Aug 13

Quando um dos jogos pioneiros no gênero de terror troca mansões abandonadas e cidades do velho oeste por conspirações no Central Park, em Nova York, você pode começar a se preocupar.

Principalmente se você é um dos jogadores que passou por alguns capítulos de “Alone in the dark”, jogo lançado originalmente em 1992, com Edward Carnby no papel de detetive do desconhecido.

A versão moderna de “Alone” (PC, PS2, PS3, Wii e Xbox 360) não tem mistério: troca o clima de suspense das versões anteriores por uma espécie de filme de ação em que a tarefa do jogador é executar pequenas tarefas para ligar os trechos do enredo.

Os comandos pouco intuitivos e a movimentação imprecisa deixam claro que a prioridade é o espetáculo: trilha sonora envolvente, cenas de ação emocionantes e um roteiro que poderia dar certo. Mas o resultado é um jogo que não honra os méritos da série, ao mesmo tempo em que falha ao arriscar com novidades.

Siga o modelo

A aventura de Edward Carnby começa em um prédio tomado por criaturas sobrenaturais, incêndios e uma suspeita organização secreta. Enquanto recebe as primeiras pistas da história, você aprende os principais comandos e logo percebe que o suspense e o clima de terror foram substituídos por um modelo de filme de ação pouco convincente.

A destruição de um prédio em chamas, por exemplo, é meticulosamente calculada para deixar pistas e escancarar as rotas de fuga. Essa idéia de introduzir o jogador no universo de “Alone” aos poucos é válida, mas pode fazer com que você perca a paciência rapidamente.

Foto: Reprodução

Cadeiras em chamas são algumas das principais armas de Edward Carnby, a ‘reencarnação’ do detetive protagonista da série ‘Alone in the dark’

O arsenal é composto de “instrumentos polêmicos”, como pistolas, e também de objetos caseiros. Cadeiras, facas de cozinha e extintores de incêndio são algumas das ferramentas utilizadas para abrir portas emperradas, apagar chamas e fatiar inimigos.

Esse “improviso” é marca registrada da série, mas a criatividade exigida em ”Alone in the dark 3″, para citar um deles, deu lugar a ações óbvias. Se antes você combinava uma caixa de fósforos com um chicote e um piano aposentado para fazer girar a alavanca que dava acesso a um porão, agora a situação mudou. Ao ”encontrar” um extintor de incêndio estrategicamente posicionado, tenha certeza: ele vai ser usado para apagar o fogo que fecha um corredor ou para abrir uma porta emperrada que fecha outro corredor.

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Encontro inesperado no elevador emperrado e em chamas: uma boa hora para apresentações

O mouse é usado em alguns momentos: para movimentar certos objetos ou executar as ações quando a visão muda para “primeira pessoa”. Na maior parte do tempo, você comanda o personagem usando o teclado, sem opção de alterar o ângulo de visão com o mouse.

Liberdade criativa
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Espancar e fatiar zumbis é legal. Ser obrigado a usar fogo para ‘finalizar’ cada morte, não

Se a série “Alone in the dark” tem fãs ardorosos, eles podem receber essa nova versão como um insulto. As ironias, o suspense, as sugestões e tudo que enchia de idéias a cabeça do jogador ficaram para trás. A aposta dessa é em ações cinematográficas, acontecimentos óbvios e malabarismos de jogabilidade que deixam o jogo mais próximo da prateleira do desinteresse.

O novato que se sentir empolgado pelos vídeos de apresentação e trailers oficiais pode ter uma sobrevida maior ao desvendar os “mistérios” e seguir o passo-a-passo explícito para cumprir objetivos. Mas deverá entender claramente: de “Alone in the dark”, a nova produção da Atari tem pouco mais que o nome do protagonista.

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Por El cabron

Jul 28

Se você sente falta dos jogos da “era de ouro”, que exigiam reflexos rápidos e habilidade no joystick para sobreviver a fases implacáveis, pode matar essa saudade com “Ninja Gaiden 2″, jogo exclusivo para Xbox 360.

