Aug 19

Foto: Divulgação/NC State University

Uma equipe de pesquisadores da universidade estadual de Iowa, nos Estados Unidos, inventou uma maneira criativa de recarregar um telefone celular.

Eles criaram células de energia solar que combinam com a estampa de uma gravata, por exemplo, e captam energia diretamente da luz solar.

Por meio de impressão digital em tecido, eles criam as estampas, que depois recebem as células fotovoltaicas.

Por enquanto, cada placa precisa ser colada à peça de roupa mas os cientistas acreditam que, em breve, será possível incluir células mais flexíveis diretamente no tecido.

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Por El cabron

Aug 16

Engenheiros da Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) revelaram com exclusividade à BBC dois veículos robóticos que estão sendo projetados para explorar a superfície de Marte em 2015.

Os veículos ainda em fase de testes, que receberam os nomes de Bruno e Bradley, têm seis rodas e são apontados como os mais robustos e mais fáceis de manobrar de sua categoria, informou o repórter da BBC News Pallab Ghosh.

De acordo com Chris Draper, gerente do projeto ExoMars da empresa aeroespacial britânica Astrium, a idéia é que o novo veículo robótico que seja enviado a Marte chegue a lugares aonde outros nunca conseguiram ir.

“Obviamente, os robôs americanos (Spirit e Opportunity) construídos pela Nasa tiveram grande sucesso - conseguiram viajar longas distâncias e ter uma vida útil mais longa que o planejado. Mas esperamos que, com nosso ‘bebê’, consigamos chegar ainda mais longe”, afirmou.

Cada uma das seis rodas do veículo pode ser guiada separadamente. Ele pode ainda, diante de uma ladeira íngreme ou escorregadia, se ancorar em cinco das seis ‘pernas’ e avançar uma por uma, para superar obstáculos.

Foto: BBC

Navegação inteligente

Além disso, os protótipos possuem um sistema de navegação inteligente que lhes permite planejar sua própria rota - um mecanismo que pode se revelar crucial quando a máquina estiver se aproximando de uma situação perigosa, como um precipício.

Por causa da distância entre os dois planetas, uma ordem emitida da Terra pode levar até 20 minutos para chegar a Marte, o que impossibilita o envio de comandos instantâneos para mudar a direção do robô.

A ExoMars tem como missão principal procurar sinais de vida passada ou presente em Marte. Para tanto, terá de chegar a lugares que oferecem mais condição de vida e recolher material a até dois metros de profundidade no solo. As amostras serão analisadas por um laboratório a bordo.
Dotado da maior variedade de instrumentos científicos já transportada a Marte, o robô poderá submeter o material a um grande número de testes se houver indicação da existência de organismos.

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Por El cabron

Aug 14

Pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, criaram uma forma fascinante e inusitada de ciborgue: um conjunto de neurônios (células nervosas) que controla um robozinho em laboratório. A colônia neuronal, cultivada numa placa de vidro, está colocada sobre um conjunto de multieletrodos (MEA, na sigla inglesa), que captura os sinais elétricos que chegam dessas células. Sempre que o robô se aproxima de um objeto, manda sinais de volta para os neurônios. Dessa maneira, os cientistas britânicos esperam que a rede neurológica “aprenda” a se desviar de objetos e “memorize” caminhos. A idéia é usar o sistema para estudar o funcionamento do cérebro.

Divulgação

Sistema Bluetooth, como o de certos celulares, serve para enviar sinais ao robô

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Por El cabron

Aug 13

Pesquisadores da Universidade de Tóquio, no Japão, desenvolveram uma “pele robótica”. A novidade, chamada de e-skin, contém nanotubos de carbono e permitirá que robôs identifiquem o calor e pressão dos objetos, como fazem os humanos. Segundo os especialistas envolvidos no projeto, o material vence limitações dos metais (que conduzem eletricidade, mas não esticam) e da borracha (que não conduz eletricidade de maneira eficiente). Não há previsão para uso comercial da novidade.

Foto: AFP

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Por El cabron

Aug 11

A Organização Européia para Pesquisa Nuclear (Cern, em francês) ensaiou com sucesso a injeção e a condução de partículas no anel subterrâneo do Grande Colisor de Hádrons (LHC, em inglês), um gigantesco tubo acelerador que pretende desvendar a estrutura essencial da matéria.

