Mar 02

Na noite deste domingo (28), a PlayStation Network (PSN), a rede on-line da Sony apresentou um erro de sistema no PlayStation 3, desconectando milhões de jogadores em todo o mundo. O problema impede de jogar qualquer game, apresentando uma mensagem de falha de hardware.

Apenas demonstrações de games previamente baixados funcionam no momento, além de títulos que não utilizam sistema de Troféus, uma premiação extra ao realizar tarefas específicas dentro dos jogos. Ao tentar acessar esses games, uma mensagem de erro obriga o jogador a voltar para a tela inicial do console.

A Sony se manifestou por meio de sua conta no Twitter, informando que está trabalhando para resolver o problema o mais breve possível. Alguns usuários e a própria empresa, contudo, afirmam que os modelos “slim” do console, com disco rígido de 120 GB e 250 GB, não foram afetados pelo problema. A Sony não revelou novos detalhes sobre a solução do problema e já faz mais de 14 horas que a companhia publicou a última mensagem no Twitter.

Veja perguntas e respostas sobre o problema de funcionamento do PlayStation 3:
>>> Qual é o erro que afetou o PlayStation 3?
O erro que afetou globalmente o console da Sony, que tem o código 8001050F, afeta o relógio interno do PlayStation 3, até mesmo de aparelhos que não estão conectados à internet. Os videogames que apresentam o erro voltam o calendário para o dia 31 de dezembro de 1999 ou 1º de janeiro de 2000, provocando problemas de conexão à PlayStation Network (PSN), jogar qualquer game on-line, utilizar conteúdo baixado por meio de download e não verificar Troféus conquistados em games.

>>> O problema afeta quais usuários?
Por meio de relatos de jogadores em fóruns especializados em games pelo mundo, apenas os primeiros modelos do PlayStation 3 foram afetados. Chamados de “fat”, os aparelhos foram lançados entre 2006 e 2009. Usuários do modelo “slim” com HD de 120 GB e 250 GB afirmaram não sofrer com o problema. Entretanto, alguns consoles “slim” apresentaram o erro, bem como alguns aparelhos “fat” estão funcionando normalmente.

>>> Como corrigir o problema?
Até o momento, não há um meio de consertar o problema. Um comunicado oficial da Sony, divulgado nesta segunda-feira (1º), pede que os usuários que sofrem com o problema não utilizem o PlayStation 3 até a solução do erro. Tentar jogar com o videogame nestas condições pode ocasionar a perda de dados do progresso dos games e a perda de todos os Troféus conquistados que não poderão ser recuperados. A empresa diz que uma solução deve ser anunciada em 24 horas. Alguns usuários relatam que, após 24 horas, o erro foi corrigido automaticamente, embora a Sony não tenha confirmado a existência destes casos.

>>> O que aconteceu com os dados de jogos e de troféus?
Todos os dados dos progressos de jogos (saves) armazenados no disco rígido, games e temas comprados e baixados pela PSN não foram prejudicados pelo bug. Eles voltarão a funcionar corretamente assim que o console voltar a funcionar. A Sony, no entanto, não divulgou nenhuma informação sobre os Troféus, que, no momento, correm o risco de serem apagados das contas dos usuários.

>>> A Sony poderá fazer um recall do videogame?
Pouco provável. A empresa disse que resolverá o problema em 24 horas. O PlayStation 3 ainda não foi lançado oficialmente no Brasil. No caso de um recall, os donos do console teriam que enviar o aparelho para os Estados Unidos para efetuar a troca. Fato similar aconteceu com o Xbox 360. Antes do console ser lançado oficialmente no Brasil, usuários que tivessem problemas com o aparelho deveriam enviá-lo para a Microsoft nos EUA para efetuar o reparo ou a troca. Procurada pelo G1, a Sony do Brasil ainda não se manifestou sobre o problema do PlayStation 3.

>>> Posso jogar desconectado da rede?
Não. O problema afeta até mesmo consoles que nunca se conectaram na internet, pois ele está no sistema do aparelho. Desse modo, mesmo games off-line não funcionam. A recomendação da Sony é não ligar ou utilizar o videogame, mesmo para jogar demonstrações de jogos (demos) ou jogar títulos que não utilizam o sistema de Troféus, que, aparentemente, estão funcionando.

>>> Quem não foi afetado pelo problema, pode jogar no PlayStation 3?
Os consoles que não sofreram com o bug podem ser utilizados normalmente. Apenas os videogames que estão apresentando falhas devem continuar desligados até a Sony encontrar uma solução para o problema. A empresa disse que engenheiros do PlayStation 3 no Japão e nos EUA trabalham para tentar solucionar a falha.

