Aug 16

A Polícia Civil de Santarém (PA) começou a investigar, nesta sexta-feira (15), dois rapazes suspeitos de terem colocado na internet um vídeo que mostra uma adolescente praticando sexo com eles.

Segundo a polícia, este é o segundo caso semelhante em Santarém em menos de um mês. A delegada Márcia Rabelo recebeu a denúncia do caso por meio do depoimento da avó da adolescente. Ainda de acordo com a polícia, o pai da jovem disse que a gravação foi feita em um balneário em Santarém.

A guarda da adolescente é da mãe. “Ela está abalada e ainda não conseguiu vir até a delegacia”, disse a delegada. A menor ainda vai fazer exames médicos.

Outro caso

Em Santarém, os casos de vídeos caseiros com pornografia são cada vez mais comuns em sites de relacionamento na internet. O caso registrado no mês de julho, envolvendo seis pessoas, sendo três menores, ainda não foi concluído. Uma das vítimas não prestou depoimento ainda.

“Solicitamos ao juiz a prorrogação do prazo, já que o pai de uma das menores não a apresentou. Ele alegou não saber do seu paradeiro”, disse Márcia Rabelo, delegada responsável pelo caso.

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Por El cabron

Aug 14

polícia civil de Florianópolis deteve, na noite desta quarta-feira (13), um advogado de 26 anos suspeito de ter criado três perfis falsos no site de relacionamentos Orkut. Duas dessas páginas, disse a polícia, usavam o nome de uma funcionária de um banco de Santa Catarina, onde o homem também trabalhava. Já o terceiro perfil difamava o noivo dela.

O advogado está detido no centro de triagem da polícia civil de Florianópolis e poderá responder na Justiça pelo crime de falsidade ideológica.

O noivo da vítima abriu um boletim de ocorrência no final de 2007 por conta da página falsa em seu nome -– o conteúdo publicado dava indícios de que a vítima era homossexual. No início de 2008 foi criada uma nova conta, esta em nome da funcionária do banco, que associava seu rosto a fotos pornográficas. Na seqüência, a mulher ganhou mais um perfil falso que foi utilizado inadequadamente para interagir com outras pessoas, inclusive do banco onde trabalha.

André Gustavo da Silveira, da equipe de investigação do 1º Departamento de Polícia Civil, conta que a prisão foi feita em flagrante por volta das 19h da quarta, em uma LAN house no centro de Florianópolis. A partir do boletim de ocorrência, os investigadores levantaram informações sobre possíveis suspeitos e passaram a rastrear o advogado na internet. Além disso, contaram com a ajuda de LAN houses da cidade, que monitoravam o suspeito.

Para realizar o flagrante, os policiais esperaram o advogado se logar no Orkut usando os perfis das vítimas. Silveira conta que o homem permaneceu calado depois da detenção, não revelando o motivo que o teria levado a criar as contas falsas.

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Por El cabron

Aug 12

O Google anunciou oficialmente por volta das 20h desta segunda-feira (11) que corrigiu o problema que deixou diversos internautas sem acesso ao serviço de e-mail oferecido pela empresa, o Gmail.

O motivo da pane não foi divulgado. Nem todos os usuários, no entanto, foram afetados.
Por volta das 18h, a maioria dos usuários que tentou acessar o serviço encontrou a seguinte mensagem: “erro temporário (502). Desculpe, mas sua conta do Gmail está apresentando erros no momento. Você não poderá usar sua conta enquanto esses erros estiverem ocorrendo, mas não se preocupe, os dados e as mensagens da sua conta estarão seguros. Nossos engenheiros estão trabalhando para resolver esse problema. Dentro de alguns minutos, tente acessar a sua conta novamente.”

Alguns minutos depois, a equipe responsável pelo Gmail divulgou nota em seu grupo oficial de discussão, dizendo que a empresa já estava tentando encontrar a solução para o problema.

Mesmo tendo sido lançado anos após os serviços dos concorrentes, em 2004, o Gmail tornou-se um dos serviços de e-mail de maior sucesso da rede por ter sido o primeiro a oferecer gratuitamente 1 GB para armazenamento. Desde então, Microsoft e Yahoo (donos do Hotmail e Yahoo! Mail) também aumentaram o espaço oferecido para seus usuários. Atualmente, o Google disponibiliza 7 GB para cada conta de e-mail.

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Por El cabron

Aug 08

Um evento sobre segurança para especialistas em computação, realizado em Las Vegas nesta semana, mostra o quanto pode ser difícil manter informações em sigilo num ambiente lotado de hackers. Além de os participantes do Black Hat terem sido alertados de que a rede Wi-Fi do evento estava sendo indevidamente monitorada, a espionagem digital chegou a um local que parecia estar imune a esse tipo de invasão: a sala de imprensa.

Três jornalistas franceses da publicação “Global Security Magazine” foram expulsos na quinta-feira (8) sob acusação de terem invadido a rede do evento exclusiva para a imprensa. Eles teriam roubado nomes de usuário e senhas de repórteres de pelo menos duas publicações: a Cnet e a eWeek.