Honrando a tradição do jogo anterior e do estúdio Team Ninja em fazer games difíceis, ”Ninja Gaiden 2″ exige que você seja tão bom no controle quanto um ninja deveria ser com sua espada.

Ou seja: não existe chance para erros e qualquer descuido pode resultar em um clássico “game over”. Até mesmo o nível de dificuldade mais fácil traz inimigos rápidos, que vão ficando mais fortes com o desenrolar das fases.

“Ninja Gaiden 2″ conta a história de Ryu Hayabusa, representante do clã ninja que guarda artefatos mágicos como a Dragon Sword e a Demon Statue. Ele é descendente dos Dragões, entidades que, conta a lenda, venceram a batalha contra os Demônios há muito tempo, “antes de a história começar”. Agora os ninjas do “lado negro da força” estão de volta, e cabe à você colocar ordem na casa.

O caminho do Ninja

“Ninja Gaiden 2″ tem belos cenários japoneses: rios, montanhas, vilas e pequenos bosques. Mas sobra pouco tempo para admirar esses ambientes, já que os inimigos atacam em bandos e você logo se acostuma à sequência ininterrupta de golpes.

Entre as armas estão espadas, bastões, arcos e “estrelas-ninja” (shuriken), além de magias. É possível comprar itens durante o jogo, pagando com a “essência” coletada ao derrotar inimigos.

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Navalhas, sangue, fogo e uma legião de ninjas para derrotar

O que um “Super Mario” tem de nuvenzinhas, cogumelozinhos e moedinhas de ouro, “Ninja Gaiden 2″ tem de sangue, corpos esquartejados e golpes de ninja que desafiam leis da física.

É possível correr sobre paredes, dar saltos triplos e até caminhar sobre a água. isso não significa que a vida vai ser fácil, já que os inimigos também são ninjas e não ficam muito atrás na lista de habilidades.

Apesar do clima “pesado”, “Ninja Gaiden 2″ é divertido. Tudo fica melhor quando você se acostuma com os golpes e passa a dizimar inimigos, acumulando seqüências de golpes (hit combos) que ajudam até a desbloquear novas conquistas (achievements) na sua carreira. O senso de humor aparece em cartas encontradas junto aos corpos de ninjas que fracassaram. A maioria delas traz o relato dos aprendizes reclamando que não conseguem executar determinados golpes.

Tentativa e erro

A dificuldade extrema de “Ninja Gaiden 2″ pode causar dois efeitos. Você vai se sentir fracassado, ao ser derrotado pela trigésima vez pelo mesmo chefe de fase; ou vai se sentir recompensado, após estudar movimentos, traçar estratégias e vencer o mesmo inimigo depois de 30 minutos de batalha.

Esse caráter “hardcore” pode afastar jogadores novos, mas é elemento fundamental da série para estabelecer um “compromisso milenar”. Afinal, se a vida de um ninja não é fácil, os desafios de um ninja em um game não têm razão para serem mais tranqüilos.

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As armas de longo alcance podem ser lentas, mas pelo menos são mais higiênicas

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Por El cabron

Jul 25

Os produtores do jogo musical “Guitar hero” anunciaram nesta sexta (25) que Jimi Hendrix, considerado uma das ”lendas” da guitarra, será um personagem da nova versão do jogo.

Em “Guitar hero: world tour”, que será lançado até o final do ano para PlayStation 2 e 3, Xbox 360 e Wii, o jogador vai poder escolher Hendrix como seu avatar para subir ao palco.

Duas músicas de Hendrix já estão confirmadas no jogo: “Purple haze” (versão ao vivo gravada em 1969, em San Diego) e “The wind cries Mary”. Outras canções serão lançadas depois, através de downloads pelas lojas virtuais.

“Guitar hero: world tour” é considerada a quarta versão do jogo lançado em 2005 - sem contar pacotes de expansão e edições especiais. O jogo terá, pela primeira vez, instrumentos como bateria e microfone, que já estão disponíveis para o “rival” “Rock band”.