“Tudo correu bem e estamos muito contentes”, declarou James Gillies, porta-voz do Cern. O experimento, realizado várias vezes durante todo o fim de semana, consistiu em testar a sincronização do LHC com o acelerador Super Proton Synchrotron (SPS). Isso permitiu aos cientistas afinar as medidas e a condução de partículas pelos ímãs incorporados ao LHC. Esses foram os últimos ensaios antes do primeiro grande teste do LHC, previsto para 10 de setembro.

Supermáquina

O LHC é um acelerador de 27 quilômetros de circunferência, equipado com grandes ímãs supercondutores (cuja operação necessita de temperaturas muito baixas), construído com um triplo objetivo: desvendar a estrutura da matéria, as propriedades das forças fundamentais e as leis que regem a evolução do Universo.

A máquina fica em um túnel entre 50 e 120 metros de profundidade e se divide em oito setores, seis dos quais já estão resfriados a -271ºC. Ela se baseia em uma rede magnética, com dois canos pelos quais circulam prótons em sentidos opostos, e contém 1.232 ímãs bipolares (de 15 metros de comprimento cada um deles) e 392 de quatro pólos (de uns 6 metros cada), além de milhares de ímãs pequenos.

Ela também dispõe de um sistema de aceleração baseado em cavidades de radiofreqüência supercondutoras que permite aumentar a energia dos feixes em um fator de 15 em aproximadamente 30 segundos. Quando a máquina funcionar a pleno rendimento, serão produzidas nas regiões de interação um bilhão de colisões por segundo, das quais aproximadamente só uma entre um trilhão será verdadeiramente interessante para os cientistas.

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Por El cabron

Aug 11

Cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, anunciaram que estão mais perto de criar um material que pode tornar objetos tridimensionais “invisíveis”.

Os pesquisadores desenvolveram dois materiais que podem reverter a direção da luz em torno dos objetos, fazendo com que eles “desapareçam”.

Os chamados meta-materiais não existem normalmente na natureza e foram criados em uma escala nano, medidos em bilionésimos de metro.

Eles são estruturas criadas artificialmente, com propriedades óticas que fazem a luz “se dobrar” de forma não natural.

Como a luz não é absorvida nem refletida pelo objeto, é possível vê-la por trás dele, iluminando o que normalmente estaria escondido por ele - tornando o objeto invisível.

Os pesquisadores explicam que o material funciona como “água passando em em torno de pedras”.

Refração

Os meta-materiais têm propriedades de “refração negativa” - nos materiais naturais, o índice de refração é sempre positivo.

Refração é a passagem da luz por um objeto ou meio, na qual a velocidade da luz é alterada. Um bom exemplo é a passagem da luz através da água. A refração da luz na água faz com que as distâncias e tamanhos pareçam alterados.

Um dos meta-materiais é feito de metais e tem a estrutura semelhante a uma rede de pesca colocadas em várias camadas. Ele se torna transparente numa ampla gama de comprimentos de onda luminosa e reverte a direção da luz.

O outro usa minúsculos fios de prata dentro de óxido de alumínio poroso, colocados a uma distância mínima um do outro.

Por enquanto, os cientistas acreditam que a descoberta poderá ser usada em lentes microscópicas, mas eles afirmam que os princípios dos materiais poderiam ser aplicados em maior escala para criar “capas de invisibilidade” grandes o suficiente para esconder pessoas.

As pesquisas lideradas pelo cientista Xiang Zhang serão publicadas nesta semana nas revistas especializadas Nature e Science.

O estudo foi financiado pelo governo americano e poderá, um dia, ser usado em operações militares, fazendo, por exemplo, com que tanques desapareçam frente ao inimigo.

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Por El cabron

Aug 08

Os criminosos do futuro vão ter que se preocupar bem mais com suas impressões digitais: uma nova tecnologia promete não apenas revelar a identidade de uma pessoa a partir do registro, mas também se ela consumiu drogas ou lidou com explosivos. E mais: será possível reconhecer uma digital individual em uma área com várias outras sobrepostas –- um enorme desafio para a ciência forense atual.

O segredo está na química. A equipe de R. Graham Cooks, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, desenvolveu uma ferramenta capaz de ler a “assinatura química” da pessoa.

Em seu trabalho publicado na revista “Science” desta semana, Cooks explica que além das linhas que identificam uma pessoa, a impressão digital também reúne uma gama de compostos químicos, que vão desde coisas naturais da pele humana, como restos de superfícies tocadas.