Já se sabia que hackers estavam monitorando informações transmitidas via Wi-Fi no evento. Durante a semana, muitos dos participantes tiveram suas informações pessoais, que haviam sido enviadas via internet, postadas no chamado “Wall of Sheep”, um fórum destinado a envergonhar profissionais da área que não seguem procedimentos de segurança.

Exposição de dados

Acreditava-se que a rede destinada à imprensa fosse mais segura. No entanto, os jornalistas que acessaram a internet sem precauções extras, como acessar a web via rede virtual privada, correram o risco de expor seus dados aos colegas que estavam sentados a alguns metros de distância.

“A rede para jornalistas é isolada da rede pública, mas ela não isola um computador da sala de imprensa de outra máquina neste mesmo ambiente”, afirmou Dominique Brezinski, diretor técnico do evento. “Eles tiraram vantagem disso.” Segundo a agência de notícias Associated Press, os três franceses configuraram seu próprio servidor para capturar o tráfego de dados que passavam pelo roteador central da sala de imprensa.

Eles foram pegos quando ofereceram aos gerenciadores do “Wall of Sheep” as senhas dos repórteres, consideradas troféus. Os responsáveis pelo fórum se recusaram a atender ao pedido. Quando questionado, um dos jornalistas franceses disse que estava tentando educar a imprensa sobre a importância em enviar informações de forma segura.

Jogo

Os homens expulsos foram Marc Brami, Dominique Jouniot e Mauro Israel – identificados, respectivamente, como diretor da editora responsável pela publicação e membros do “comitê científico”. Em entrevista à agência de notícia Associated Press, Brami afirmou que Israel foi o responsável pela invasão, da qual Jouniot não sabia.

“Não sei dizer porque ele fez isso. Ele acha que é um tipo de jogo. Estou muito bravo, pois tenho uma parceria com o Black Hat há três anos.” A revista onde eles trabalham é uma das patrocinadoras do evento.

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Por El cabron

Aug 07
Foto: Reprodução

O processo já teve início e, no período de dois meses, o Google deve concluir a transferência do controle mundial do Orkut para a filial brasileira. Na prática, nada mudará para os internautas cadastrados no site de relacionamentos. Mas a empresa vê como vantajoso o fato de a rede social ser comandada diretamente no país onde o serviço tem o índice mais alto de adesão: dos 60 milhões de usuários, 54% dizem ser brasileiros.

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, essa transferência é resultado da popularidade local do serviço e também da maturidade do time no país. A parte de engenharia continuará sendo dividida com a filial indiana, mas o controle geral do produto será exclusivo dos funcionários do Google local. Por aqui, a companhia tem dois escritórios: um em São Paulo e um em Belo Horizonte, onde funciona o centro de engenharia.

Essa não é a primeira vez que a empresa baseada nos Estados Unidos transfere para outro país o controle de um produto. Ximenes exemplifica, dizendo que o gerenciamento da ferramenta de mapas é dividido entre Austrália e Alemanha.

Outra mudança anunciada pela empresa é o fato de Alexandre Hohagen, diretor-presidente do Google Brasil, ter sido apontado como próximo diretor da América Latina. Com isso, a filial brasileira terá de encontrar um substituto para o executivo, que assumiu o controle das operações no país quando a empresa abriu seu escritório em São Paulo, em 2005. Hohagen passará a responder pelas filiais do Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia.

Denúncias

Em julho, Hohagen assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a empresa e o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP). Por meio do termo, a empresa se comprometeu a adotar várias práticas contra a pedofilia no site de relacionamento Orkut.

A parceria visa colocar fim a uma batalha entre Justiça brasileira e Google, que já durava alguns anos. A empresa era acusada de se recusar a fornecer informações sobre usuários da rede social, dificultando assim as investigações relacionadas ao crime de pedofilia.

Além de adotar um filtro de imagens, que segundo a companhia reduz as imagens de pedofilia em 70%, a empresa alterou o prazo de armazenamento dos registros de acesso dos usuários brasileiros (de 30 dias para seis meses) e implementou uma solução para melhorar o processo de entrega de evidências de supostos crimes às autoridades.

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Por El cabron

Aug 06

O Google anunciou nesta terça-feira (5) que está oferecendo uma versão atualizada do aparelho que vende a empresas e organizações governamentais e permite uma busca de documentos internos, ao estilo Google usado na internet.

O líder entre os serviços de busca na web anunciou que a mais recente versão do Google Search Appliance, um aparelho do tamanho de uma caixa de pizza que contém um sistema autônomo de busca para administrar os arquivos eletrônicos de uma organização, pode armazenar até 10 milhões de documentos.

O novo produto tem a mesma capacidade de uma versão anterior fornecida, no entanto, na forma de um rack com cinco caixas. O Google já vende uma versão de 12 caixas do aparelho, em um rack do tamanho de uma geladeira e com capacidade para realizar buscas em até 30 milhões de documentos.

Os aparelhos contém software do Google para acionar os serviços de busca, e hardware de armazenamento de dados produzido pela Dell .