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Em ‘Guitar hero: world tour’ você pode jogar com Jimi Hendrix ou criar seu próprio roqueiro

Por El cabron

Jul 24

Em 2277, a cidade de Washington está em ruínas, 200 anos depois de uma guerra nuclear.

As ruas são tomadas por criaturas geneticamente modificadas e a água que restou está contaminada por material radioativo. É só mais um dia no paraíso de “Fallout 3″, um dos destaques da feira de games E3, em Los Angeles, que o G1 acompanhou de perto.

“Fallout 3″ combina tarefas diversificadas como combate, conversa com personagens e até mesmo a leitura de livros virtuais para aprofundar os detalhes do enredo. Um dos charmes do jogo é a combinação de engenharia futurista das ficções-científicas com o designer retrô da publicidade norte-americana dos anos 60.
Durante o evento, o G1 teve a chance de testar o jogo, que deve ser lançado ainda em 2008. Veja no infográfico a seguir vídeos e imagens de “Fallout 3″. Na seqüência, acompanhe as impressões da sessão de testes.

Futuro caótico

“Fallout 3″ se encaixa no gênero RPG, e traz elementos de jogos de tiro e ação. Além de combater inimigos, coletar itens e direcionar a evolução do personagem, você também tem a liberdade para explorar os ambientes e seguir missões em seqüência não-linear.

A guerra nuclear no ano 2077 castigou a capital Washington. A única salvação para os moradores foi se refugiar em um abrigo subterrâneo de alta tecnologia que permitiria que a sociedade norte-americana fosse reconstruída.

Duzentos anos depois da tragédia, você deixa o abrigo seguro e vai para o mundo “exterior” em busca de respostas sobre o mundo e sobre seu pai - que também deixou o abrigo conhecido como Vault 101.

Foto: Divulgação

Conversar com outros personagens é um dos melhores caminhos para conseguir informação

Na fase de demonstração oferecida pela produtora Bethesda, eu começo na saída de um abrigo e vejo pela primeira vez a Washington destruída. Só ruínas, nenhuma criatura viva, por enquanto.

Os primeiros cenários trazem mais dúvidas do que respostas. Um outdoor retorcido, um lago com água radioativa, ruínas por todos os lados e um robô que passa voando, tocando música.

Encontro uma escola e decido investigar. Lá dentro existem mesas derrubadas, corpos pendurados e, claro, inimigos. Eles parecem humanos, mas não têm um visual dos mais agradáveis. O clima de abandono lembra “BioShock” (2007).

Foto: Divulgação

Nesse dispositivo o jogador tem controle sobre as características de seu personagem, armas, livros e anotações sobre os acontecimentos do jogo (Foto: Divulgação)

Coleto itens: cerveja, remédio e “Nuka-Cola”, o tradicional refrigerante da série. Ao sair para a rua sou surpreendido por diversos inimigos. Já tenho revólver, pistola, bastão de beisebol e até espingarda de chumbinho.

Quando sou atingido, a imagem do simpático mascote surge na tela, indicando a lesão. Para me curar posso tomar remédios, ingerir bebidas alcoólicas ou procurar um médico. Sem muitos recursos no momento, decido resolver com duas garrafas de vodca. A dor é aliviada, mas continuo mancando e recebo o alerta: se abusar da bebida, posso ficar viciado.

O teste acaba, mas fica a certeza de que “Fallout 3″, com uma história fascinante e um universo autêntico, tem tudo para ser um dos melhores jogos do ano.

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Por El cabron

Jul 22

Na última semana a cidade de Los Angeles (Califórnia, EUA) reuniu as principais empresas de games na E3, a mais famosa feira de entretenimento eletrônico no mundo. Microsoft, Nintendo e Sony anunciaram seus lançamentos, e as produtoras de jogos também puderam mostrar novidades aos convidados.

A edição deste ano marcou o retorno ao Centro de Convenções de Los Angeles, onde a feira atingiu seu auge de público no passado, com cerca de 60 mil visitantes em 2006.

A E3 mudou de formato em 2007 e restringiu a lista de convidados para privilegiar o acesso de jornalistas. Este ano, cerca de 5 mil pessoas, entre imprensa, convidados e executivos da indústria, visitaram o evento.