Foto: Divulgação

Na figura “A”, a imagem de uma digital com restos de cocaína; na “B”, uma imagem feita apenas a partir no novo sistema; na “C”, uma impressão normal feita com o dedo pressionado em tinta; na “D”, uma imagem de computador feita a partir da imagem normal. Todas são da mesma impressão da mesma pessoa.
E como esses compostos naturais são únicos em uma pessoa, é possível separar de quem são uma série de impressões sobrepostas. “Procurando compostos que sabemos que estão presentes em uma certa digital, podemos separá-la das demais e obter uma imagem clara como cristal. Ela então pode ser usada para reconhecimento de um indivíduo,” disse, em nota, o autor principal do estudo, Demian Ifa.

Por El cabron

Jul 31

Você é uma daquelas pessoas sedentárias que adoram assistir às Olimpíadas, mas morre de preguiça só de pensar em ir para a academia? Pois imagine levantar do seu confortável sofá, tomar um comprimido e conseguir competir lado a lado com os atletas olímpicos. Pode parecer coisa de ficção científica (ou desenho animado) por enquanto, mas é exatamente isso que um grupo de pesquisadores americanos acredita ter conseguido: uma pílula que transforma o mais preguiçoso dos mortais em atleta.

Uma pílula não, duas. A equipe do Salk Institute, nos Estados Unidos, desenvolveu dois medicamentos diferentes que têm esse “poder”. O primeiro, conhecido por enquanto apenas pelo nada simpático nome de “GW1516”, não mostrou o efeito desejado nas cobaias sedentárias, mas aumentou em 77% o desempenho dos camundongos que fizeram exercício moderado (50 minutos por dia) anteriormente. O segundo remédio, que também não tem um dos melhores nomes, “AICAR”, não teve um resultado tão significativo nos pouco exercitados, mas nos sedentários, que nunca tinham feito exercício na vida, melhorou a performance em 44%.

Por “melhorar a performance” entenda-se: os camundongos desenvolveram uma grande resistência física, correndo muito mais e cansando muito menos – um verdadeiro “supermouse”.

Os dois remédios agem nas mesmas áreas do cérebro que são ativadas durante o exercício físico. A idéia é uma continuação de um trabalho anterior da equipe: em 2004, eles alteraram geneticamente camundongos para ativar essas regiões cerebrais. O resultado foi extremamente positivo: não apenas o desempenho dos roedores melhorou, mas eles também se tornaram resistentes à obesidade e mantiveram suas taxas de açúcar sob controle -– diminuindo o risco de diabetes.

Como não é possível alterar geneticamente um ser humano, entra na história a busca pelos medicamentos. Mas, por enquanto, ainda vai demorar para eles chegarem às prateleiras, porque é preciso testar a segurança e a eficácia da medicação.

O risco de problemas não é nada desprezível, segundo o brasileiro Paulo Zogaib, professor de Medicina do Esporte da Unifesp (Universidade Federal Paulista). “O organismo é extremamente balanceado e mexer na resposta de um gene pode ser perigoso. Você altera uma coisa aqui e o corpo vai querer se equilibrar de novo. Não sabemos as conseqüências disso”, explicou ele ao G1.

Para o especialista, no entanto, é questão de tempo até algo do tipo chegar às pessoas. “É uma forte tendência atual na medicina geral, não apenas esportiva, procurar esse tipo de medicamento,” disse ele.

E isso é muito bem vindo, não apenas para quem gosta de esporte, mas principalmente para as pessoas que não gostam. “As principais causas de mortes por doença estão ligadas aos problemas cardíacos. E o principal fator de risco dos problemas cardíacos é o sedentarismo, então qualquer coisa que ajude as pessoas a se exercitar é importante”, afirma Zogaib.

E, no ritmo das Olimpíadas, se algum atleta passou por essa novidade e pensou que pode ser uma maneira de chegar na frente dos outros, pode ir tirando o cavalinho da chuva. A equipe liderada por Ronald Evans desenvolveu, junto com os medicamentos, o teste de antidoping para detectá-los no organismo.

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Por El cabron

Jul 31

Físicos do mundo inteiro estão reunidos no Rio para discutir como vai ser a tecnologia do amanhã: mais rápida, mais eficiente e sem fios. Tudo graças a materiais com um nome complicado: os semicondutores.

Eles são a matéria-prima usada na fabricação de componentes como chips e transistores que fazem funcionar grande parte da tecnologia sem a qual não vivemos. Estão dentro de nossos celulares, computadores, nos leitores de DVD, nas maquininhas de cartão de crédito.

Até onde essa tecnologia pode nos levar é o tema da Conferência Internacional de Físicos, no Rio. É a primeira vez que cientistas do mundo todo se encontram fora do Hemisfério Norte.

