Aug 20

Semanas antes de começarem a cair bombas reais na Geórgia, um pesquisador de segurança no subúrbio de Massachusetts, nos EUA, assistia a um ataque contra o país no ciberespaço.

Jose Nazario, da Arbor Networks em Lexington, percebeu um fluxo de dados direcionados a sites do governo da Geórgia contendo a mensagem: “ganhe+amor+na+Rússia (win+love+in+Russia)”.

Outros especialistas em internet nos Estados Unidos dizem que os ataques contra a infra-estrutura da rede da Geórgia teve início em 20 de julho, com barragens coordenadas de milhões de pedidos – conhecidos como ataques distribuídos de negação de serviço (ou DDOS, na sigla em Inglês) – que sobrecarregaram certos servidores georgianos. O governo da Geórgia culpou a Rússia pelos ataques, mas os russos negaram envolvimento.

DDOS

Pesquisadores do Shadowserver, grupo voluntário que rastreia atividades maliciosas na rede, reportaram que o site do presidente georgiano, Mikheil Saakashvili, foi deixado inoperável por 24 horas por múltiplos ataques DDOS. Os pesquisadores disseram que o servidor de comando e controle que dirigiu o ataque, que está localizado nos Estados Unidos, havia ficado online várias semanas antes do início do assalto.

Da forma como se desenrolou, o ataque de julho pode ter sido um ensaio para uma guerra cibernética assim que os disparos começaram entre Geórgia e Rússia.

De acordo com especialistas técnicos em internet, foi a primeira vez que um ataque virtual coincidiu com uma guerra real. Mas provavelmente não será a última, diz Bill Woodcock, diretor de pesquisa da Packet Clearing House, uma organização sem fins lucrativos que rastreia o tráfego da rede. Ele diz que cyber-ataques são tão baratos e fáceis de organizar, com poucas impressões digitais, que quase certamente permanecerão como marca dos combates modernos.

“Eles custam cerca de 4 centavos por máquina”, diz Woodsock. “Seria possível bancar uma campanha de guerra virtual com o custo de substituir uma esteira de tanque, então seria tolo não tirar proveito dessa frente.”

O Shadowserver viu o ataque contra a Geórgia se espalhar por computadores de todo o governo depois que as tropas russas invadiram a província georgiana de Ossétia do Sul. A mídia, as comunicações e as companhias de transporte do país também foram alvo, de acordo com pesquisadores de segurança.

“Isso poderia de alguma forma ser uma ação russa indireta? Sim, mas considerando que a Rússia já parou de bancar a boazinha e usa bombas reais, eles poderiam ter atacado alvos mais estratégicos ou eliminado a infra-estrutura pela inércia”, diz Gadi Evron, um israelense especialista em segurança de rede que ajudou a rechaçar um cyber-ataque na infra-estrutura de Internet da Estônia em maio passado. “Ainda não está claro como isso está acontecendo.”

Um porta-voz do governo da Rússia negou envolvimento do governo, mas disse ser possível que indivíduos russos ou de outro lugar tenham iniciado os ataques. “Não posso excluir essa possibilidade”, diz Yevgeniy Khorishko, porta-voz da embaixada russa em Washington. “Há pessoas que não concordam com algo e tentam se expressar.”

Hackers políticos

Nazario diz que os ataques pareceram ter motivação política. Ataques de negação de serviço, com o objetivo de tornar um site inacessível, tiveram início em 2001 e vêm desde então sendo refinados em termos de força e sofisticação. São geralmente realizados por centenas de milhares de computadores pessoais pirateados, tornando difícil ou impossível determinar quem está por trás de um ataque específico.

No final de semana passado, o site do presidente da Geórgia foi transferido para uma operação de Internet nos Estados Unidos, comandada por um nativo georgiano.

Havia indicadores de que ambos os lados do conflito – ou simpatizantes – estariam engajados em ataques visando bloquear o acesso a sites da web. O site em russo Lenta.ru reportou ataques DDOS mirando o site oficial do governo da Nova Ossétia, assim como ataques contra a RIA Novosti, uma agência de notícias russa.

Pesquisadores de internet da Sophos, firma de segurança de computadores com base na Inglaterra, diz que o site do Banco Nacional da Geórgia chegou a ser desfigurado. Foram inseridas imagens de ditadores do século XX, juntamente a uma foto do presidente da Geórgia.

Especialistas técnicos na rede disseram que a presença da Geórgia na internet era relativamente pequena em comparação com a de outros ex-estados soviéticos. O país tem quatro vezes menos endereços de internet que a Estônia ou Letônia, de acordo com Woodcock, diretor de pesquisa da Packet Clearing House.