O G1 acompanhou a E3 de perto e lista a seguir os melhores e piores momentos da maior feira de games ocidental.

Em alta


Ficção caótica (e promissora)

Foto: Renato Bueno/G1

Cenário apocalíptico de ‘Fallout 3′, um dos destaques da E3, ajuda o jogador a entender a história

Alguns dos principais jogos da E3 trazem histórias de futuros caóticos ou passados desastrosos. “Left 4 dead”, Gears of war 2″, “Dead space” e “Fallout 3″ foram os destaques nessa categoria.

A vez das mulheres

Foto: Renato Bueno/G1

Garota joga o novo ’Tiger Woods’ no Wii, aposta da empresa para atrair novos jogadores

Elas representam 40% do total de jogadores, segundo pesquisa da Entertainment Software Association(ESA), e estão mostrando para a indústria que existe mercado para um novo tipo de jogo.

A Ubisoft já anunciou jogos exclusivos para DS voltados ao público feminino e a Nintendo, com “Wii sports resort”, mostra que também está atenta às novas jogadoras.

O mundo é da música

Foto: Renato Bueno/G1

‘Rock band 2′ foi um dos jogos mais procurados no pavilhão de exibição da E3

“Rock band 2″, “Rock revolution”, “Wii music”, “Sing it” e ”Lips” foram apenas alguns dos jogos da E3 que forçaram o jogador a trocar o controle tradicional por microfones, guitarras e baterias.

Além de criar novas formas de jogar, os games musicais também abrem portas para que bandas e gravadoras descubram novas formas de vender suas músicas.

Em baixa

A extinção das ‘booth babes’

Foto: Renato Bueno/G1

Os estandes, que antes eram superproduzidos, foram reduzidos a estações de teste dos jogos. As modelos, que descontraíam o ambiente, deram lugar aos funcionários que monitoram a ‘jogatina’ (

Assim como em qualquer Salão do Automóvel, a E3 era conhecida pelas belas modelos que acompanhavam os estandes gigantescos. Obviamente, o que interessa no evento são os jogos, mas a troca do “glamour” pela “eficiência” desperta desconfiança sobre o investimento das empresas na E3.

Executivos jogando no palco

Foto: Renato Bueno/G1

Cammie Dunaway, da Nintendo, bem que tentou, mas não conquistou o público na E3

Aconteceu com a Microsoft e com a Nintendo. Executivos subiram ao palco para mostrar como seus novos jogos são legais - mas não conquistaram a simpatia do público e também não convenceram. A produtora de “Rock revolution”, por exemplo, abandonou o palco depois de falhar ao tocar uma música no jogo.

Sony e Electronic Arts escaparam por pouco. A primeira foi mais conservadora e não arriscou, enquanto a segunda levou ao palco celebridades do esporte que não comprometeram a apresentação.

Ausências marcantes

Foto: Renato Bueno/G1

‘God of war III’, para PlayStation 3, ficou só no trailer do telão da Sony

Não houve anúncio bombástico, nenhuma surpresa para os jogadores. Alguns dos nomes mais aguardados tiveram papel tímido na feira, como “God of war III” e “Final fantasy XIII”. Outros, que poderiam realmente se destacar, como a versão de “GTA” para o portátil DS, apareceram somente em forma de logotipo no telão de apresentação.

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Por El cabron

Jun 29

A produtora Blizzard confirmou neste sábado (28) a notícia que muitos fãs esperavam desde que o site oficial da empresa publicou um anúncio misterioso na última semana: “Diablo III”, nova versão do clássico jogo de RPG, está em produção.

Foto: Divulgação

Batalhas contra hordas de esqueletos: uma das marcas registradas da série

O jogo, ainda sem data de lançamento, chegará às plataformas PC e Macintosh e deve conservar os elementos que tornaram a série uma das mais importantes do gênero RPG. Comandos simples, cenários detalhados e o indispensável modo on-line.

A Blizzard afirma que entre as novidades está um mundo mais dinâmico, com acontecimentos imprevisíveis, novas classes e mais opções de modificação de personagens.

