquei uma coluna inteira a esse tema. Trocando em miúdos: A quantidade de megapixels influencia a qualidade das fotos. Quanto maior o número, melhor. Mas há uma série de outros fatores que compõem um bom equipamento, como vamos ver mais abaixo.

Hoje existem câmeras com 14 megapixels, mas você terá fotos com qualidade suficiente se comprar uma de 7 megapixels. Lembre-se que, quanto maior a resolução das imagens, maior o espaço que elas ocupam: por isso, fotos com 14 megapixels vão encher seu cartão de memória mais rápido e ser transferidas para o computador mais lentamente do que aquelas de 7 megapixels.

As câmeras mais simples disponíveis atualmente são as de 5 MP. Assim, não acho que vale a pena comprar equipamentos com valores inferiores a este.

Interpolação
Um dado importantíssimo a ser observado quando se é a interpolação. Ou seja, a capacidade da câmera de aumentar artificialmente a resolução da foto através da inserção de novos pixels baseados naqueles já existentes. Existem câmeras com resolução efetiva de 6 megapixels, mas com capacidade de gerar imagens com 8 megapixels por interpolação. Observe as especificações de duas câmeras extraídas de um site de comércio eletrônico:

“Com sensor CMOS de 5.0 Megapixels (12 MP interpolado)”

“Resolução efetiva: 7,2 milhões de pixels (3072×2304 pixels);
interpolação em megapixels: 8 milhões de pixels (3264×2448 pixels)”

Agora você pergunta: a interpolação é uma função ruim? Respondo: não é ruim, mas, via de regra, não deixa sua foto com mais qualidade, apenas dá a sensação de resolução maior. O importante é, na hora da compra, verificar se a resolução máxima informada é efetiva ou por interpolação. Os fabricantes costumam, de forma honesta, informar a resolução efetiva como a principal da câmera, e apresentar os dados de interpolação em uma especificação mais detalhada. É o caso das três câmeras que exemplifiquei acima.

ZOOM
O zoom é importante, principalmente quando você precisa de uma foto aproximada para conseguir mais detalhes. Mas lembre-se: existe zoom óptico e zoom digital.

O óptico é o mais importante, já que utiliza as lentes para aproximar a imagem e garante fidelidade e nitidez. Geralmente, as câmeras apresentam zoom óptico de 3 ou 5 vezes. Recomendo a compra de equipamentos com algum tipo de zoom óptico, de pelo menos 3 vezes. Assim, caso você precise aproximar algum objeto ou pessoa, pode fazê-lo com certo nível de qualidade.

Já o zoom digital é uma espécie de “complemento” do zoom óptico. O que ele faz é ampliar digitalmente uma determinada parte da foto, gerando uma conseqüente perda de qualidade e resolução. Na maior parte das câmeras o zoom digital aproxima de 5 a 10 vezes o tema fotografado.

TEMPO DE DISPARO
O intervalo de tempo entre o “clique” e o registro da foto na máquina. Uma câmera com tempo de disparo elevado não é boa para fotos com movimento — como, por exemplo, aquele gol que seu filho está prestes a marcar na partida de futebol do colégio. Veja a especificação de uma câmera:

Você pode notar nas especificações das câmeras, valores como 0.009 segundos ou representados por frações: 1/60 e afins. Este tipo de especificação geralmente não dá uma exata percepção do que isso representa na hora de fotografar, mas vale a regra: quanto menor o tempo, melhor. Veja exemplos de como essas especificações são divulgadas:

“Velocidade de Disparo: Normal: 2 seg. ~ 1/1000 seg. - Cena Noturna: 8 seg. ~ 1/1000 seg.”

Um fator determinante no tempo de disparo é o tempo gasto pela câmera para ajustar o foco, que pode levar milésimos de segundo ou até “eternos” meio segundo, fazendo com que percamos aquele exato momento de um fato que queríamos eternizar. Essa informação é mais rara nas especificações dos fabricantes, então a melhor maneira de descobrir é fazer um “test drive” da câmera. Para evitar esse problema, dou duas dicas:

1 - Sempre que for fotografar, mantenha antes da foto o botão de disparo levemente pressionado. Com isso a câmera ajusta previamente o foco, não desperdiçando esse tempo quando efetivamente tirar a foto.