Documentos em rede

Assim que instalado em rede, o aparelho ajuda funcionários a localizar documentos em diversos sistemas de armazenamento diferentes, do Documentum, produzido pela EMC, ao FileNet, da IBM, passando pelo LiveLink, da Open Text e pelo SharePoint, da Microsoft .

Os novos recursos do modelo incluem maior poder de cifragem e o uso do sistema Google Alerts a fim de notificar usuários sobre a chegada de novos documentos incluídos na rede por colegas.

Os administradores de redes poderão operar o Google Search Appliances em 27 idiomas, com o acréscimo do turco, tcheco, vietnamita e português. As caixas podem, por sua vez, distribuir resultados de busca aos funcionários de empresas em 40 idiomas diferentes.

O Google não revela a receita auferida por seus aplicativos de busca, que são parte de sua divisão de software e serviços para empresas, dirigida a clientes empresariais.

Cerca de 98% do faturamento do grupo deriva de publicidade vendida no site Google.com e sites afiliados.

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Por El cabron

Aug 06

Golpes identificados nesta semana pela empresa de segurança Kaspersky mostram que o foco de golpistas da internet está cada vez mais voltado a redes sociais. Depois de divulgar o uso do microblog Twitter para espalhar vírus, a companhia anunciou fraudes que se aproveitam da popularidade dos sites de relacionamento Facebook e MySpace.

Em todos os casos, os golpistas usam essas páginas para divulgar links maliciosos. Nas fraudes baseadas no Facebook e MySpace, os hackers ainda tentam transformar as máquinas invadidas em “zumbis”, para ajudar na propagação dos golpes. Controlados remotamente, esses PCs podem espalhar códigos fraudulentos e mandar spam, por exemplo.

O internauta contamina sua máquina quando clica em links sugeridos na página de amigos ou em mensagens internas das redes sociais, também enviadas por conhecidos. A partir daí, o PC infectado passa a divulgar esses mesmos links maliciosos — sem a interferência do usuário da máquina –, para aumentar a quantidade de vítimas. A praga do MySpace se espalha criando comentários nas contas de amigos do internauta, enquanto a do Facebook produz mensagens de spam e as envia para todos na lista de amigos.

Em alguns casos, explica a Kaspersky, são sugeridos links que instalam nas máquinas códigos de rede. Quando o internauta do Facebook clica no endereço infecta seu computador com a praga do MySpace e vice-versa.

‘Clique aqui’

Geralmente escritos em inglês, os textos que induzem as vítimas a clicarem nos links têm variados assuntos: “Paris Hilton arremessa anões nas ruas”, “momentos engraçados”, “você precisa ver isso” e “meu amigo flagrou você com uma câmera escondida”, entre muitos outros. Vale tudo para chamar a atenção do internauta e fazer com que ele clique no endereço sugerido para se tornar a próxima vítima.

“Infelizmente, os usuários têm muita confiança no que diz respeito às mensagens deixadas por seus amigos em redes sociais. Portanto, a probabilidade de um usuário clicar em um link como este é muito alta”, disse Alexander Gostev, analista da Kaspersky.

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Por El cabron

Jul 28

1. E-mails enviados sob influência - Por acaso você tomou alguns drinques após o expediente? Salve sua resposta até a manhã seguinte, quando tiver certeza do que estiver dizendo.

2. Sarcasmo e humor negro - O e-mail não é um bom meio de comunicar nuances de sarcasmo, e muitas vezes ele pode ser interpretado fora do seu contexto - com repercussões desastrosas.

3. Assuntos particulares - É sempre bom separar negócios e prazer - e usar os recursos da empresa para questões pessoais em geral é uma má idéia.

4. Críticas profissionais - Se for um assunto breve, diga pelo telefone; caso contrário, vai parecer oficial demais e poderá causar uma preocupação desnecessária. Se a questão for realmente grave, discuta-a pessoalmente.

5. Comentários pessoais e fofoca - É comum usar o e-mail como se a gente estivesse conversando na pausa para o cafezinho, mas a tendência é ‘Encaminhar’ esse tipo de e-mail.

6. Respostas irritadas - É fácil disparar uma resposta irritada sem pensar. Mas nem sempre é fácil retratar-se. O melhor a fazer é analisar um pouco mais o seu e-mail, se possível, ou aguardar um dia antes de responder, se você estiver realmente descontrolado.

7. Linguagem imprópria - A maioria das pessoas simplesmente não a utiliza, mas para aqueles poucos que o fazem – é uma péssima idéia. Em e-mails profissionais não há lugar para blasfêmias e palavrões.

8. Segredos comerciais ou assuntos sigilosos da empresa - Esse assunto pode muito bem lhe render um processo judicial e também uma demissão.

9. Linguagem racista ou sexista -  É melhor evitar esse tipo de coisa em sua fala normal, e muito mais nos seus e-mails profissionais.

10. Mensagens excessivamente emocionais - Mesmo que sejam enviadas de fora de seu ambiente de trabalho, lembre-se de que sua imagem está em jogo.