Foto: Divulgação

‘Diablo III’, ao lado de ‘StarCraft II’, marca a volta da produtora Blizzard a sucessos do passado

Foto: Divulgação

Apesar das inovações gráficas, o estilo de jogo deve ser o mesmo de ‘Diablo II’

Por El cabron

Jun 18

Foto: Divulgação

Dois lançamentos recém-chegados às bancas e livrarias do Brasil pretendem auxiliar o jogador que começa a descobrir a cidade virtual de Liberty City, palco do jogo de ação ”GTA IV”.

O “Guia oficial de ‘GTA IV’” (Editora Europa, R$ 29,90) reúne em 292 páginas e um pôster as principais informações que o jogador precisa saber para facilitar a vida do herói Niko Bellic.

O guia tem dicas de missões, localização de itens especiais e de lugares úteis como restaurantes e casas noturnas. No jogo, a maioria desses elementos está disponível desde o início, mas eles não surgem imediatamente no mapa, e exigem que o jogador os descubra.

A proposta de auxiliar o jogador também é o objetivo da edição especial das revistas X360 e PS3W (Editora Digerati, R$ 9,90), que lançam um mapa em formato de pôster com localizações importantes e dicas para completar 100% das missões.

O conteúdo das duas publicações é “compatível” com as versões de “GTA IV” lançadas para os videogames Xbox 360 e PlayStation 3.

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Detalhe do pôster que mostra o mapa de Liberty City, a cidade virtual do jogo ‘GTA IV’

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Por El cabron

Jun 15

Mais um domingo, mais um joguinho online. Dessa vez é o Double Six um jogo de tiro bem viciante, você usa o mouse para atirar nos montros que aparecerem e as setas direcionais do teclado para mover, a seta para baixo recarrega a arma… e o melhor de tudo como já sabem, joga no browser mesmo sem baixar nada!

Para jogar é só acessar aqui : http://www.doublesixgames.com/

Por El cabron

Jun 08

Mais um joguinho online nesse domingo.. tédio pegando fogo. Mr Bounce é um joguinho viciante onde você tem de acertar as argolas vermelhas. O direcional do teclado move a barra verde e você ve a trajetória da bola… para aumentar a altura que a bola irá chegar é só usar as setas para cima e para baixo. Bem bacana… e o melhor de tudo? Você joga no navegador mesmo… sem baixar nada!

Para jogar é só acessar aqui: http://www.kongregate.com/games/pixelate/mr-bounce

Bom divertimento ;)

Por El cabron

Jun 07
Foto: Reprodução

Um dos jogos mais populares do mundo é também fonte de inspiração para a comunidade de jogadores e programadores na internet.

“Super Mario world”, lançado em 1990 para o SNES durante a clássica era dos 16 bits, ainda sobrevive graças a ferramentas de programação que permitem usar os cascos de tartaruga, as moedas de ouro e o canos verdes para criar algo diferente.

O resultado, como mostram vídeos no YouTube e discussões entre especialistas em fóruns de discussão, é surpreendente.

“É como brincar de Lego”, resume o canadense de 16 anos identificado por Dagx. ”Você já tem um objeto grande e bem produzido que é composto de centenas de pequenos pedaços. O que você faz é pegar todas essas peças, acrescentar algumas outras e criar algo com a sua cara”, explica ele, que desde os 13 cria suas próprias fases de “Super Mario”.

No YouTube Dagx tem uma pequena coleção das fases que criou. Em “Pandemonium fortress: sombre”, que ele considera um dos mais difíceis de jogar, Mario enfrenta inimigos em um castelo às escuras, contando com a ajuda ocasional de um globo de luz.

Sem as mãos

Mas nem sempre as fases “caseiras” são difíceis para o jogador. Em alguns casos, aliás, não é preciso nem jogar para vencer. É a categoria “autoplay”, em que Mario salta, corre e derrota inimigos por “inércia”, sendo levado pelo posicionamento estratégico de objetos na fase.