2 - Alterar, nas configurações da câmera, o valor do ISO, que geralmente vem configurado como 100. Experimente valores como 400 e 600, assim você vai sentir uma melhora no tempo de disparo.

ESTABILIZADOR DE IMAGEM
As câmeras digitais são menos tolerantes com mãos trêmulas, e muitas pessoas se frustram com isso. Muitas câmeras têm um recurso chamado Estabilizador de Imagem, que basicamente compensa os movimentos da câmera, minimizando o impacto dos movimentos na qualidade da imagem, ajudando a “congelar” a cena. O efeito do estabilizador é perceptível no visor, que dá a sensação de lentidão, como se estivesse milésimos de segundos atrasado com relação ao “tempo real”.

Certas fotos, principalmente quando fazemos uso do zoom, só saem boas se usarmos um tripé. Mas isso nem sempre é possível. Nesses casos, é importante ter o estabilizador de imagem.  Eu recomendo sempre comprar câmeras com esse recurso, e ativá-lo quando quiser tirar fotos em movimento.

Momento engraçado: veja um exemplo de estabilizador de imagem que custa menos de US$ 1.

ENERGIA
Sem ela, nada de fotos. Algumas câmeras utilizam modelos proprietários de baterias, o que pode gerar algum tipo de transtorno quando usamos muito a máquina e não temos tempo de recarga. Eu prefiro as câmeras que aceitam pilhas — geralmente AA ou AAA — descartáveis e recarregáveis. Na maior parte do tempo, podemos usar as recarregáveis, pois são mais econômicas e são menos agressivas ao meio ambiente. E, em uma situação de emergência, podemos colocar uma pilha descartável, que pode ser encontrada com facilidade em lojas.

EXPOSIÇÃO
A quantidade de luz influencia totalmente a qualidade da imagem capturada. A grande maioria das câmeras controla de forma automática a entrada de luz pelo orifício de captura, deixando para o fotógrafo o restante do trabalho.

Esse recurso funciona bem em um ambiente com quantidade de luz razoável e bem distribuída. Em situações de pouca luminosidade, o uso do flash é recomendado.

Se você conhece um pouco de iluminação e fotografia profissional, vale optar por uma câmera com controle manual de exposição. Mas para a maioria das pessoas, a melhor opção é o controle automático.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
A memória de armazenamento é um assunto que até poderia ser abordado, mas não guarda grandes segredos. Hoje a maioria das câmeras tem cartão de memória de 1 GB ou mais. Pense que, quanto maior for a memória, mais fotos na resolução máxima você poderá tirar.

Conhecer a câmera antes da compra também é recomendável. É importante testar para verificar facilidades com os menus, manuais e botões do painel. Existem modelos com menus complexos e pouco intuitivos.

E assim finalizo este post. Os comentários estão abertos. Deixe sua opinião, e principalmente, suas dúvidas. Afinal, sexta eu estarei de volta com um pacotão de dúvidas. Boa semana a todos.

Por El cabron

Aug 03

Foto: Divulgação

Na tentativa de deixar os cabelos mais longos e bonitos, muitas mulheres seguem a forte tendência da moda dos apliques e acabam prejudicadas. Segundo a especialista Márcia Caramelo, do salão Jacques Janine, de São Paulo, o tipo de técnica utilizada e a qualificação do profissional podem fazer a diferença na hora de avaliar o resultado.

Alongamentos que são aplicados com pequenos elásticos ou com nós nos fios, para fixar as mechas nos cabelos naturais, merecem uma atenção especial das clientes. “A aplicação com queratina é mais indicada porque a cola ou os nós podem ser prejudiciais aos cabelos e, se colocados da maneira errada, podem causar a queda dos fios”, diz Márcia.

O método adotado por Márcia, o Hair Fashion, utiliza polímero, uma queratina artificial para fixar de 150 a 200 mechas (de cabelo natural) ao cabelo da cliente. O procedimento, auxiliado por um laser, dura cerca de uma hora. “Antigamente era comum o uso de colas de silicone, mas, na hora de retirar o aplique, o cabelo da cliente podia cair”, afirma. De acordo com a especialista, o aplique deve ser trocado a cada quatro meses e pode ser utilizado para alongar ou dar volume aos cabelos.