A Sony do Brasil divulgou no final da tarde desta segunda-feira (1º) uma posição oficial sobre o problema:

Como é de conhecimento, alguns consumidores têm enfrentado problemas para se conectar à PlayStation Network hoje. Este problema não afeta o novo PS3 slim.

Identificamos que esta interferência está sendo causada por um bug na funcionalidade do relógio incorporado ao sistema.

Os erros incluem:
• A data do sistema PS3 pode ser redefinida para 1º de janeiro de 2000;
• Quando o usuário tenta entrar na PlayStation Network, a seguinte mensagem aparece na tela: “Um erro ocorreu. Você foi enviado para fora da PlayStation Network (8001050F)”;
• Quando o usuário tenta iniciar um jogo, a seguinte mensagem de erro aparece na tela e os dados podem desaparecer na parte de Troféus: “Falha ao instalar Troféus. Por favor, saia do jogo”;
• Quando o usuário tenta definir a data e a hora do sistema por meio da Internet, a seguinte mensagem aparece na tela: “A data e hora não podem ser obtidas (8001050F)”;
• Os usuários não conseguem reproduzir determinados vídeos baixados da PlayStation Store antes da data de expiração.

Esperamos resolver esse problema dentro das próximas 24 horas. Entretanto, se você tem um modelo diferente do novo PS3 slim, aconselhamos que não use o sistema PS3, pois isso pode resultar em erros em algumas funcionalidades, tais como a gravação de troféus obtidos, além de não conseguir restaurar determinados dados.

Estamos fazendo o possível para resolver o problema e pedimos desculpas por qualquer inconveniente causado.

Para informações mais recentes, por favor, verifique o blog PlayStation (blog.us.playstation.com) ou o site PlayStation.com

Via:g1

Jan 26

Pouco mais de 3 anos após seu lançamento, um hacker norte-americano diz ter conseguido desbloquear o PlayStation 3 para rodar jogos piratas e outros programas. George Hotz, o mesmo que ganhou notoriedade por destravar o iPhone, disse que levou cerca de cinco semanas para realizar o trabalho.

O hacker, que ainda não divulgou nenhuma prova sobre o funcionamento do hack, disse que está aprimorando seu método e que irá publicar detalhes na internet em breve. “Era para ser impossível hackear o videogame”, disse Hotz à BBC News. “Posso fazer o que eu quiser com o meu aparelho. É como seu eu tivesse um poder totalmente novo, mas ainda não sei como usá-lo.

Hotz disse que passou três semanas analisando o hardware do console. Em seguida, passou duas semanas tentando destravar o console, no que ele descreveu ser “um sistema muito seguro”. Segundo ele, seu método de destravamento envolve “5% de hardware e 95% de software”. Isso significa que para o console rodar games piratas, é necessário abrir e modificar parte de sua estrutura interna, além de usar um programa específico.

A Sony informou que está investigando a notícia e que irá se manifestar assim que conseguir reunir mais informações sobre o fato. Da geração atual, o PlayStation 3, lançado no final de 2006, era o único console que não sofria com a pirataria. O Wii, da Nintendo, e o Xbox 360, da Microsoft, rodam jogos piratas.

Via:G1

Nov 10

Esqueça o sucesso que será o lançamento do novo filme “Twilight” ou de “Avatar” de James Cameron. O maior sucesso de entretenimento deste fim de ano será lançado na terça-feira (10). Nesse dia, “Call of duty: modern warfare 2″ chega às lojas dos Estados Unidos.

O game da Activision Blizzard é o mais esperado do ano, tendo recebido excelentes críticas de blogs de games e de analistas de Wall Street. Mas ele também chega num momento em que uma economia convalescente está reduzindo vendas do setor.

A Activision apostou muito no lançamento e pode perder muito se o jogo não responder às expectativas. As ações da empresa se valorizaram em 30% em 2009, mais do que sua principal rival, a Electronic Arts, que ganhou 18%. “Este é o jogo que pode driblar a tendência econômica das festas deste ano”, disse o analista da MKM Partners Eric Handler. Ele estima que o título pode representar um lucro por ação de US$ 0,16 centavos para a Activision no último trimestre, mais de um terço do lucro da empresa.

Analistas dizem que a audiência de “Call of Duty” é de gamers dedicados, em geral jovens do sexo masculino, que provavelmente irão às lojas em massa para comprar o jogo de US$ 60. A Activision fez parceria com 12 redes de lojas, inclusive a GameStop e a Best Buy. Como resultado, mais de 10 mil lojas abrirão à meia-noite no lançamento na América do Norte.