Com o apoio dos Estados Unidos, a Geórgia está em vias de completar um link de rede de fibra ótica por baixo do Mar Negro, conectando sua cidade portuária de Poti a Varna, na Bulgária. Essa conexão tem o término agendado para setembro. O link dará redundância ao país e o tornará menos dependente de empresas russas para suas necessidades de comunicação de dados.

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Por El cabron

Aug 19

Foto: Divulgação/NC State University

Uma equipe de pesquisadores da universidade estadual de Iowa, nos Estados Unidos, inventou uma maneira criativa de recarregar um telefone celular.

Eles criaram células de energia solar que combinam com a estampa de uma gravata, por exemplo, e captam energia diretamente da luz solar.

Por meio de impressão digital em tecido, eles criam as estampas, que depois recebem as células fotovoltaicas.

Por enquanto, cada placa precisa ser colada à peça de roupa mas os cientistas acreditam que, em breve, será possível incluir células mais flexíveis diretamente no tecido.

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Por El cabron

Aug 16

Engenheiros da Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) revelaram com exclusividade à BBC dois veículos robóticos que estão sendo projetados para explorar a superfície de Marte em 2015.

Os veículos ainda em fase de testes, que receberam os nomes de Bruno e Bradley, têm seis rodas e são apontados como os mais robustos e mais fáceis de manobrar de sua categoria, informou o repórter da BBC News Pallab Ghosh.

De acordo com Chris Draper, gerente do projeto ExoMars da empresa aeroespacial britânica Astrium, a idéia é que o novo veículo robótico que seja enviado a Marte chegue a lugares aonde outros nunca conseguiram ir.

“Obviamente, os robôs americanos (Spirit e Opportunity) construídos pela Nasa tiveram grande sucesso - conseguiram viajar longas distâncias e ter uma vida útil mais longa que o planejado. Mas esperamos que, com nosso ‘bebê’, consigamos chegar ainda mais longe”, afirmou.

Cada uma das seis rodas do veículo pode ser guiada separadamente. Ele pode ainda, diante de uma ladeira íngreme ou escorregadia, se ancorar em cinco das seis ‘pernas’ e avançar uma por uma, para superar obstáculos.

Foto: BBC

Navegação inteligente

Além disso, os protótipos possuem um sistema de navegação inteligente que lhes permite planejar sua própria rota - um mecanismo que pode se revelar crucial quando a máquina estiver se aproximando de uma situação perigosa, como um precipício.

Por causa da distância entre os dois planetas, uma ordem emitida da Terra pode levar até 20 minutos para chegar a Marte, o que impossibilita o envio de comandos instantâneos para mudar a direção do robô.

A ExoMars tem como missão principal procurar sinais de vida passada ou presente em Marte. Para tanto, terá de chegar a lugares que oferecem mais condição de vida e recolher material a até dois metros de profundidade no solo. As amostras serão analisadas por um laboratório a bordo.
Dotado da maior variedade de instrumentos científicos já transportada a Marte, o robô poderá submeter o material a um grande número de testes se houver indicação da existência de organismos.

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Por El cabron

Aug 14

Pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, criaram uma forma fascinante e inusitada de ciborgue: um conjunto de neurônios (células nervosas) que controla um robozinho em laboratório. A colônia neuronal, cultivada numa placa de vidro, está colocada sobre um conjunto de multieletrodos (MEA, na sigla inglesa), que captura os sinais elétricos que chegam dessas células. Sempre que o robô se aproxima de um objeto, manda sinais de volta para os neurônios. Dessa maneira, os cientistas britânicos esperam que a rede neurológica “aprenda” a se desviar de objetos e “memorize” caminhos. A idéia é usar o sistema para estudar o funcionamento do cérebro.

Divulgação

Sistema Bluetooth, como o de certos celulares, serve para enviar sinais ao robô

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Por El cabron

Aug 13

Pesquisadores da Universidade de Tóquio, no Japão, desenvolveram uma “pele robótica”. A novidade, chamada de e-skin, contém nanotubos de carbono e permitirá que robôs identifiquem o calor e pressão dos objetos, como fazem os humanos. Segundo os especialistas envolvidos no projeto, o material vence limitações dos metais (que conduzem eletricidade, mas não esticam) e da borracha (que não conduz eletricidade de maneira eficiente). Não há previsão para uso comercial da novidade.

Foto: AFP

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Por El cabron

Aug 11

A Organização Européia para Pesquisa Nuclear (Cern, em francês) ensaiou com sucesso a injeção e a condução de partículas no anel subterrâneo do Grande Colisor de Hádrons (LHC, em inglês), um gigantesco tubo acelerador que pretende desvendar a estrutura essencial da matéria.