“Hoje em dia, os apliques para alongamento são uma tendência, até porque muitos famosos passaram a utilizar e isso atrai a atenção das mulheres. É importante ressaltar, porém, que se o aplique não for bem feito, a cliente pode se arrepender. Por isso, às vezes a economia não compensa”, diz Márcia.

Para evitar a queda de cabelos, além de escolher um profissional especializado e que utilize produtos de qualidade, é fundamental cuidar dos novos fios de maneira adequada. Para Márcia, o calor associado a cremes pode aumentar o peso do aplique e prejudicar o polímero, fragilizando o alongamento. Vale destacar, no entanto, que o cabelo pode ser tratado normalmente, inclusive com a aplicação de químicas e técnicas como a escova e a chapinha.

Cuidados com o aplique

- Utilize um xampu específico, que não interfira na conservação do polímero (siga a indicação de seu cabeleireiro);

- É permitido lavar os cabelos todos os dias, mas cuidado para que os movimentos não embaracem os fios;

- É preciso pentear os cabelos todos os dias;

- Use apenas escova e não pente;

- Mantenha o uso de seus produtos de hidratação e os cuidados cotidianos de seus cabelos naturais;

- Evite lavar os cabelos com água muito quente para não interferir na conservação do polímero.

Técnica italiana
Foto: Divulgação

O método utilizado pelo Instituto Laces and Hair, de São Paulo, para alongar o cabelo é o Great Lengths, um procedimento italiano. O cabelo, de mulheres indianas, vem da Itália, pronto para a aplicação. Segundo especialistas do salão, o cabelo passa por banhos especiais para dar leveza e naturalidade aos fios na hora de aplicar.

O Great Lengths utiliza queratina pura e não possui banho de silicone, por isso não são dados nós nos fios. Os cabelos podem ser alongados de 30 cm a 60 cm por meio do procedimento e o resultado dura quatro meses. O tempo de aplicação dura em média de uma a quatro horas.

Para quem optar por esse tipo de aplique saudável, os cuidados são escovar os cabelos todos os dias, não usar produtos com álcool para que a queratina não se cristalize e cuidar dos fios como se cuida dos cabelos normalmente.

Fonte

Por El cabron

Aug 03
Foto: Divulgação

A principal dúvida sobre óleo para motores é uma só: que tipo de óleo usar no meu carro? A resposta é bem simples: o que estiver indicado no manual do proprietário. Mas, acalme-se, a idéia aqui não é comentar o óbvio, mas sim abrir seus olhos para esse importante assunto na manutenção do seu veículo.

Antes, porém, vamos detalhar a função do lubrificante. Sua tarefa é evitar o atrito entre as peças móveis dentro do motor e assegurar o bom funcionamento. Esse fluido deve manter suas características de lubrificação sob as mais diversas condições, sejam climáticas ou formas de uso. Com o passar do tempo, o óleo do motor tende a perder sua viscosidade - característica principal no lubrificante -, encarregada de fazer com que o óleo permaneça por mais tempo revestindo as peças que estão em contato dentro do motor. Perdendo a viscosidade, o atrito poderá comprometer o funcionamento do motor e deste modo a vida útil, além de reduzir o desempenho e aumentar o consumo.

Muitas pessoas têm o hábito de só completar o óleo quando este está abaixo do limite, sendo que o mais adequado é fazer a troca completa do lubrificante. Esse erro pode custar caro. Se não for substituído, o óleo fica mais sujo que o normal, já que além de lubrificar ele também tem a função de eliminar determinados resíduos da combustão – queima do combustível - e isso compromete a viscosidade.

Mas o que fazer para o óleo não perder a viscosidade? O correto é fazer as trocas dentro dos limites de quilometragem estabelecidos para cada tipo de óleo.

Que óleo colocar?