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A complexidade desse parque de diversões do encanador bigodudo pode chegar a níveis extremos. Um vídeo no YouTube com 11 minutos de duração se encaixa na categoria “automático”, em que o jogador só assiste. Como se não bastasse ser uma mini-epopéia, a produção ainda tem efeitos sonoros sincronizados com uma música de fundo.

Assim, um simples bloco de moedas tem função estratégica e musical: serve de cenário para o personagem e emite um som que se encaixa na trilha sonora.

Profissão de fé

O G1 entrevistou membros da comunidade de programadores “SMW Central”, dedicada à modificação das variadas versões de “Super Mario”. Eles são programadores, geralmente com conhecimentos avançados (hackers), que utilizam diversos programas gratuitos disponíveis na internet para reconstruir o jogo e criar suas próprias fases.

Na comunidade eles trocam informações sobre a atividade e compartilham o conteúdo criado entre eles. Um sistema de avaliação e comentários serve para criar um ranking com as produções mais populares.

“Comecei a desenhar fases no papel cerca de 10 anos atrás, quando joguei ‘Super Mario world’ pela primeira vez”, conta o hacker S.N.N. Ele diz que uma boa modificação de “Super Mario” pode levar de 9 meses até alguns anos para ficar pronta. E, para fazer sucesso na internet, a invenção deve ter “algo único”.

“Algo que se destaque entre as fases que já foram criadas. O design é a principal prioridade, é a primeira coisa que as pessoas analisam. Mesmo se a fase tiver um belo visual, as pessoas não vão gostar se não perceberem o esforço daquilo para ser especial”, explica.

Winston, norte-americano de 14 anos, diz que a atividade é divertida e desafiadora ao mesmo tempo. “A maior parte das pessoas é chamada de ‘noob’ (gíria que designa novato em alguma área na internet) quando começa a hackear os jogos. No começo é impressionante. Quando você começa, não quer mais parar”, diz.

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Por El cabron

Jun 05
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A produtora Electronic Arts e os estúdios Crytek anunciaram oficialmente nesta quinta (5) o lançamento de “Crysis - warhead”, novo episódio do jogo de tiro lançado somente para computadores em 2007.

“Warhead” deve chegar às lojas até o final do ano e será uma história paralela aos eventos ocorridos no primeiro jogo, em que norte-americanos e norte-coreanos investigam a queda de um meteoro próximo ao Mar das Filipinas.

O protagonista Nomad dá lugar ao Sargento Sykes, mas o jogador ainda terá a “armadura nano” que dá habilidades especiais como invisibilidade, além de força e velocidade incomuns. Segundo a Electronic Arts, o jogo terá novas armas e mais recursos para partidas on-line.

“Após o lançamento no ano passado, nós ficamos muito felizes com a recepção de ‘Crysis’ tanto por parte dos jogadores quanto da imprensa,” disse em comunicado Cevat Yerli presidente do estúdio Crytek.

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Cenários realistas e a possibilidade de interagir com o ambiente são destaques de ‘Crysis’

Lançado em novembro de 2007, “Crysis” apresenta cenários paradisíacos e visual considerado “ultra-realista”, que exige um computador potente para mostrar os detalhes em qualidade máxima. O jogador também tem liberdade para explorar os ambientes, escolhendo o melhor caminho e traçando sua própria estratégia.

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Por El cabron

Jun 04

Criar software para a indústria de games tornou-se um negócio mais rico, após o sucesso do Wii e PS3.

A Ubisoft diz que o mercado mundial de videogames crescerá até pelo menos 2010 ou 2011, mais do que alguns estimam, afirmou o chefe da maior fabricante européia de videogames.

O principal executivo da empresa na América do Norte disse em meados de maio que o mercado pode atingir o pico em 2009, mas o presidente-executivo da Ubisoft, Yves Guillemot, afirmou à Reuters ser mais otimista.

“Pode haver um pico nos mercados dos consoles em 2009, o que significa um pico no mercado de games em 2010 ou 2011″, apontou Guillemot em entrevista durante conferência anual de produtos da empresa.