“Tudo correu bem e estamos muito contentes”, declarou James Gillies, porta-voz do Cern. O experimento, realizado várias vezes durante todo o fim de semana, consistiu em testar a sincronização do LHC com o acelerador Super Proton Synchrotron (SPS). Isso permitiu aos cientistas afinar as medidas e a condução de partículas pelos ímãs incorporados ao LHC. Esses foram os últimos ensaios antes do primeiro grande teste do LHC, previsto para 10 de setembro.

Supermáquina

O LHC é um acelerador de 27 quilômetros de circunferência, equipado com grandes ímãs supercondutores (cuja operação necessita de temperaturas muito baixas), construído com um triplo objetivo: desvendar a estrutura da matéria, as propriedades das forças fundamentais e as leis que regem a evolução do Universo.

A máquina fica em um túnel entre 50 e 120 metros de profundidade e se divide em oito setores, seis dos quais já estão resfriados a -271ºC. Ela se baseia em uma rede magnética, com dois canos pelos quais circulam prótons em sentidos opostos, e contém 1.232 ímãs bipolares (de 15 metros de comprimento cada um deles) e 392 de quatro pólos (de uns 6 metros cada), além de milhares de ímãs pequenos.

Ela também dispõe de um sistema de aceleração baseado em cavidades de radiofreqüência supercondutoras que permite aumentar a energia dos feixes em um fator de 15 em aproximadamente 30 segundos. Quando a máquina funcionar a pleno rendimento, serão produzidas nas regiões de interação um bilhão de colisões por segundo, das quais aproximadamente só uma entre um trilhão será verdadeiramente interessante para os cientistas.

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Por El cabron

Aug 08

Um evento sobre segurança para especialistas em computação, realizado em Las Vegas nesta semana, mostra o quanto pode ser difícil manter informações em sigilo num ambiente lotado de hackers. Além de os participantes do Black Hat terem sido alertados de que a rede Wi-Fi do evento estava sendo indevidamente monitorada, a espionagem digital chegou a um local que parecia estar imune a esse tipo de invasão: a sala de imprensa.

Três jornalistas franceses da publicação “Global Security Magazine” foram expulsos na quinta-feira (8) sob acusação de terem invadido a rede do evento exclusiva para a imprensa. Eles teriam roubado nomes de usuário e senhas de repórteres de pelo menos duas publicações: a Cnet e a eWeek.

Já se sabia que hackers estavam monitorando informações transmitidas via Wi-Fi no evento. Durante a semana, muitos dos participantes tiveram suas informações pessoais, que haviam sido enviadas via internet, postadas no chamado “Wall of Sheep”, um fórum destinado a envergonhar profissionais da área que não seguem procedimentos de segurança.

Exposição de dados

Acreditava-se que a rede destinada à imprensa fosse mais segura. No entanto, os jornalistas que acessaram a internet sem precauções extras, como acessar a web via rede virtual privada, correram o risco de expor seus dados aos colegas que estavam sentados a alguns metros de distância.

“A rede para jornalistas é isolada da rede pública, mas ela não isola um computador da sala de imprensa de outra máquina neste mesmo ambiente”, afirmou Dominique Brezinski, diretor técnico do evento. “Eles tiraram vantagem disso.” Segundo a agência de notícias Associated Press, os três franceses configuraram seu próprio servidor para capturar o tráfego de dados que passavam pelo roteador central da sala de imprensa.

Eles foram pegos quando ofereceram aos gerenciadores do “Wall of Sheep” as senhas dos repórteres, consideradas troféus. Os responsáveis pelo fórum se recusaram a atender ao pedido. Quando questionado, um dos jornalistas franceses disse que estava tentando educar a imprensa sobre a importância em enviar informações de forma segura.

Jogo

Os homens expulsos foram Marc Brami, Dominique Jouniot e Mauro Israel – identificados, respectivamente, como diretor da editora responsável pela publicação e membros do “comitê científico”. Em entrevista à agência de notícia Associated Press, Brami afirmou que Israel foi o responsável pela invasão, da qual Jouniot não sabia.

“Não sei dizer porque ele fez isso. Ele acha que é um tipo de jogo. Estou muito bravo, pois tenho uma parceria com o Black Hat há três anos.” A revista onde eles trabalham é uma das patrocinadoras do evento.

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Por El cabron

Aug 08

Os criminosos do futuro vão ter que se preocupar bem mais com suas impressões digitais: uma nova tecnologia promete não apenas revelar a identidade de uma pessoa a partir do registro, mas também se ela consumiu drogas ou lidou com explosivos. E mais: será possível reconhecer uma digital individual em uma área com várias outras sobrepostas –- um enorme desafio para a ciência forense atual.

O segredo está na química. A equipe de R. Graham Cooks, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, desenvolveu uma ferramenta capaz de ler a “assinatura química” da pessoa.