Três ganhadores do prêmio Nobel, que fizeram descobertas para melhorar o uso dos semicondutores, estão no congresso. O alemão Klaus Klitzing diz que os aparelhos vão ficar cada vez menores e com mais capacidade de guardar informação.

“Eles estão diminuindo a tamanhos muito pequenos e há muita pesquisa no mundo todo”, diz Klitzing.

Antenas do tamanho de canetas

Um equipamento de laser testa o material que poderá substituir fibras óticas ou cabos nas redes de comunicação das grandes cidades. Com esse tipo de semicondutor, antenas do tamanho de uma caneta serão instaladas no alto dos prédios. Será o fim da buraqueira para esconder fios debaixo de ruas ou calçadas.

As pesquisas também indicam uma grande comodidade para o homem do futuro: a roupa elétrica. “Você vai gerar corrente elétrica, através da absorção da luz solar, e poderia colocar no teu bolso um celular, e carregar o celular ao mesmo tempo”, conta a física Patrícia Lustoza.

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Por El cabron

Jul 21

Via : O Buteco da Net

Você já conheceu uma invenção e logo imaginou: “como ninguém pensou nisso antes”? O interessante é que sempre tem alguém buscando novas oportunidades e criando produtos simples e curiosos.

Listamos cinco invenções fantásticas que você precisa conhecer:

1. Câmera digital submarina

Quem costuma mergulhar e tirar fotos já deve ter sentido a necessidade de ter as mãos livres e somente usá-las para clicar as imagens. Pensando nisso, uma empresa desenvolveu uma câmera digital que ao mesmo tempo é uma máscara de mergulho. Com ela, você pode ficar com as mãos livres e usar um botão acima das lentes para tirar a foto.

Custando cerca de US$ 100,00, a máquina já vem com cabo USB, software para edição, 16 MB de memória interna e slot para cartão SD, para até 2 GB.

2. Fraldas descartáveis para pássaros

Você já está cansado de arrumar a bagunça que seus pássaros fazem? Acaba não limpando a gaiola porque falta habilidade e sobra medo do animal sair voando? Então conheça a “Jungle Wear Birdie Diaper“, uma fralda descartável para aves.

Normalmente as aves defecam a cada 20 minutos e, dependendo do tamanho dela, esta pode ser uma tarefa bastante desagradável. A peça, que é vestida como uma camiseta, permite a livre circulação do pássaro e não evita que ele voe.

3. MP3 para executivos

Se você trabalha em um local onde exige que trabalhe de terno e gravata, o “Gentleman MP3 Player” é uma excelente alternativa para escutar um sonzinho sem sair do padrão. O player utiliza um clipe que executa as funções “play” e “stop” e que pode ser preso à lapela ou usado como prendedor de gravata. Uma pequena tela permite a exibição do título da música ou qualquer outra informação que o dono queira, como por exemplo, o seu nome.
4. Mesa de laptop para carros

Se você é um daqueles geeks que não conseguem viver sem seu laptop, nem mesmo quando está no carro, o “Laptop Desk From Jotto Desk” é a solução definitiva. Obviamente não é nada seguro dividir a atenção de quem dirige com qualquer outro mecanismo, entretanto, a mesa é uma excelente alternativa para quem trabalha em dupla ou somente quer distrair seu carona.
5. Mala-mesa para laptop

Pessoas usando laptop em aeroportos já não é mais novidade. Pensando nisso, uma empresa lançou o “DeskSpaceAnyplace“. Uma mala que permite, com a ajuda de uma armação, montar uma pequena mesa de trabalho.

Disponível em plástico preto ou madeira maciça, e sem previsão de lançamento no Brasil, a “mala-mesa” custa apenas US$ 79,00.

Por El cabron

Jun 13

Cientistas espanhóis revelaram um projeto para desenvolver um “manto acústico” capaz de isolar o som quase por completo.

Segundo os especialistas da Universidade Politécnica de Valencia, a nova tecnologia poderia ser eficiente na construção de residências e casas de espetáculos à prova de som, além de navios de guerra mais silenciosos.

A técnica por trás do manto, apresentada no New Journal of Physics, consistiria em criar um objeto composto de “cristais sônicos” que atrairia as ondas sonoras, impedindo sua propagação.

Esses objetos sonoros futurísticos seriam instalados em um tipo de material, ainda a ser criado, que serviria de escudo contra o som.