Para saber qual é o lubrificante correto para seu veículo consulte o “Manual do Proprietário” na seção referente a manutenção. É simples e rápido. Lembre-se de observar os dados referentes a viscosidade (SAE) e ao desempenho (API) e grave esses números. Outra possibilidade é conferir as tabelas de recomendação disponíveis nos postos de serviço. Conheça os tipos de óleo:

Foto: Divulgação

Óleo mineral multiviscoso - O mineral multiviscoso é o mais comum no mercado. Esse tipo de óleo é adequado para qualquer motor, sendo ele de qualquer cilindrada ou combustível. Sua principal característica é adaptar a viscosidade de acordo com a temperatura de funcionamento do motor.

Vamos tomar como exemplo o 15W40. O primeiro número indica a viscosidade do óleo em uma temperatura baixa, como na hora da partida, e o segundo indica a viscosidade à temperatura operacional. Quanto menor o primeiro número, mais fino é o óleo e quanto maior o segundo, mais grosso. O cuidado necessário é efetuar as trocas antes de atingir o limite de quilometragem, nesse tipo de óleo recomendada a cada 5 mil quilômetros. Caso passe despercebido, com o tempo provoca alto índice de carbonização interna do motor que, a partir de então, fica sujeito a falhas e quebras.

Óleo semi-sintético - O semi-sintético é o óleo que mistura a base sintética com a mineral. Esse tipo é recomendado para motores mais potentes que trabalham em altas rotações. Mas, nada impede seu uso em motores menos potentes. Provoca menos carbonização interna e contribui para amenizar o atrito entre as peças internas do motor, principalmente durante a partida, quando a maior parte do óleo encontra-se em repouso no cárter – reservatório do óleo. Ele também é do tipo multiviscoso. A troca é recomendada pela maioria dos fabricantes a cada 10 mil quilômetros, mas convém efetuá-la antes disso, por volta dos 8 mil.

Óleo sintético - Os sintéticos são os mais elaborados e caros e prometem manter a viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor. Com essa característica a tendência é não carbonizar o motor. São indicados para os modelos esportivos que trabalham em regimes mais severos. A troca é recomendada a cada 20 mil quilômetros, mas é bom ficar sempre atento ao nível.

Foto: Divulgação

O mais importante de tudo é usar um único tipo de óleo e, de preferência, da mesma marca. Em princípio, os óleos automotivos são compatíveis entre si, sendo até possível misturar marcas diferentes. Porém é preciso tomar o devido cuidado de usar produtos de um mesmo nível de desempenho (API) - sigla em inglês de Instituto Americano do Petróleo, uma classificação de duas letras que informa o tipo de motor para o qual o óleo se destina (gasolina ou diesel) e o nível de qualidade.

Também não se esquecer do mesmo índice de viscosidade (SAE) - sigla em inglês para Sociedade de Engenharia Automotiva, que classifica os lubrificantes automotivos em faixas de viscosidade. No entanto, a melhor alternativa ainda é evitar esse procedimento. Uma observação importante é nunca misturar óleo mineral com óleo sintético. O tempo de troca também varia de modelo para modelo.

Medição no posto de gasolina

É comum entre os motoristas pedir para checar o nível em postos de gasolina durante o abastecimento. O procedimento é correto, mas, geralmente, os atendentes não perguntam qual a marca e o tipo de óleo que você prefere ou mesmo o que já está no reservatório do motor. Eles medem o nível e, se estiver baixo, completam com o óleo que tiverem no estoque.

Nesse momento é importante ter paciência e aguardar pelo menos três minutos com o carro desligado antes de fazer a medição. Esse tempo é necessário para que todo o óleo do motor escorra para o cárter e assim permita uma correta avaliação do nível.

É por isso que as montadoras aconselham os proprietários a trocar ou completar o óleo em concessionária autorizada. Cada marca tem sua recomendação específica, mas nada que, se você tomar toda a cautela, não seja possível de realizar em postos de serviço.

Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível. Motores com mais de 100 mil quilômetros rodados têm mais folga em determinados componentes internos que os veículos novos e, portanto, tendem a baixar mais o nível de óleo no cárter. É bom lembrar que mesmo o motor novo também tem certo consumo de óleo, assim o acompanhamento do nível se faz necessário para qualquer carro, independente do tipo de combustível utilizado e tempo de uso.