Em seu trabalho publicado na revista “Science” desta semana, Cooks explica que além das linhas que identificam uma pessoa, a impressão digital também reúne uma gama de compostos químicos, que vão desde coisas naturais da pele humana, como restos de superfícies tocadas.

Foto: Divulgação

Na figura “A”, a imagem de uma digital com restos de cocaína; na “B”, uma imagem feita apenas a partir no novo sistema; na “C”, uma impressão normal feita com o dedo pressionado em tinta; na “D”, uma imagem de computador feita a partir da imagem normal. Todas são da mesma impressão da mesma pessoa.
E como esses compostos naturais são únicos em uma pessoa, é possível separar de quem são uma série de impressões sobrepostas. “Procurando compostos que sabemos que estão presentes em uma certa digital, podemos separá-la das demais e obter uma imagem clara como cristal. Ela então pode ser usada para reconhecimento de um indivíduo,” disse, em nota, o autor principal do estudo, Demian Ifa.

Por El cabron

Aug 07
Foto: Reprodução

O processo já teve início e, no período de dois meses, o Google deve concluir a transferência do controle mundial do Orkut para a filial brasileira. Na prática, nada mudará para os internautas cadastrados no site de relacionamentos. Mas a empresa vê como vantajoso o fato de a rede social ser comandada diretamente no país onde o serviço tem o índice mais alto de adesão: dos 60 milhões de usuários, 54% dizem ser brasileiros.

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, essa transferência é resultado da popularidade local do serviço e também da maturidade do time no país. A parte de engenharia continuará sendo dividida com a filial indiana, mas o controle geral do produto será exclusivo dos funcionários do Google local. Por aqui, a companhia tem dois escritórios: um em São Paulo e um em Belo Horizonte, onde funciona o centro de engenharia.

Essa não é a primeira vez que a empresa baseada nos Estados Unidos transfere para outro país o controle de um produto. Ximenes exemplifica, dizendo que o gerenciamento da ferramenta de mapas é dividido entre Austrália e Alemanha.

Outra mudança anunciada pela empresa é o fato de Alexandre Hohagen, diretor-presidente do Google Brasil, ter sido apontado como próximo diretor da América Latina. Com isso, a filial brasileira terá de encontrar um substituto para o executivo, que assumiu o controle das operações no país quando a empresa abriu seu escritório em São Paulo, em 2005. Hohagen passará a responder pelas filiais do Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia.

Denúncias

Em julho, Hohagen assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a empresa e o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP). Por meio do termo, a empresa se comprometeu a adotar várias práticas contra a pedofilia no site de relacionamento Orkut.

A parceria visa colocar fim a uma batalha entre Justiça brasileira e Google, que já durava alguns anos. A empresa era acusada de se recusar a fornecer informações sobre usuários da rede social, dificultando assim as investigações relacionadas ao crime de pedofilia.

Além de adotar um filtro de imagens, que segundo a companhia reduz as imagens de pedofilia em 70%, a empresa alterou o prazo de armazenamento dos registros de acesso dos usuários brasileiros (de 30 dias para seis meses) e implementou uma solução para melhorar o processo de entrega de evidências de supostos crimes às autoridades.

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Por El cabron

Aug 06

O Google anunciou nesta terça-feira (5) que está oferecendo uma versão atualizada do aparelho que vende a empresas e organizações governamentais e permite uma busca de documentos internos, ao estilo Google usado na internet.

O líder entre os serviços de busca na web anunciou que a mais recente versão do Google Search Appliance, um aparelho do tamanho de uma caixa de pizza que contém um sistema autônomo de busca para administrar os arquivos eletrônicos de uma organização, pode armazenar até 10 milhões de documentos.

O novo produto tem a mesma capacidade de uma versão anterior fornecida, no entanto, na forma de um rack com cinco caixas. O Google já vende uma versão de 12 caixas do aparelho, em um rack do tamanho de uma geladeira e com capacidade para realizar buscas em até 30 milhões de documentos.

Os aparelhos contém software do Google para acionar os serviços de busca, e hardware de armazenamento de dados produzido pela Dell .

Documentos em rede

Assim que instalado em rede, o aparelho ajuda funcionários a localizar documentos em diversos sistemas de armazenamento diferentes, do Documentum, produzido pela EMC, ao FileNet, da IBM, passando pelo LiveLink, da Open Text e pelo SharePoint, da Microsoft .

Os novos recursos do modelo incluem maior poder de cifragem e o uso do sistema Google Alerts a fim de notificar usuários sobre a chegada de novos documentos incluídos na rede por colegas.

Os administradores de redes poderão operar o Google Search Appliances em 27 idiomas, com o acréscimo do turco, tcheco, vietnamita e português. As caixas podem, por sua vez, distribuir resultados de busca aos funcionários de empresas em 40 idiomas diferentes.