Jose Sanchez-Dehesa, um dos pesquisadores envolvidos, disse à BBC News que um manto composto de painéis e cilindros minúsculos poderia alcançar tal efeito.

“A idéia do manto acústico é desviar as ondas sonoras para o objeto de cristais sônicos”, disse Jose Sanchez-Dehesa.

Simulações feitas pelos especialistas mostraram que cerca de 200 camadas do manto poderiam isolar qualquer som por completo.

Implicações

Sanchez-Dehesa ainda disse que a equipe agora pretende desenvolver e testar o material em laboratório para comprovar as simulações.

“Não é um projeto irrealístico, não exige feitos extraordinários”, disse ele. “É algo que pode ser produzido facilmente”.

Se um dia vier a ser comercializado no futuro, os cientistas espanhóis acreditam que o manto poderá ter implicações na construção civil e nas Forças Armadas.

Paredes contendo o material poderiam ser utilizadas para construir casas e salas de espetáculo, que se serviriam da tecnologia para melhorar a qualidade do som em algumas áreas e afastá-lo de outras.

As Forças Armadas também poderiam se beneficiar, criando submarinos que não sejam detectados por sonares e navios de guerra mais silenciosos.

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Por El cabron

Jun 12

A Polaroid apresentou nesta semana a PoGo, uma impressora de bolso que dispensa o uso de computador, colocando diretamente no papel as fotos do telefone celular ou da câmera digital. Segundo o fabricante, a impressão é feita em 60 segundos. A transmissão das imagens para esse equipamento é feita via tecnologia Bluetooth ou com um cabo USB.

Foto: Divulgação

Novidade será lançada nos EUA em julho, por US$ 150. PoGo pesa cerca de 220 gramas.

O custo de cada foto sai US$ 0,35 e as bordas do papel de impressão podem ser descascadas, transformando as imagens em adesivos. O aparelho pesa cerca de 220 gramas e utiliza uma tecnologia chamada Zero Ink, que imprime sem o uso de tinta.

A novidade foi exibida pela Polaroid ao site de tecnologia “Cnet”, que vê nesse produto uma transição do analógico para o digital por parte da empresa. O foco da impressora, que será lançado nos EUA em julho por US$ 150, são os jovens que querem imprimir suas fotos no momento em que elas são tiradas.

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Por El cabron

Jun 09
Reuters

Analistas e fãs de todo o mundo esperam que Steve Jobs, diretor-executivo da Apple, apresente nesta segunda-feira (9) a segunda versão do iPhone, telefone celular multimídia da Apple. Apesar de muitas especulações já existirem sobre o novo produto, a companhia não confirma seu lançamento: diz apenas que mostrará plataformas de desenvolvimento para o sistema operacional do iPhone e do Mac OS X Leopard.

A apresentação dos executivos, realizada durante o evento Apple Worldwide Developers Conference, está agendada para começar às 10h no horário de São Francisco (EUA), 16h no horário de Brasília.

Como geralmente acontece antes de a Apple apresentar novos produtos, os blogs de tecnologia adiantam alguns detalhes sobre as novidades. O blog “CrunchGear”, por exemplo, afirma que o novo iPhone será mais fino que sua versão anterior, seguindo o estilo do MacBook Air. Segundo o blog, as imagens do iPhone 2 foram obtidas no material promocional para divulgar o aparelho.

Ainda segundo o “CrunchGear”, que divulgou as supostas imagens do modelo, o telefone estará disponível também em vermelho e permitirá a realização de videoconferências.

Foto: Reprodução

Blog divulgou imagens que seriam do novo iPhone: aparelho será mais fino e estará disponível em vermelho, diz o ‘CrunchGear’.

Velocidade

O iPhone 2 já ganhou informalmente o nome de “BlackBerry killer”, diz a versão on-line da revista “Wired”, porque deverá ser mais barato e mais rápido do que o modelo anterior. A velocidade está associada à tecnologia da terceira geração (3G) de telefonia móvel, uma aposta dos analistas para o anúncio desta segunda.

Caso essa hipótese se confirme, a novidade poderá atender a uma das principais queixas do executivo em relação ao atual iPhone: a velocidade com que ele se conecta à internet.

Esta é uma preocupação ainda mais importante na Europa, que está à frente dos Estados Unidos na adoção da terceira geração de celular e onde as vendas do iPhone crescem lentamente.

Ainda segundo analistas, o novo iPhone deve ser acompanhado de suporte a troca de e-mails corporativos e de uma gama de novos programas que tentarão ajudar a impulsionar as vendas do aparelho, que tem uma tela sensível ao toque, acesso à internet sem fio e funções multimídia semelhantes ao iPod.