FONTE

Via: Lista10

Por El cabron

Jul 23

Os internautas que cansaram de procurar o par perfeito em sites de relacionamento e redes sociais ganharam mais uma opção com o “Gene partner”. O site, baseado na Suíça, promete aproximar pessoas com DNA “compatível” para formar casais felizes.
A iniciativa não é inédita. Em dezembro de 2007 entrou no ar o “Scientific match”, que cobrava cerca de US$ 2 mil para cruzar testes de DNA e indicar ao usuário sua cara-metade. Em promoção até 31 de dezembro, o “Gene partner” oferece serviços semelhantes por um preço menor: US$ 199.

O novo site pretende criar uma rede social em que cada usuário terá seu número de identificação para comparar o DNA com possíveis pretendentes. Segundo o “Gene partner”, os relacionamentos são mais longos e bem sucedidos quando as pessoas envolvidas têm DNA semelhante.

A compatibilidade também poderia garantir uma vida sexual mais saudável e imunidade a uma variedade maior de doenças, segundo o serviço.

O usuário que se interessar faz o cadastro no site e recebe o material de coleta em casa. Ele recolhe amostras de saliva e envia aos laboratórios do serviço, que traçam o perfil da pessoa e lhe dão um número de identificação que permite a comparação com outros usuários.

O “Gene partner” planeja entrar em contato com sites de namoro em busca de uma fusão. Dessa forma, a informação sobre o DNA do usuário seria incorporada ao seu perfil, facilitando a comparação com outros membros da comunidade.

A empresa 23andMe, que recebeu investimentos do Google, também encoraja o uso de testes de DNA para enriquecer os perfis virtuais - ela oferece os testes por US$ 1 mil.

Fonte

Por El cabron

Jul 23
A história quase sempre se repete: o amante filma, a internet aceita e a celebridade quase nunca se justifica. As “sex tapes”, como são chamadas, já viraram rotina na internet. Confirma uma lista com algumas celebridades que já foram vítimas das peripécias amorosas:
Pamela Anderson e Tommy Lee

O casal ficou famoso pelas constantes aparições nos tablóides, motivadas pelos constantes problemas de Tommy com drogas, que muitas vezes resultavam em violência conjugal. Entretanto, o grande fato no relacionamento dos dois foi quando protagonizaram o vídeo caseiro de sexo mais popular da história da internet, feito pelo casal para registar a sua lua-de-mel. Vídeo que virou culto, e fez aumentar ainda mais a fama de Pamela Anderson como sex-symbol.
Paris Hilton e Rick Salomon

Este parece ser o vídeo de sexo mais famoso do mundo das celebridades. Tudo começou logo após o sucesso de “The Simple Life”. Seu ex-namorado, Rick Salomon, resolveu lançar uma fita sem a autorização de Paris, que por sua vez, decidiu processar o rapaz. Em 2005, um acordo foi feito, onde Paris receberia US$ 400,000 e, pasmem, uma porcetagem não-declarada dos lucros do tal vídeo.Não por acaso, o filme de Paris recebeu três prêmios AVN, em 2005: título mais vendido do ano, título mais alugado do ano e melhor campanha de marketing. (??)

Numa das “cenas” mais comentadas do filme, Paris interrompe sua noite de sexo para atender seu telefone celular, cena que recebeu várias paródias.

Rob Lowe

O ator, que ficou famoso por sua atuação no filme “O Clube dos Cinco”, ficou também conhecido pelas suas aventuras sexuais. Há cerca de 20 anos, o rapaz viveu seu primeiro escândalo sexual, quando apareceu em um vídeo que o mostrava na cama com duas mulheres, uma delas menor. Alguns meses depois, o ator deu entrada numa clínica de reabilitação sexual.

Em 2006 a empregada da sua casa o denunciou por assédio sexual. Segundo a moça, Lowe a apalpava, exibia os órgãos sexuais e se masturbava na sua frente. Rob, entretanto, negou as acusações e declarou ser vítima de uma chantagem da empregada.

Nicole Narain e Colin Farrell

A ex-coelhinha da Playboy e o ator protagonizaram um episódio tipicamente oportunista. Quando se separaram, Nicole resolveu oferecer uma fita, onde os dois apareciam praticando sexo, a uma empresa de internet. Infelizmente o ex-namorado entrou com um processo contra a moça e ela se viu obrigada a não divulgar o vídeo. Só que ela não esperava que, por uma questão contratual, a tal empresa de internet também entrasse na justiça contra ela.
Britney Spears

Um suposto vídeo da cantora caiu na web e causou o maior alvoroço. Uma filmagem de apenas 19 segundos mostra uma mulher muito parecida com Britney fazendo um empolgante sexo oral em um rapaz, que supostamente seria seu ex-marido Kevin Federline. Embora não confirmada pela cantora, há quem jure que é ela própria quem faz o “papel principal”.
Marilyn Monroe

Isso mesmo! Até a imortal estrela Marilyn Monroe participou de um vídeo “caliente”. O vídeo, com cerca de 15 minutos e filmado em câmera 16mm, foi descoberto por um colecionador e chegou a ser vendido para um empresário nova-iorquino por módicos US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 2,6 milhões).