O Google não revela a receita auferida por seus aplicativos de busca, que são parte de sua divisão de software e serviços para empresas, dirigida a clientes empresariais.

Cerca de 98% do faturamento do grupo deriva de publicidade vendida no site Google.com e sites afiliados.

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Por El cabron

Aug 06

Golpes identificados nesta semana pela empresa de segurança Kaspersky mostram que o foco de golpistas da internet está cada vez mais voltado a redes sociais. Depois de divulgar o uso do microblog Twitter para espalhar vírus, a companhia anunciou fraudes que se aproveitam da popularidade dos sites de relacionamento Facebook e MySpace.

Em todos os casos, os golpistas usam essas páginas para divulgar links maliciosos. Nas fraudes baseadas no Facebook e MySpace, os hackers ainda tentam transformar as máquinas invadidas em “zumbis”, para ajudar na propagação dos golpes. Controlados remotamente, esses PCs podem espalhar códigos fraudulentos e mandar spam, por exemplo.

O internauta contamina sua máquina quando clica em links sugeridos na página de amigos ou em mensagens internas das redes sociais, também enviadas por conhecidos. A partir daí, o PC infectado passa a divulgar esses mesmos links maliciosos — sem a interferência do usuário da máquina –, para aumentar a quantidade de vítimas. A praga do MySpace se espalha criando comentários nas contas de amigos do internauta, enquanto a do Facebook produz mensagens de spam e as envia para todos na lista de amigos.

Em alguns casos, explica a Kaspersky, são sugeridos links que instalam nas máquinas códigos de rede. Quando o internauta do Facebook clica no endereço infecta seu computador com a praga do MySpace e vice-versa.

‘Clique aqui’

Geralmente escritos em inglês, os textos que induzem as vítimas a clicarem nos links têm variados assuntos: “Paris Hilton arremessa anões nas ruas”, “momentos engraçados”, “você precisa ver isso” e “meu amigo flagrou você com uma câmera escondida”, entre muitos outros. Vale tudo para chamar a atenção do internauta e fazer com que ele clique no endereço sugerido para se tornar a próxima vítima.

“Infelizmente, os usuários têm muita confiança no que diz respeito às mensagens deixadas por seus amigos em redes sociais. Portanto, a probabilidade de um usuário clicar em um link como este é muito alta”, disse Alexander Gostev, analista da Kaspersky.

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Por El cabron

Aug 05
Postado por Fernando Panissi em 05 de Agosto de 2008 às 11:09
Via:G1

cameradigital_270x408.gifOlá, leitores.
A coluna de hoje é sobre câmeras digitais. Quais são as características mais importantes na hora da compra? Existe uma série de detalhes técnicos que são desconhecidos da maioria das pessoas, por isso vou apresentá-los de maneira simples e objetiva. Vamos lá?

MEGAPIXELS
Este é considerado um dos fatores mais importantes pelos vendedores na hora da compra - eu dediquei uma coluna inteira a esse tema. Trocando em miúdos: A quantidade de megapixels influencia a qualidade das fotos. Quanto maior o número, melhor. Mas há uma série de outros fatores que compõem um bom equipamento, como vamos ver mais abaixo.

Hoje existem câmeras com 14 megapixels, mas você terá fotos com qualidade suficiente se comprar uma de 7 megapixels. Lembre-se que, quanto maior a resolução das imagens, maior o espaço que elas ocupam: por isso, fotos com 14 megapixels vão encher seu cartão de memória mais rápido e ser transferidas para o computador mais lentamente do que aquelas de 7 megapixels.

As câmeras mais simples disponíveis atualmente são as de 5 MP. Assim, não acho que vale a pena comprar equipamentos com valores inferiores a este.

Interpolação
Um dado importantíssimo a ser observado quando se é a interpolação. Ou seja, a capacidade da câmera de aumentar artificialmente a resolução da foto através da inserção de novos pixels baseados naqueles já existentes. Existem câmeras com resolução efetiva de 6 megapixels, mas com capacidade de gerar imagens com 8 megapixels por interpolação. Observe as especificações de duas câmeras extraídas de um site de comércio eletrônico:

“Com sensor CMOS de 5.0 Megapixels (12 MP interpolado)”

“Resolução efetiva: 7,2 milhões de pixels (3072×2304 pixels);
interpolação em megapixels: 8 milhões de pixels (3264×2448 pixels)”

Agora você pergunta: a interpolação é uma função ruim? Respondo: não é ruim, mas, via de regra, não deixa sua foto com mais qualidade, apenas dá a sensação de resolução maior. O importante é, na hora da compra, verificar se a resolução máxima informada é efetiva ou por interpolação. Os fabricantes costumam, de forma honesta, informar a resolução efetiva como a principal da câmera, e apresentar os dados de interpolação em uma especificação mais detalhada. É o caso das três câmeras que exemplifiquei acima.