As estimativas de vendas variam de 11 milhões a 13 milhões de unidades até o fim de 2009, o que deixaria o jogo entre os mais vendidos da história. A Activision disse que as pré-vendas já atingiram um recorde. O jogo de guerra provavelmente será “um dos maiores lançamentos da indústria do entretenimento de qualquer meio de todos os tempos”, disse o presidente da empresa, Robert Kotick.

Handler, da MKM, espera que “Call of duty” venda aproximadamente 5 milhões de unidades no primeiro dia até 8 milhões na primeira semana. Isso seria mais do que o campeão de vendas do ano passado “Grand theft auto IV”, da Take Two Interactive Software. Esse título vendeu 3,6 milhões de unidades no primeiro dia e 6 milhões na primeira semana. O novo jogo é o sexto da série “Call of duty”, lançada em 2003. Ele tem gráficos impressionantes e os jogadores fazem o papel de soldados de elite caçando alvos na América do Sul, Rússia, Cazaquistão e Afeganistão. Os jogadores navegam por cenários modernos que vão de atirar enquanto correm em snowmobiles a mover-se sorrateiramente por locais áridos, buscando atiradores inimigos e evitando helicópteros.

O lançamento da semana que vem acontece também num momento estranho. Na quinta-feira, 13 pessoas foram assassinadas e 30 se feriram numa chacina em Fort Hood, no Texas, o maior complexo militar do mundo. Um psiquiatra do exército norte-americano treinado para tratar pessoas com ferimentos de guerra é o principal suspeito da chacina.

Perguntada se a matança afetaria o lançamento, a Activision disse que manterá a programação e que não há nada que sugira uma ligação entre o incidente em Fort Hood e videogames. “De acordo com todos os indicadores esperamos que “Call of duty: modern warfare 2” seja o maior lançamento da indústria de entretenimento de 2009 assim como o maior lançamento de videogame da história da GameStop”, disse o vice-presidente executivo de marketing da rede de lojas, Tony Bartel.

O novo “Call of duty” assustou a concorrência da Activision, dizem alguns analistas. “Um monte de empresas mudou o lançamento de seus próprios jogos ou para bem antes deste ou para depois das festas e isso só aumenta o sucesso de ‘Call of duty’”, disse o analista do grupo EEDAR Jesse Divnich.

Fonte

Jun 02

A produtora Telltale anunciou nesta segunda-feira (1º) que a série “Monkey island” (”A ilha dos macacos”, na versão brasileira) vai ganhar novas versões para os videogames atuais.

Os lançamentos, previstos para 2009, dizem respeito a dois projetos, que vão resgatar o universo de piratas e aventuras da série.

“The tales of Monkey island” será lançado em cinco episódios, para PC e Wii (através de download). O jogo vai usar o mesmo universo do game original, mas terá novas histórias.

Depois é a vez de “The secret of Monkey island: special edition”, para PC e Xbox 360. O jogo será uma recriação do original, com gráficos “atualizados” e dublagem dos personagens.

Foto: Divulgação

‘The secret of Monkey island: special edition’ vai ser uma nova versão do jogo lançado em 1990. Com visual atualizado e dublagem de personagens, game será lançado para PC e Xbox 360 (Foto: Divulgação)

Foto: Divulgação

‘The tales of Monkey island’ será lançado em cinco episódios para Wii e PC; game vai trazer novas histórias sobre o universo da série (Foto: Divulgação)

Foto: Divulgação

‘The tales of Monkey island’ é produzido pela Telltale, que vem se especializando em games episódicos desde o resgate da série ‘Sam & Max’ (Foto: Divulgação)

Via:G1

Jun 02

A Microsoft inaugurou as pré-conferências da feira de games E3 nesta segunda (1º) com novidades que ampliam as funções de seu videogame Xbox 360 e dão um novo sentido ao aparelho como centro de entretenimento.

Um novo acessório demonstrado é uma espécie de câmera que fica instalada em frente à TV e ligada ao Xbox 360. Ela vai reconhecer movimentos do jogador, como o Wii, mas não vai usar controles, ao contrário do videogame da Nintendo. Para chutar uma bola em um jogo, por exemplo, basta fazer o movimento em frente à TV. Esse projeto tem o nome provisório de “Project Natal” e também vai permitir outras interações com o Xbox, como pintar quadros utilizando apenas gestos.

O mesmo sistema vai funcionar para a navegação nos serviços on-line do Xbox. Gestos com a mão vão selecionar categorias e seções, enquanto a câmera vai reconhecer o rosto do jogador e selecionar automaticamente seu perfil no videogame.

Durante a apresentação, o designer de games Peter Molyneux, criador da série “Fable”, comentou sobre a novidade e mostrou o vídeo de um novo projeto. Falando diretamente ao videogame, uma mulher interagia com um personagem virtual, que reconhecia as falas e respondia de acordo com o contexto.