Nas imagens em preto e branco, a atriz aparece de joelhos em frente a um homem desconhecido.

Avril Lavigne

Na última semana mais um vídeo provocou o grande movimento na internet. Trata-se de um suposto vídeo de sexo, onde uma garota muito parecida com a cantora Avril Lavigne aparece mantendo relações com um homem desconhecido. Segundo os fãs, não resta dúvida de que realmente é a moça, entretanto, assim como Britney Spears, a cantora não se pronunciou a este respeito.
Vagner Love

Só para variar um pouco, as celebridades brazucas também caem na web. Há alguns meses um vídeo, em que o jogador Vagner Love aparece fazendo sexo com uma atriz pornô Pâmela Butt, fez o maior sucesso. No entanto, a moça, uma das principais atrizes da produtora Brasileirinhas, não gostou nada da história e declarou que pretende punir judicialmente quem divulgou as imagens.

O vídeo, que aparentemente foi feito após uma das partidas do Brasil nas eliminatórias da Copa do Mundo, mostra uma festinha particular onde Love e vários amigos divertem-se enquanto Pâmela e outras garotas procuram deixá-los bem à vontade.

Fonte: Wiki e diversos

Por El cabron

Jul 23

Demorou, mas funcionou. Moradores e turistas que passarem na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, já podem desfrutar de internet sem fio gratuita. O serviço do projeto Orla Digital, inaugurado pelo governador Ségio Cabral na manhã desta terça-feira (22), ficou disponível para internautas por volta das 15h.
Numa primeira fase, apenas o trecho da Avenida Atlântica, entre as ruas Princesa Isabel e Fiqueiredo Magalhães, estará funcionando. O resto da orla do bairro deverá começar a operar até o final de agosto, com 21 pontos de acesso.

Por volta das 10h, um ponto de acesso foi aberto para a cerimônia de inauguração com o governador Sérgio Cabral, mas ficou restrito nas horas seguintes para ajustes.

54 Mb por segundo

Segundo o secretário de Ciência e Tecnologia do estado, Alexandre Cardoso, o projeto deve atingir cerca de cem mil pessoas na região. O acesso, de acordo com a Secretaria, terá velocidade de 54 megabites por segundo.

A idéia é que o acesso wi-Fi gratuito seja estendido à Baixada Fluminense e ao Maracanã até o fim do ano. “Estamos atrasados 22 dias. É o maior projeto de banda larga a céu aberto da América Latina”, disse Cardoso.

Segurança

“Copacabana é a minha praia. Fui criado aqui e agora as pessoas poderão se dar ao luxo de tomar um chope e abrir o laptop na Atlântica”, afirmou o governador, que garantiu a segurança na área.

“Estamos reforçando a segurança em todas a áreas, inclusive em Copacabana. Temos dificuldades, mas estamos enfrentando isso com coragem”, completou ele.
Durante a inauguração, Cabral escolheu o site do Vasco para ser seu primeiro acesso ao projeto e arrancou gargalhadas da platéia. Nela, estrelas da história do futebol, como Amarildo, Jairzinho, Altair, Paulo César Caju, Brito e Pinheiro.

arte

Via: G1

Por El cabron

Jul 23

Apesar de muitos usuários terem conseguido entrar no Orkut nesta terça-feira (22), um dia depois da pane que deixou o site inacessível, o serviço só deve ser completamente normalizado para todos os internautas na manhã de quinta-feira (24). Foi o que informou o Google, na noite desta terça.

“Todos os perfis afetados pelo bug [falha] serão reestabelecidos e voltarão ao normal em até 36 horas, sem qualquer dano à segurança e integridade das informações”, disse a empresa. Se esse período for contado a partir do horário do comunicado, o prazo para a estabilização da rede social termina na manhã de quinta-feira. “Nossa equipe de engenharia está totalmente comprometida em manter o Orkut seguro para os usuários”, continuou.

Sem detalhar o problema que afetou seu site de relacionamentos, o Google afirmou ter identificado na segunda-feira (21) um problema que afetava os perfis de usuários. “Desabilitamos o acesso aos serviços do Orkut para verificar a integridade dos dados. Lamentamos qualquer inconveniente.” Ainda nesta terça-feira, muitos internautas reclamaram da indisponibilidade da página que, quando acessada, exibia uma mensagem como esta abaixo (em inglês ou português, dependendo da configuração):

Reprodução

Nesta terça, alguns usuários se depararam com essa mensagem e não conseguiram acessar o site.

Em entrevista ao G1, o diretor de comunicação do Google Brasil descartou a possibilidade de um ataque externo, realizado por hackers, ter causado o problema. “Sabemos que foi uma questão interna”, afirmou Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil.

Por El cabron

Jul 22

O Google descarta a possibilidade de um ataque externo, realizado por hackers, ter causado problemas no site de relacionamentos Orkut na tarde desta segunda-feira (21). “Ainda não identificamos a causa do problema e, para isso, estamos fazendo um diagnóstico completo. Mas já sabemos que foi uma questão interna”, afirmou Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil.