Fonte

Por El cabron

Aug 03

Mais do que um hábito constrangedor, roer unhas é um vício. Quando percebe, você já levou as mãos à boca e está fazendo dos dentes uma serrilha. As unhas são mastigadas com força e insistência. A pele em volta segue devorada, enquanto os dedos sofrem a pressão até não suportarem, respondendo com nesgas de sangue que vazam entre as cutículas estraçalhadas e até deixam vestígios nos lábios. Esse é o momento de parar , afirma a psicoterapeuta Maura de Albanesi, pós-graduada em terapia corporal. Os pacientes viciados em roer unhas só dão sossego às mãos quando elas sangram. Mas isso dura pouco: é só o tempo de finalizar a cicatrização para o ciclo recomeçar .

Ansiedade, angústia, falta de segurança e muita timidez são os sentimentos associados ao problema que, aliás, não precisa de terapia para ser corrigido. Segundo Maura, a força de vontade vale muito mais. Até hoje, nenhum paciente me procurou interessado em parar de roer as unhas, isso aparece como algo residual, como um sintoma de outras situações , diz.

Na maioria dos casos, o hábito começa na infância. Principalmente em famílias onde os adultos não dão muito espaço para elas manifestem suas próprias opiniões ou digam o que querem , afirma o dermatologista Marcelo Bellini, professor da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Estética. A longo prazo, roer as unhas e puxar com a boca a pele da cutícula causam a chamada paroníquia crônica (infecção da pele ao redor das unhas, caracterizada por inchaço, vermelhidão e aumento da sensibilidade) . A doença interfere no formato das unhas e até comprometer o seu crescimento, porque é debaixo da cutícula onde está a matriz da unha, ou seja, onde ela é gerada.

Então, se a aparência desleixada das mãos é o que anda incomodando, o jeito é assumir isso e identificar as situações em que os dedos quase pedem para encontrar os dentes. As unhas são nossas garras, quem rói está, literalmente, comendo a própria agressividade. É um indivíduo que tem medo de se expor e precisa aprender a conduzir esta energia mais forte, em vez de triturá-la , afirma a psicoterapeuta.

De acordo com ela, essas pessoas precisam descobrir que tipo de atitude leva à auto-repressão. O próprio gesto de levar a mão até a boca lembra uma criança indefesa, acuada. No ambiente profissional, essa postura pode ser extremamente nociva se for interpretada como falta de assertividade .

Pintar as unhas de vermelho, no caso das mulheres, ou manter um chiclete na boca podem até servir como paliativos. Muitas pacientes também experimentam as unhas postiças na fase em que buscam conquistar mais segurança, porque a maioria rói até o esmalte , afirma o dermatologista. Mas, dificilmente, essas atitudes resolvem o problema. A solução é mesmo criar segurança para se expor. Você pode, inclusive, manter um bloco de anotações no bolso para escrever a hora e a situação em que teve vontade de roer as unhas. Isso ajuda a identificar onde estão seus focos de ansiedade, dando pistas de como aliviar esse sentimento.

Fonte

Por El cabron

Aug 01

Confira agora os filmes que chegam às telas em 1º de agosto!

A Múmia: Tumba do Imperador Dragão
Aventura - 10 ANOS

No terceiro filme da série, rumo à Ásia, Brendan Fraser retorna como o explorador Rick O’Connell para combater o ressurrecto Imperador Han (Jet Li) em um épico que vai das catacumbas da China antiga até o topo gélido do Himalaia.

(The Mummy: Tomb of The Dragon Emperor) EUA, 2008. Direção: Rob Cohen. Elenco: Brendan Fraser, Jet Li, Michelle Yeoh. Duração: 114 min.

Crítica, galeria de imagens e trailers
Clipes do filme

Maus Hábitos (RJ)
Drama - 14 ANOS

A história de uma família unida por uma variedade de distúrbios alimentares, onde sua fé, seu
amor, sua vaidade são todas postas à prova na mesa de jantar.

(Malos Hábitos) México, 2007. Direção: Simón Bross. Elenco: Ximena Ayala. Duração: 103 min. Classificação: 14 anos.