ZOOM
O zoom é importante, principalmente quando você precisa de uma foto aproximada para conseguir mais detalhes. Mas lembre-se: existe zoom óptico e zoom digital.

O óptico é o mais importante, já que utiliza as lentes para aproximar a imagem e garante fidelidade e nitidez. Geralmente, as câmeras apresentam zoom óptico de 3 ou 5 vezes. Recomendo a compra de equipamentos com algum tipo de zoom óptico, de pelo menos 3 vezes. Assim, caso você precise aproximar algum objeto ou pessoa, pode fazê-lo com certo nível de qualidade.

Já o zoom digital é uma espécie de “complemento” do zoom óptico. O que ele faz é ampliar digitalmente uma determinada parte da foto, gerando uma conseqüente perda de qualidade e resolução. Na maior parte das câmeras o zoom digital aproxima de 5 a 10 vezes o tema fotografado.

TEMPO DE DISPARO
O intervalo de tempo entre o “clique” e o registro da foto na máquina. Uma câmera com tempo de disparo elevado não é boa para fotos com movimento — como, por exemplo, aquele gol que seu filho está prestes a marcar na partida de futebol do colégio. Veja a especificação de uma câmera:

Você pode notar nas especificações das câmeras, valores como 0.009 segundos ou representados por frações: 1/60 e afins. Este tipo de especificação geralmente não dá uma exata percepção do que isso representa na hora de fotografar, mas vale a regra: quanto menor o tempo, melhor. Veja exemplos de como essas especificações são divulgadas:

“Velocidade de Disparo: Normal: 2 seg. ~ 1/1000 seg. - Cena Noturna: 8 seg. ~ 1/1000 seg.”

Um fator determinante no tempo de disparo é o tempo gasto pela câmera para ajustar o foco, que pode levar milésimos de segundo ou até “eternos” meio segundo, fazendo com que percamos aquele exato momento de um fato que queríamos eternizar. Essa informação é mais rara nas especificações dos fabricantes, então a melhor maneira de descobrir é fazer um “test drive” da câmera. Para evitar esse problema, dou duas dicas:

1 - Sempre que for fotografar, mantenha antes da foto o botão de disparo levemente pressionado. Com isso a câmera ajusta previamente o foco, não desperdiçando esse tempo quando efetivamente tirar a foto.

2 - Alterar, nas configurações da câmera, o valor do ISO, que geralmente vem configurado como 100. Experimente valores como 400 e 600, assim você vai sentir uma melhora no tempo de disparo.

ESTABILIZADOR DE IMAGEM
As câmeras digitais são menos tolerantes com mãos trêmulas, e muitas pessoas se frustram com isso. Muitas câmeras têm um recurso chamado Estabilizador de Imagem, que basicamente compensa os movimentos da câmera, minimizando o impacto dos movimentos na qualidade da imagem, ajudando a “congelar” a cena. O efeito do estabilizador é perceptível no visor, que dá a sensação de lentidão, como se estivesse milésimos de segundos atrasado com relação ao “tempo real”.

Certas fotos, principalmente quando fazemos uso do zoom, só saem boas se usarmos um tripé. Mas isso nem sempre é possível. Nesses casos, é importante ter o estabilizador de imagem.  Eu recomendo sempre comprar câmeras com esse recurso, e ativá-lo quando quiser tirar fotos em movimento.

Momento engraçado: veja um exemplo de estabilizador de imagem que custa menos de US$ 1.

ENERGIA
Sem ela, nada de fotos. Algumas câmeras utilizam modelos proprietários de baterias, o que pode gerar algum tipo de transtorno quando usamos muito a máquina e não temos tempo de recarga. Eu prefiro as câmeras que aceitam pilhas — geralmente AA ou AAA — descartáveis e recarregáveis. Na maior parte do tempo, podemos usar as recarregáveis, pois são mais econômicas e são menos agressivas ao meio ambiente. E, em uma situação de emergência, podemos colocar uma pilha descartável, que pode ser encontrada com facilidade em lojas.

EXPOSIÇÃO
A quantidade de luz influencia totalmente a qualidade da imagem capturada. A grande maioria das câmeras controla de forma automática a entrada de luz pelo orifício de captura, deixando para o fotógrafo o restante do trabalho.

Esse recurso funciona bem em um ambiente com quantidade de luz razoável e bem distribuída. Em situações de pouca luminosidade, o uso do flash é recomendado.