Segundo o executivo, o comportamento atípico do site já foi normalizado. Apesar disso, alguns internautas ainda encontram instabilidade ou não conseguem acessar suas páginas.

Depois de os internautas relatarem estranhezas na tarde de segunda (veja aqui algumas dessas reclamações), o serviço passou por uma manutenção “não-periódica” – esse termo indica que ela não havia sido programada. Durante o período de “apagão”, um texto na página inicial informava que seria possível acessar o site novamente entre 24 horas e 48 horas.

Como conseqüência do problema, Ximenes afirma que as mudanças realizadas pelos internautas em seus perfis na segunda-feira podem ser invalidadas. Assim, é provável que as alterações tenham de ser feitas novamente. A empresa pode divulgar ainda nesta terça uma nota explicando detalhes sobre a pane no serviço de redes sociais.

Reprodução

Reprodução
Na terça-feira, alguns usuários se depararam com essa mensagem e não conseguiram acessar o site. (Reprodução)

Agito

Logo que começaram a notar a indisponibilidade da página, os usuários correram para outros sites — blogs e Twitter, por exemplo — para reclamar do problema. As manifestações também foram muitas quando a rede voltou: alguns comemoraram, enquanto outros criticaram quem não sabe viver sem Orkut.

No Twitter, esse foi o principal assunto da noite passada. Enquanto alguns debochavam do site — que no início de sua popularização apresentava muitos problemas técnicos –, outros compartilhavam sua real preocupação. “Acabei de falar que não tô nem aí pro orkut, mas 180 dias já é demais né?”, escreveu uma internauta. Nessa mesma linha, podia-se ler comentários do tipo: “tô com abstinência de orkut”, “volta orkut.voltaaaaaaaaaaaa”, “já que o orkut não volta logo, vou dormir”, “tá todo mundo aqui morrendo por causa desse orkut” e “ok, orkut. acabou a brincadeira. pode voltar, vai.”

Quando o serviço voltou, os comentários continuaram: “infelizmente parece que o Orkut já voltou”, “o Orkut voltou e a paz virtual também” e “muito barulho por nada. Orkut já tá funcionando” foi o tom dos curtos textos postados no Twitter na manhã desta terça.

Foto: Reprodução

Manutenção no Orkut ganhou destaque no serviço de microblog Twitter. (Foto: Reprodução )

Na blogosfera, o clima foi o mesmo. Além da turma dos desesperados com a pane, muitos aproveitaram a situação para fazer piada. “O Orkut foi fechado a pedido da Polícia Federal devido ao grande índice de pedofilia na rede. O aviso de “manutenção” é apenas para suavizar o processo, que ainda está em andamento. Agora contente-se com o sites de joguinhos em flash”, escreveu este blogueiro.

Depois de entrar no ar, o próprio Orkut virou cenário das discussões sobre o problema. O tópico “Que que aconteceu?”, criado nesta terça (22), já tem 616 comentários referentes à recente pane. “Será que eles não fuçaram nos nossos profiles [perfis] e cadastros atrás de informações suspeitas?”, questionou um dos participantes do grupo. “Um dos motivos foi pra dar um susto nos usuários e pra todos nós aumentarmos nossa dependência no Orkut”, especulou outro. “O Orkut tá consertando alguns erros ortográficos”, dizia outra mensagem.

O Orkut é a rede social mais acessada pelos brasileiros (69,8% dos internautas domésticos em maio). Em segundo lugar, diz o Ibope//Netratings, fica o Sonico (7,9%), seguido por MySpace (4,8%), Via6 (4,1%), hi5 (2,8%), Haboo (1,7%) e Facebook (1,6%).

Fonte

Por El cabron

Jul 22

O Senado aprovou, no dia 9 de julho, o projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que propõe novas formas de enquadramento para os crimes cibernéticos: são 13 novos crimes, além de propostas de endurecimento da pena de outros já existentes. O projeto, que retorna à Câmara por ter sofrido alterações no Senado, agitou o ciberespaço com a discussão sobre os impactos que ele terá na vida dos internautas. E as opiniões são bastante díspares.

O senador afirma que a proposta não causará nenhuma mudança para os usuários “tradicionais” de computador (“não haverá nenhum impacto para esses internautas. A visão de que isso acontecerá é distorcida, uma interpretação fantasiosa”, disse ao G1). Já uma petição contra o projeto, elaborada por professores universitários e que já soma 64,4 mil assinaturas, diz o contrário (“não poderemos mais fazer nada. Será o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede”, diz o texto).

A principal polêmica do projeto está no artigo 285-B, que criminaliza a ação de “obter ou transferir, sem autorização ou em desconformidade com autorização do legítimo titular da rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, protegidos por expressa restrição de acesso, dado ou informação neles disponível.” A pena para esse crime seria de reclusão de um a três anos, além de multa.

Para os críticos, da forma como está escrito o texto causa múltiplas interpretações, podendo criminalizar ações corriqueiras realizadas na web.

Confira abaixo o que dizem alguns especialistas envolvidos no assunto: eles comentam o polêmico artigo 285-B e as mudanças que ele e o projeto como um todo podem trazer para o uso da internet. As opiniões foram divididas em dois grupos: pequeno impacto e grande impacto. Há também declarações de especialistas sobre a margem a diversas interpretações, uma das principais críticas contra o projeto.