Crítica

O Verdadeiro Amor (SP)
Romance - 14 ANOS

Inge é uma alemã determinada que veio a Minnesota para consolidar seu casamento arranjado com Olaf, um discreto fazendeiro. Mas num mundo pós-Primeira Guerra, o clima anti-alemão está fortemente presente.

(Sweet Land) EUA, 2005. Direção: Ali Selim. Elenco: Elizabeth Reaser, Lois Smith, Patrick Heusinger. Duração: 110 min.

Crítica em 1º de agosto

Quando Estou Amando (RJ)

Drama - 12 ANOS

Cantor de bailes na meia-idade tem sua vida alterada ao conhecer uma jovem corretora de seguros.

(Quand j’étais chanteur) França, 2006. Direção: Xavier Giannoli. Elenco: Gerard Depardieu, Cécile De France, Mathieu Amalric. Duração: 112 min.

Como Eu Festejei o Fim do Mundo (RJ)
Drama/Comédia - 14 ANOS

Em 1989, num colégio de Bucareste, capital da Romênia, uma estudante de 17 anos e seu namorado quebram acidentalmente um busto de gesso do ditador Ceausescu. Por causa deste acontecimento, a garota acaba sendo transferida para um reformatório. Indignado, o seu irmãozinho planeja vingança e o alvo será o próprio ditador, em carne e osso, durante uma visita que este fará à sua escola.

(Comment J’ai Fêté la Fin du Monde) Romênia/França, 2006. Direção: Catalin Mitulescu. Elenco: Dorotheea Petre, Timotei Duma e Marius Stan. Duração: 106 min.

Meu Irmão é Filho Único
Drama - 14 ANOS

A relação entre dois irmãos nos anos 60 e 70 numa cidade pequena da Itália.

(Mio fratello è figlio unico) Itália/França, 2007. Direção: Daniele Luchetti. Elenco: Elio Germano, Riccardo Scamarcio. Duração: 95 min.

Na próxima semana
À Caçada, Asterix nos Jogos Olímpicos, Devoção, Encarnação do Demônio, O Grande Dave, Lemon Tree, La León, Mais do que Você Imagina, Quatro Minutos, Quebrando Regras, Violência em Família. Sujeito a alterações por parte das distribuidoras.

Via: Omelete

Por El cabron

Jul 29

Nem todo mundo trata o assunto com a seriedade que ele merece. Ao contrário, tem gente que engole antibiótico como se fossem jujubas. Qualquer dor de cabeça basta para correr à farmácia e pedir uma caixa daquele remédio que alguém na família tomou, com sucesso. Um tiro no pé. Antibiótico precisa de prescrição médica rigorosa. Existem várias fórmulas para combater a mesma doença, e só médico sabe a mais adequada , afirma o infectologista Jorge Amarante, do Hospital Samaritano

A seguir, o especialista aponta os erros mais comuns nesse tipo de tratamento, revela os perigos relacionados a cada um deles e indica como proceder em situações de surpresa, como o esquecimento de uma dose ou o aparecimento de alergias.

Parar o tratamento no meio
As infecções mais comuns (garganta, ouvido e pele) pedem de cinco a sete dias de tratamento, com doses a cada oito horas. O problema é que os resultados do remédio aparecem logo nas primeiras doses, e muita gente acha que já pode dispensá-lo. Um erro grave, porque a doença não é curada. Morrem apenas as bactérias menos resistentes, as mais fortes persistem e, pior, tornam-se imunes ao medicamento , afirma o infectologista do Hospital Samaritano.

Esquecer a hora de tomar o remédio
O intervalo entre as doses é calculado de acordo com a chamada meia-vida do remédio (tempo em que a concentração dele cai pela metade na corrente sangüínea). Uma dose ingerida antes da hora pode causar intoxicação ou, simplesmente, pode não ser absorvida pelo organismo , afirma o especialista. Já quando você se esquece de tomar o medicamento, pode sofrer com a volta dos sintomas. Converse com o seu médico sobre a melhor maneira de agir caso isso aconteça. Em alguns casos, é melhor tomar dois comprimidos de uma vez. Já, em outros, é melhor continuar o tratamento, incluindo a dose esquecida no final .