Se você conhece um pouco de iluminação e fotografia profissional, vale optar por uma câmera com controle manual de exposição. Mas para a maioria das pessoas, a melhor opção é o controle automático.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
A memória de armazenamento é um assunto que até poderia ser abordado, mas não guarda grandes segredos. Hoje a maioria das câmeras tem cartão de memória de 1 GB ou mais. Pense que, quanto maior for a memória, mais fotos na resolução máxima você poderá tirar.

Conhecer a câmera antes da compra também é recomendável. É importante testar para verificar facilidades com os menus, manuais e botões do painel. Existem modelos com menus complexos e pouco intuitivos.

E assim finalizo este post. Os comentários estão abertos. Deixe sua opinião, e principalmente, suas dúvidas. Afinal, sexta eu estarei de volta com um pacotão de dúvidas. Boa semana a todos.

Por El cabron

Aug 03

Uma nova técnica cirúrgica promete corrigir a cifose, curvatura da parte superior das costas, normalmente observada em idosos.

O neurocirurgião Eduardo Barreto trouxe a técnica para o Brasil há cerca de um ano e explica que o procedimento compensa o desgaste das vértebras causado pela osteoporose.

“As pessoas idosas vão se curvando ao longo dos anos. Isso ocorre porque as vértebras, que são quadradas, se quebram na parte frente e a coluna vai envergando. Trata-se de fraturas por compressão da coluna que causam o que chamamos de cifose progressiva”, conta Barreto.

Cirurgia dura 40 minutos

“O procedimento é minimamente invasivo e consiste em colocar um balão dentro das vértebras quebradas. Ele é, então, inflado, o que faz a vértebra voltar à posição original. O balão, no entanto, só serve para abrir espaço, pois se coloca enxerto de acrílico em seu lugar”, completa o médico, que acrescenta que a operação tem duração de 40 minutos.

“A operação reverte a cifose e alivia quase que imediatamente a dor. No dia seguinte, o paciente retorna para casa”, revela ele, que já tratou 40 pacientes com a técnica.

A administradora Margarete Miller, de 52 anos, fez a cirurgia em dezembro de 2007, coberta pelo plano de saúde, e já não sente mais dor. “Eu sofria de osteoporose precoce, mas não sabia até que, em 2002, sofri um acidente de ônibus e fraturei várias vértebras. Os primeiros médicos que me atenderam não me indicaram para cirurgia. Ao longo do tempo, a situação foi piorando até que eu já não conseguia mais andar. Sentia dores nas costas inteiras”, relata ela.
“No dia seguinte à cirurgia eu já fazia coisas que eu não conseguia há mais de um ano, como pentear o cabelo e tomar banho”, completa Margarete, que, desde o terceiro mês após o procedimento, faz hidroterapia para ajudar no tratamento da osteoporose.

Avanços

Barreto explica ainda que a técnica usada em Margarete surgiu nos Estados Unidos em 2002 e já avançou. No III Simpósio Internacional de Coluna, que aconteceu nos dias 1º e 2 de agosto, foram discutidas pesquisas sobre como o procedimento pode ser aplicado a casos de trauma ou tumor na coluna.

“A técnica progrediu graças a pesquisas feitas no exterior e nós queremos trazer para o Brasil”, disse o médico, ao lembrar que a cifoplastia já representa um passo adiante em relação a um outro procedimento mais antigo, a vertebroplastia.

Foto: Arte G1

Cirurgia é minimamente invasiva e dura cerca de 40 minutos

Por El cabron

Jul 31

Pesquisadores nos Estados Unidos parecem ter finalmente realizado uma das promessas mais antigas — e, até hoje, frustradas — dos estudos com células-tronco. Eles conseguiram transformar células da pele da portadora de uma doença neurodegenerativa severa no tipo de neurônio que é afetado pela moléstia. Agora, deve ser possível estudar o problema em células exatamente idênticas às de pacientes humanos, aumentando as chances de entender o que está errado com elas e consertá-las.

Foto: Kit Rodolfa e John Dimos/Universidade Harvard

Neurônios motores, justamente o tipo de célula com problemas em pacientes com esclerose lateral amiotrófica (Foto: Kit Rodolfa e John Dimos/Universidade Harvard)

“Nós ficamos especialmente animados porque a nossa paciente é muito idosa [tem 82 anos], e muita gente duvidava da possibilidade de reprogramar as células de alguém com essa idade”, declarou em entrevista coletiva telefônica Kevin Eggan, do Instituto de Células-Tronco de Harvard. Eggan e seu colega Chris Henderson, da Universidade Columbia, são os principais autores do estudo, publicado na edição desta semana da revista especializada americana “Science”.