Pequeno impacto

Segundo o senador Eduardo Azeredo, as afirmações de que a lei mudaria a forma como os brasileiros usam a internet não têm fundamento. “Não é que não haverá um grande impacto: não haverá nenhum impacto para aqueles que usam o computador para fins normais”, disse ao G1. “Se houver uma mudança será positiva, que é a criação de regras na internet.”

‘Não haverá nenhum impacto para aqueles que usam o computador para fins normais.” Eduardo Azeredo, autor do projeto

Em relação à possibilidade de os internautas serem criminalizados pelo projeto de lei se baixarem músicas –- algo que, segundo os críticos, se encaixaria no artigo 285-B –, Azeredo respondeu: “já existe outra lei que trata disso, a lei da pirataria. Por isso, essa apreensão é injustificada”, disse, enfatizando que a punição só pode ser feita quando houver dolo (má-fé, ação que causa prejuízo).

Para ele, um crime que se encaixaria no polêmico artigo seria a divulgação na web das fotos de uma moça morta, de Brasília. “As imagens dela no IML foram parar na internet, sem a autorização de sua família. É doloso, isso trouxe prejuízo para essas pessoas. Mas aqueles que repassam imagens sem saber que elas são protegidas por lei não poderão ser punidos, porque não há dolo nessa ação”, explicou.

Questionado se esses conceitos não são subjetivos, Azeredo concordou que sim. “A Justiça é assim. Existem outras leis em que a ação pode ou não ser considerada dolosa. Quem decide isso é um juiz. Se a lei fosse detalhada, não precisaríamos de juízes. São eles que analisam cada situação para tomar suas decisões.” O senador disse que a lei pode realmente causar polêmica, até que sua aplicação seja feita no dia-a-dia.

Renato Opice Blum, advogado, e Marcelo Bechara, membro do Comitê Gestor de Internet (CGI), concordam com o senador, no sentido de que o projeto não trará grandes impactos para o internauta que utiliza a web de forma regular. Para eles, a iniciativa reforça a segurança no ciberespaço e só vai afetar significativamente a vida daqueles que usam a internet como ferramenta para a prática de ações ilegais.

Bechara se opõe, no entanto, ao fato de o texto do projeto definir alguns conceitos, como “sistema de informação” e “rede”. “Com a evolução tecnológica, é possível que essas definições se percam, exigindo uma nova atualização da lei em pouco tempo. Usar conceitos tecnológicos na lei não é interessante do ponto de vista de longevitude.” Essas definições, defende, deveriam ser feitas por normas técnicas, que podem ser atualizadas com mais agilidade do que as leis. “Quando se fala em tecnologia, a velocidade das transformações é muito grande”, continuou.

Grande impacto

Uma petição disponibilizada on-line já conta com mais de 74,2 mil assinaturas de pessoas que se opõem ao projeto — na mira está o artigo 285-B que, segundo o texto, classificaria como crime dezenas de atividades criativas realizadas na internet. “Não poderemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por cópia sem pedir autorização na memória viva (RAM) temporária do computador”, diz a petição, que cita outros exemplos de ações ameaçadas.

Para Thiago Tavares, advogado e presidente da ONG de direitos humanos Safernet, não está claro qual é o alcance desse mesmo artigo. “Sem essa delimitação, são criadas margens para interpretações diversas que causam insegurança jurídica. O fato de a lei não deixar clara quem pretende proteger cria a possibilidade de abuso de poder.”

“O fato de a lei não deixar clara quem pretende proteger cria a possibilidade de abuso de poder.” Thiago Tavares, advogado e presidente da ONG Safernet

Segundo ele, uma das muitas interpretações pode punir aqueles que baixam músicas protegidas pela internet ou usem redes de troca de arquivo (P2P). “O direito penal não pode ser usado para defender um modelo de negócios, que deve ser regido por regras de mercado”, disse Tavares. Ele defende a redação de um artigo específico para combater especificamente as fraudes na internet e que não permita uma interpretação extensiva. “Da forma como está, esse artigo coloca em risco a liberdade de milhões de brasileiros.”

Pedro Paranaguá, professor da Escola de Direito da FGV-Rio e mestre em direito da propriedade intelectual pela Universidade de Londres, é da mesma opinião. Ele diz que, para se promover o desenvolvimento tecnológico, não se pode ter leis que dêem ampla margem a interpretações. “Caso contrário, a insegurança jurídica será tamanha que, por receio, não haverá investimento de capital ou o mesmo será diminuído”, acredita.

Já o advogado Marcel Leonardi, também especializado em direito digital, questiona o fato de a lei não definir, em momento algum, se a restrição de acesso citada significa a existência de um mecanismo tecnológico para proteger os dados ou informações (ferramenta que impede a cópia do conteúdo) ou uma simples proibição contratual (termos de uso de um site que impede a reprodução do conteúdo). “Pode-se argumentar que a intenção da lei é criminalizar apenas o acesso obtido mediante a quebra de um mecanismo tecnológico de restrição, mas a redação não é clara. Daí a polêmica.”