Preço

Também há especulações de que a Apple possa acompanhar uma prática da indústria de celulares e anunciar um subsídio ao iPhone, um acordo com a AT&T para tornar o aparelho mais acessível. A AT&T já paga parte da receita mensal que obtém dos assinantes do iPhone para a Apple.

“Imaginamos que a Apple possa realmente anunciar um modelo disruptivo de negócios, ou uma mudança em seu atual modelo, adotando subsídios quando necessário e múltiplas operadoras para ajudar o iPhone a chegar em mais mãos”, disse o analista Ben Reitzes, do Lehman Brothers, segundo a agência de notícias Reuters.

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Por El cabron

Jun 04

Zackary, um menino de seis anos, autista, ficava tão confuso ao lidar com o PC, que chegava a jogar o mouse em sinal de frustração. E despertou a atenção de seu avô, John LeSieur, que trabalha na indústria de softwares. LeSieur procurou na web ferramentas que pudessem ajudar seu neto a navegar. Não encontrando nada que o deixasse satisfeito, decidiu criar ele mesmo um navegador. Em homenagem a Zackary, nasceu o Zac Browser For Autistic Children.

O navegador, que torna a experiência de usar um computador muito mais simples, pode ser baixado gratuitamente no endereço http://www.zacbrowser.com. Ele bloqueia os conteúdos não adequados para crianças (como pornografia, violência e outros temas adultos) e oferece diversos sites públicos e de conteúdo gratuito, com ênfase em jogos educativos, música, vídeos e imagens divertidas, como um aquário virtual.

O desafio enfrentado por LeSieur é um lembrete de que assim como a web criou importantes oportunidades de comunicação e educação para pessoas com deficiências cognitivas, também trouxe algumas novas dores de cabeça para as famílias que tentam navegar nos contornos da inabilidade.

Mas o navegador criado pelo avô vai além de oferecer atrações para os pequenos internautas: ele toma conta do computador e reduz os controles disponíveis para crianças como Zackary, que consideram atordoante ter muitas escolhas a fazer.

Por exemplo, botões desnecessários como o “Print Screen” são desativados, assim como o botão direito do mouse. Isso elimina comandos que a maioria das crianças realmente não precisa, e reduz a chance de portadores de autismo perderem a confiança depois de um (ou vários) cliques improdutivos.

As crianças que usem o Zac Browser selecionam atividades clicando em ícones maiores que os normalmente encontrados, como uma bola de futebol para os games e livros que indicam “histórias”. A configuração do navegador também elimina propagandas e outras distrações que podem aparecer.

“Tentamos evitar sites agressivos, muito escuros ou complicados, porque tudo gira em torno da auto-estima”, explicou LeSieur à agência Associated Press. “Se crianças como Zackary não estão no controle, facilmente ficam frustradas”, afirmou.

A mãe de Zackary diz que ele nvega sozinho com o browser criado pelo avô e agora realiza, online, atividades que sempre gostou de fazer fora do computador - como montar quebra-cabeças ou ouvir músicas - mas que antes não conseguia fazer na Internet. Inclusive ele não manifesta, contra o computador, a reação negativa que tem frente à TV.

O avô de Zac não ouviu especialistas para criar o navegador. A pequena empresa que ele possui, na verdade, criou o browser voltado para as necessidades de Zack. Ou seja, o Zac Browser pode não funcionar do mesmo modo para outras crianças autistas, cujas características cognitivas ou comportamentais sejam diversas das de seu neto.

Mesmo assim, a idéia do avô - limitar as distrações e tornar o software uma ferramenta que estimule a auto-estima - é “muito boa”, segundo Dianne Zager. A diretora do Centro de Ensino e Pesquisa em Autismo da Universidade Pace diz que muitos estudantes autistas tendem a se sair melhor com materiais educativos que tornem desnecessário eliminar a visualização de alguns estímulos.

Via: Terra

Por El cabron

Jun 04

Falei outro dia aqui do Microsoft World Wide Telescope, é um software para visualização como se você tivesse um telescópio na sua casa, dentre as várias imagens disponibilizadas poderá ver até imagens que pessoas da Nasa tem acesso.

É um recurso novo bem bacana e legal de ficar ali matando o tempo.

Para usar é muito simples, é só visitar esse site: http://www.worldwidetelescope.org/ ir no Experience it e bom proveito!

Por El cabron