De volta para o passado

De certa forma, o trabalho de Eggan e Henderson traz as pesquisas com células-tronco de volta ao ponto onde estavam em 2005. Naquele ano, o pesquisador coreano Woo-Suk Hwang havia anunciado a obtenção desse mesmo tipo de célula “personalizada” para pacientes, por meio de clonagem. O avanço não só permitiria estudar suas moléstias com grande precisão em laboratório como poderia levar à produção de tecidos sob medida para transplante. Afinal, com DNA idêntico ao do doente, tais células-tronco não trariam risco algum de rejeição. Bastaria “ensiná-las” a assumir a função do tecido desejado.

O problema é que Hwang fraudou seu trabalho e caiu em desgraça, levando todo o campo de volta à estaca zero. “Por enquanto, os avanços nesse conceito usando clonagem estão totalmente engasgados por causa de problemas técnicos e protocolos de laboratório”, diz Eggan. Ao mesmo tempo, está se fortalecendo a idéia de extrair diretamente as células da pele de uma pessoa adulta e “ensiná-las” a voltar ao estudo flexível e primevo das células de embriões.

Apelidadas de células iPS (células pluripotentes induzidas), elas já foram obtidas diversas vezes, e parecem ser capazes de assumir a função de qualquer tecido, exatamente como as células-tronco embrionárias. O avanço dos pesquisadores foi conseguir a mesma façanha com células da pele de uma paciente idosa, portadora de esclerose lateral amiotrófica, doença caracterizada pela morte progressiva dos chamados neurônios motores. Essas células nervosas controlam os movimentos do indivíduo, e o destino final de quem perde todas elas é a morte, após um longo período de completa paralisia. O célebre físico britânico Stephen Hawking é portador desse mal.

Foto: Kit Rodolfa e John Dimos/Universidade Harvard

Astrócitos (células ‘auxiliares’ do sistema nervoso) derivadas da pele da paciente (Foto: Kit Rodolfa e John Dimos/Universidade Harvard)

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Eggan, Henderson e companhia usaram um protocolo considerado já clássico na criação de células iPS: com a ajuda de um vírus, inseriram nas células da paciente quatro genes que as levam a retornar a um estudo mais primitivo e não-especializado. Depois, conseguiram induzir uma subpopulação dessas células, com a ajuda de certas substâncias, a assumir tanto as características de neurônios motores — aqueles que sofrem durante a esclerose lateral amiotrófica — quanto de células de “suporte de vida” dos neurônios, os astrócitos. Isso é importante porque aparentemente os astrócitos produzem substâncias tóxicas durante a doença e, portanto, é preciso estudar o que exatamente eles estão fazendo.

Eggan deixa claro que ainda há um longo caminho a percorrer antes que aplicações práticas da idéia se tornem disponíveis. Um problema ainda sério é a modificação genética — não é seguro inserir células geneticamente modificadas em pacientes humanos. Também não se sabe como corrigir os neurônios obtidos e reinseri-los nos doentes. Mas, no tubo de ensaio, deve se tornar bem mais fácil estudar como a doença progride em pessoas naturalmente predispostas a ela. É um modelo que, em tese, vale para qualquer moléstia.

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Por El cabron

Jul 31

Físicos do mundo inteiro estão reunidos no Rio para discutir como vai ser a tecnologia do amanhã: mais rápida, mais eficiente e sem fios. Tudo graças a materiais com um nome complicado: os semicondutores.

Eles são a matéria-prima usada na fabricação de componentes como chips e transistores que fazem funcionar grande parte da tecnologia sem a qual não vivemos. Estão dentro de nossos celulares, computadores, nos leitores de DVD, nas maquininhas de cartão de crédito.

Até onde essa tecnologia pode nos levar é o tema da Conferência Internacional de Físicos, no Rio. É a primeira vez que cientistas do mundo todo se encontram fora do Hemisfério Norte.

Três ganhadores do prêmio Nobel, que fizeram descobertas para melhorar o uso dos semicondutores, estão no congresso. O alemão Klaus Klitzing diz que os aparelhos vão ficar cada vez menores e com mais capacidade de guardar informação.

“Eles estão diminuindo a tamanhos muito pequenos e há muita pesquisa no mundo todo”, diz Klitzing.

Antenas do tamanho de canetas

Um equipamento de laser testa o material que poderá substituir fibras óticas ou cabos nas redes de comunicação das grandes cidades. Com esse tipo de semicondutor, antenas do tamanho de uma caneta serão instaladas no alto dos prédios. Será o fim da buraqueira para esconder fios debaixo de ruas ou calçadas.

As pesquisas também indicam uma grande comodidade para o homem do futuro: a roupa elétrica. “Você vai gerar corrente elétrica, através da absorção da luz solar, e poderia colocar no teu bolso um celular, e carregar o celular ao mesmo tempo”, conta a física Patrícia Lustoza.

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Por El cabron