“Até o ponto que me preocupa, não creio termos visto tudo o que o mercado pode nos oferecer. Estamos de fato numa nova revolução porque novos clientes estão chegando ao mercado. Se pudermos atendê-los com bons produtos o mercado não atingirá um auge logo adiante.”

A Ubisoft produz títulos como “Assassin’s Creed” e games com temática militar criados com o autor de livros de suspense Tom Clancy.

A empresa sustenta que o atual ciclo de demanda por consoles é diferente dos anteriores, em parte por causa da chegada dos “jogadores casuais” - um novo tipo de consumidor que não jogava games digitais no passado.

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Por El cabron

May 29

A produtora japonesa Capcom anunciou nesta quarta (28) que o jogo de luta “Street fighter IV” será lançado para computadores (PC) e os videogames Xbox 360 e PlayStation 3. O comunicado contraria boatos de que haveria uma versão para o Wii, da Nintendo.

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A série de jogos de luta “Street fighter” existe desde 1987 e já teve dezenas de versões, desde fliperamas até consoles como SNES. A estréia na nova geração de videogames traz um novo estilo visual, com gráficos reformulados e ambientes 3D, mas com a “jogabilidade” clássica das versões anteriores.

Ryu, Ken, Chun-Li e Blanka estão entre os personagens mais populares que retornam ao jogo. A data de lançamento não foi confirmada, mas a expectativa é que o game esteja pronto ainda em 2008.

Por El cabron

May 27

Ainda é possível encontrar em feiras e LAN houses jogos proibidos no início do ano pela Justiça brasileira, como “Counter-Strike”, “Everquest” e “Bully”. Os títulos foram banidos sob acusação de estimularem a violência, e a Justiça ainda considera a proibição de outros games. Especialistas ligados à área de jogos digitais, no entanto, são contra esse tipo de determinação.


Defensor da proibição, o procurador da República de Minas Gerais Fernando de Almeida Martins afirma que “os técnicos confirmaram o fato de que realmente o jogo, principalmente para crianças e adolescentes, traz uma série de problemas de deturpação psicológica para o jogador. Eventualmente, em alguns casos, pode levar até ao cometimento de crimes, assassinatos”, disse.

Já para Silvio Meira, especialista em engenharia para a criação de videogames, a discussão é outra. “O problema não é se o jogo é violento ou não. O problema é se você consegue separar que o jogo é um jogo e a vida a ser vivida aqui fora, neste mundo de carne e osso, é parte daquilo ou não”, explicou ele, que é também professor de Informática da Universidade Federal de Pernambuco.

Nessa mesma linha, o professor de informática Bruno Feijó, da PUC/Rio e da Uerj, afirmou que a proibição não é apenas preconceituosa, mas ineficaz: “ela não tem meios de controlar o acesso, o uso desse conteúdo digital nas suas várias formas, não só o game”.

Mas se proibir não dá certo, qual seria a solução? Silvio Meira citou a classificação indicativa dos games, que vem sendo bastante eficaz nos Estados Unidos, na Europa e em outros lugares. “Não há nenhuma razão pela qual não possa ser no Brasil”, acredita.

Estudantes

O Fantástico reuniu uma brigada de estudantes de design e desenvolvimento de jogos para saber por que a violência é uma questão tão importante quando se fala de videogames. “Cada vez mais acontecem conflitos e eventos geralmente isolados dizendo respeito à violência e aos videogames, mas não necessariamente uma coisa está relacionada à outra”, disse Gabriel Monteiro, de 19 anos.

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Bruna Sponchado afirmou que, desde pequeno, existe uma educação para que o indivíduo saiba distinguir o real do irreal. “Quando você é criança, você ouve histórias, assiste a filmes, desenhos, e do mesmo jeito o jogo”, defendeu. Rodolfo Oliveira, 22, é da mesma opinião. Ele disse que, com o videogame, o jogador tem o direito de interpretar qualquer personagem.

Para o estudante Guilherme Giacomini, a proibição dos jogos tira a liberdade de expressão de muitas pessoas, principalmente dos adultos. Assim como Silvio Meira, ele defendeu a implementação da classificação para os jogos. “O objetivo não é proibir os jogos para os menores, mas orientar os pais para eles saberem o que estão deixando os filhos jogar”, disse. Felipe Zappia acredita que a geração que proíbe é composta por pessoas que não tiveram muito contato com os videogames.