Múltiplas interpretações

O advogado Renato Opice Blum, especializado em direito digital, afirma que é comum leis permitirem múltiplas interpretações: isso seria resultado do regime democrático e do fato de o direito não ser uma ciência exata. “Para solidificar o entendimento de um lado ou de outro existem os juízes, que são pessoas instituídas pelo sistema legal para julgarem e interpregarem os fatos.”
Membro do Comitê Gestor de Internet (CGI), Marcelo Bechara também acredita que a Justiça brasileira promoverá uma série de jurisprudências (decisões e interpretações das leis feitas pelos tribunais superiores, adaptando as normas às situações de fato). Dessa forma, serão garantidos os direitos do cidadão, sem o abuso de direito, como sugerem os críticos do projeto. “A Justiça não vai interpretar uma matéria penal para prejudicar o réu. Na dúvida, ele sempre será beneficiado”, explicou.

Paranaguá, da FGV-Rio, diz que caberia ao juiz aceitar ou não as diversas interpretações. E isso, acredita, é muita insegurança jurídica para a população, ainda mais vindo de uma lei criminal.

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Por El cabron

Jul 09

O Google vai iniciar, nesta quinta-feira (10), a oferta no Brasil de aplicativos que acrescentam diversas funções ao Orkut, rede social com cerca de 30 milhões de usuários no país. A disponibilidade será feita de forma gradual entre os internautas e, segundo o Google, deve ser concluída para todos os brasileiros cadastrados no site até o dia 14.

Em sua estréia, o diretório de aplicativos terá apenas 20 ferramentas em português. Mas os internautas do Orkut também poderão acessar os chamados widgets disponíveis em outras línguas, que somam cerca de 300. Os widgets foram popularizados pelo Facebook e criam inúmeras funções a sites de relacionamento: permitem mostrar quais seus filmes favoritos, quais livros já leu, as línguas que fala, os países para onde já viajou e os games que joga, por exemplo.

Entre as ofertas específicas para brasileiros no Orkut, há opções de entretenimento (“OYO Cinema&TV”, “Vou, Não Vou”, “Classificar meus amigos”, “Meu mapa do Brasil”), esportes (“GloboEsporte.com”, “Torcida”, “Soccer Bets”, “Joga TV”, “Futebol Social Clube”), game (“Crazy Story Game”, “Strategy Game – Civilization”), música (“Minha Música”, “Sonora”, “Jukebox”, “iLike”, “Ciberserenatas”), notícias (“OrkuTimes”) e religião (“Bible Verses”).

Em alguns meses, a empresa espera que as ofertas em português cheguem a centenas. “A disponibilização de conteúdo será mais restrita no começo, pois queremos que o primeiro contato do usuário com essa novidade seja realmente impressionante”, afirmou Eduardo Thuler, gerente de produto para o Orkut.

A partir de quinta-feira, os usuários começarão a encontrar os aplicativos do lado esquerdo de seu perfil, onde hoje aparece um menu com recados, fotos, listas e mensagens, entre outras opções. Ao clicar em aplicativos (ou “apps”), o internauta será direcionado a uma página com diversas dessas ferramentas, exibidas inclusive em rankings (mais populares e mais recentes). Quando opta por se juntar a um desses aplicativos, o usuário pode ou não notificar seus amigos sobre essa ação.

Apenas três dessas ferramentas serão exibidas com destaque no perfil do internauta, na área inferior, onde atualmente é possível ver as fotos e vídeos recentemente adicionados. O próprio usuário escolhe quais opções ficarão em destaque. Os demais widgets serão listados nesse menu à esquerda, evitando assim que a página fique muito poluída, como acontece com o Facebook.

Desenvolvedores

Criadas por desenvolvedores, os aplicativos precisam ser oferecidos ao Google aqui e, antes de serem disponibilizadas no Orkut, elas passam por testes que verificam sua segurança, velocidade de carregamento e facilidade de uso. Essas ferramentas devem seguir um padrão chamado de OpenSocial, promovido pelo Google para facilitar a criação de widgets – MySpace, LinkedIn, hi5, Friendster, Plaxo e Ning também usam essa plataforma.

Qualquer desenvolvedor pode oferecer suas criações para serem usadas no Orkut. Caso passem pelos testes do Google e sejam aprovadas – processo que deve levar até uma semana, segundo a empresa –, os criadores podem inclusive lucrar com suas invenções. Para isso, é necessário que pensem em alguma forma de ganhar dinheiro, como exibir anúncios junto às aplicações, como fazem os blogs que usam o sistema de anúncios Adsense, por exemplo.

Nenhum anúncio deve ser disponibilizado no perfil do internauta: eles só podem aparecer quando o usuário entra na página específica daquele aplicativo. No caso de um widget não ser aprovado — por usar anúncios de forma inadequada ou criar brechas de segurança no site, entre outros casos –, o Google diz orientar os desenvolvedores sobre as modificações necessárias para a aprovação.

Fonte

Por El cabron