Tomar antibiótico sem prescrição
O erro é grave com qualquer medicamento. Mas, com os antibióticos, o perigo é dobrado. Há vários riscos envolvidos: alergia, intoxicação e, por fim, o não tratamento da doença. Doenças virais não são combatidas com antibióticos. Além disso, tomar os medicamentos à toa acaba afetando as bactérias naturais do nosso corpo e, muitas vezes, elas tornam-se nocivas e passam a causar doenças

Combinar medicamentos
Sem orientação médica, não pense sequer em tomar analgésicos junto a um antibiótico. Na situação menos grave, você vai se contorcer com dores no estômago. E, nos piores casos, temos a chamada hepatite medicamentosa. O fígado é intoxicado com tanta medicação e precisamos suspender o tratamento, iniciando outro , afirma o médico.

Forrar o estômago
Cruzar a hora da medicação com as refeições é um problema. Isso porque, com a digestão, o organismo demora mais a absorver o remédio. O ideal mesmo é tomar o antibiótico duas horas antes de comer. E faça isso com água, não com leite. Alguns remédios são mais bem aproveitados na presença de leite, mas é melhor perguntar ao seu médico se este é o caso , recomenda o especialista.

Fonte

Por El cabron

Jul 28

Via: O Buteco da Net

Que sexo é um assunto polêmico não resta a menor dúvida. A atriz Flávia Alessandra, a “Alzira” da última novela das 8 da Globo, revelou a uma revista feminina que, para ela não há pudores na cama:

“- A gente não precisa trazer à tona o que faz entre quatro paredes. Mas acho que Nelson Rodrigues tinha razão quando dizia que toda mulher devia ser uma dama na rua e uma p*** na cama.

Toda mulher tem que ser despudorada na cama, se não for, o casal se trava, ainda mais hoje em dia que é tudo tão aberto. Mas sei que sou uma minoria. Na nossa sociedade, ainda deve ter muita mulher infeliz, que não sabe o que é gozar, que não tem fantasias realizadas”.

Pensando nisso, listamos algumas práticas sexuais que, à depender dos princípios das pessoas, podem parecer bizarras, para outras, imprescindível.

Espanhola
O que é:
Para quem não sabe (ou não lembra), é o nome dado a uma técnica sexual em que o parceiro aloja o pênis entre os seios da mulher, onde este é estimulado por meio de movimentos constantes, numa espécie de masturbação a dois.

Quando começa a polêmica: Antes de partir para cima da parceira e induzi-la a fazer uma espanhola, é prudente saber se isso não vai constrange-la. Assim como o sexo oral, a espanhola é vista por muitas pessoas como uma prática anti-higiênica. Como em qualquer prática sexual, o sexo oral é mais prazeroso quando as duas pessoas compartilham do mesmo desejo de praticá-lo.

Chupão
O que é:
Embora não seja uma prática sexual, o chupão é um dos assuntos mais polêmicos nas relações amorosas. Ele é o resultado de um beijo ou mordida forte o suficiente para estourar os vasos sanguíneos que estão embaixo da pele, deixando uma marca ou mancha roxa temporária que, à depender da pele, pode durar de 4 a 12 dias.

Quando começa a polêmica: Beijos, mordidinhas leves e carícias são legais e aceitáveis por todo mundo. Entretanto, chupão, com direito a marca, são discutíveis, sobretudo porque deixa evidente ocorrências que nem sempre são interessantes explicitar.

Fisting
O que é:
Também conhecida como Fist Fuck ou Fist fucking, é a prática sexual que envolve a inserção da mão na vagina ou antebraço no ânus do(a) parceiro(a). Isso mesmo, os praticantes afirmam que, embora doloroso, parte do gozo obtido na sua prática está em aprender a apreciar as sensações que são proporcionadas pela distensão do ânus ou vagina.

Quando começa a polêmica: Além de não ser uma prática muito habitual, o Fisting oferece um grande risco aos praticantes. Por apresentar um alto risco de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, é imprescindível o uso de luxas e lubrificação intensa do ânus ou vagina. Além disso, existe um alto risco de infecção bateriana, devido à presença de bactérias embaixo das unhas (ainda que lavadas) e ao redor das cutículas.