O analista de sistemas André de Leiradella, pai de um menino de 4 anos, disse que fica a critério dos pais, e não da Justiça, quais títulos seus filhos podem jogar. Ele admite que os games violentos são atraentes, mas monitora as jogadas do pequeno Lucas. “O jogo violento é tão prejudicial quanto um filme violento, quanto você viver em uma família violenta, mas eu acho que, assim como no filme, a família tem que estar junto, ali acompanhando o jogo, explicando o que é certo, errado.”

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Por El cabron

May 23
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E pensar que você viveu até hoje pensando que o primeiro amor de Super Mario se chamava Peach. Errado: o nome da princesa era Pauline, que apareceu em “Donkey Kong”, jogo de 1981 que só foi “100% completado” em 2007 - o norte-americano Billy Mitchel conseguiu 1.050.200 pontos.

Essas e outras milhares de informações indispensáveis na formação de um cidadão moderno estão nas 256 páginas do Guinness World Records 2008 - Gamer´s Edition, publicação que marca a estréia do livro dos recordes no vasto mundo das diversões eletrônicas. Lançado nos Estados Unidos no início do ano, o Guinness dos games chega ao Brasil em capa dura, páginas coloridas e preço sugerido de R$ 69,90 (Ediouro).

O livro reúne números de vendas, recordes de pontuação feitos por jogadores e curiosidades sobre jogos antigos e recentes. De “Pac-Man” a “GTA”, o livro aborda os principais nomes e é dividido em gêneros, como luta e tiro. Também existem entrevistas com personalidades, seções dedicadas aos consoles, aos fliperamas e à Twin Galaxies, entidade que registra os recordes mundiais dos games.

Números que assustam

No mundo dos games, os números se dividem em duas partes: a chata e a curiosa. A primeira diz respeito ao mundo financeiro, e aparece no livro dos recordes sob a forma de “jogos mais vendidos”, “produções mais caras” e “lucro mais rápido”, por exemplo. São informações pouco interessantes, mas que acabam preenchendo uma lacuna existente no mercado editorial, principalmente no Brasil.

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Mario é o personagem mais ativo: apareceu em 116 jogos, 13 deles apenas em 2005

Já os números curiosos são o grande apelo das notas espalhadas pelo livro. Uma rápida pesquisa revela resultados incríveis: um episódio de Pokémon causou 635 ataques epiléticos em 1997 no Japão, o RPG “Oblivion” tem 395.696 pedras espalhadas por 163.492 km2 e o RPG on-line “Ultima Online” tem 25.103.295 palavras, que ocupam 6.006.313 linhas de programação.

Entre os entrevistados estão personagens conhecidos e algumas surpresas. O juiz Walter Day fala sobre os recordes da Twin Galaxies e o compositor Tommy Tallarico fala sobre músicas nos games. Já o quase anônimo Victor de Leon III, de 10 anos de idade, conta como é ser o jogador profissional mais novo do mundo. Ele começou jogar aos 2 anos e disputou o primeiro campeonato aos 4.


Quem se destaca com o joystick e tem sua pontuação registrada pelas autoridades também marca presença no livro dos recordes. Exemplos: o canadense Brian Sulpher, que marcou 331 pontos em uma partida de basquete de “Tecmo NBA Basketball”, do SNES, e o brasileiro Rodrigo Lopes, recordista mundial em “Pitfall”, que tem ainda cinco recordes em jogos da série “The legend of Zelda” e outro em “Metal gear solid”.

Como obra de referência para estudiosos, profissionais e jogadores, o Guinness dos games é peça obrigatória. Para curiosos, é fonte de leitura e descobertas intermináveis. Em alguns momentos a publicação exagera no destaque aos recordes de vendas e de mercado, mas logo reverte a situação com fatos pitorescos e informações que, até então, eram rotuladas como “lendas” por não terem sido oficializadas em livros desse porte.

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Por El cabron