Videogame social

A Microsoft vai integrar a sua rede on-line, a Xbox Live, a outros serviços já disponíveis na internet. Essa “fusão” inclui o serviço de streaming de músicas last.fm, a rede social Facebook e o site de microblogs Twitter.

Assim, os usuários do Xbox Live poderão se comunicar com amigos através desses serviços sem precisar de um computador. Será possível atualizar o Twitter, conferir o perfil de amigos no Facebook e visualizar fotos disponíveis na rede social.

“Isso amplia o alcance do Xbox Live”, afirmou Shane Kim, vice-presidente de estratégias e desenvolvimento de negócios para videogames da Microsoft.

Uma outra opção de integração com o Facebook tem efeito direto nos jogos e listas de amigos. Vai ser possível, durante um jogo, capturar uma imagem da tela e publicá-la diretamente no álbum de fotos do Facebook.

Via:G1

May 27

O jogo de ação “inFamous”, exclusivo para PlayStation 3, chega às lojas brasileiras nesta terça-feira (26), mesma data de lançamento nos Estados Unidos. ”inFamous” é distribuído pela NC Games e tem preço sugerido de R$ 299.

O protagonista do jogo é Cole, um “cara normal” que sobrevive a uma explosão na cidade fictícia de Empire City. Ao mesmo tempo em que descobre ser um dos suspeitos pelo acidente, Cole tenta dominar os poderes que adquiriu depois da explosão.

A cidade, no estilo “mundo aberto” de “GTA IV” e “Crackdown”, permite exploração de cenários e interação com outros personagens – sejam eles inimigos ou inocentes.

Com os poderes especiais, Cole vai escalar prédios com facilidade e aproveitar os elementos ”elétricos” para explodir e destruir o que for necessário.

“inFamous” é produzido pelo estúdio Sucker Punch, responsável pela série “Sly Cooper”, inaugurada em 2002 no PlayStation 2.

Foto: Divulgação

A cidade fictícia de Empire City é alvo de uma explosão e logo vira cenário para a festa de criminosos  (Foto: Divulgação)

Foto: Divulgação

Cole é culpado injustamente pelos acidentes e precisa aprender a dominar os poderes recém-adquiridos, baseados em eletricidade (Foto: Divulgação)

Foto: Divulgação

‘inFamous’ acontece em um mundo aberto à exploração, como em jogos como ‘GTA IV’ e ‘Crackdown’ (Foto: Divulgação)

Via:G1

May 08

A produtora 3D Realms, responsável por jogos como “Duke Nukem 3D” e “Wolfenstein 3D”, encerrou as atividades, informou nesta quarta-feira (6) o site “Shacknews”. Joe Siegler, webmaster da empresa, confirmou a notícia, dizendo em um fórum on-line que “não é um golpe de marketing. É verdade”.

A produtora ficou conhecida pela série “Duke Nukem”, que trazia um herói estiloso combatendo alienígenas. Ela também teve participação importante no lançamento de jogos de tiro que marcaram época, como “Wolfenstein 3D”.

“Duke Nukem forever”, a “nova” versão da franquia, foi anunciada em 1997, mas nunca chegou às lojas, transformando-se em lenda e rendendo piadas com o “forever” (eterno, para sempre) do título. Relatos recentes indicavam que o jogo estava próximo de ser finalizado.

A distribuidora Take-Two, que detém os direitos de “Duke Nukem forever”, informou que continua responsável pelo jogo, mas não revelou quais serão os próximos passos.

Fonte

Feb 22

O teclado bege padrão ABNT2 que digita este texto é altamente capacitado para tal função, mas ganha o certificado ”impróprio para consumo e nocivo à saúde” quando o assunto são games no computador.

Afinal, teclas como W, A, S, D e barra de espaço foram feitas para digitar, e não para sobreviver nas florestas de “Crysis” e prédios sujos de “Left 4 dead”.

Essa necessidade de adaptação para games de computador levou a indústria a criar acessórios específicos, considerados “de luxo” – dispensáveis para alguns, fundamentais para outros. O teclado “Belkin n52te” é uma dessas peças: design anatômico, botões por todos os lados e possibilidade de configurar as teclas para funções específicas.

O acessório é conectado ao computador via USB e substitui o teclado tradicional nos games. Com a mão direita você controla o mouse, e com a esquerda domina o n52te para jogos de ação, tiro, estratégia e RPG.

Um vulto azul

O visual do Belkin n52te segue a linha dos produtos Razer, com o predomínio da cor preta e uma luz azul que acende em locais estratégicos, ajudando o jogador a se situar no “painel de controle” e localizar os botões. A luz tem intensidade fixa, mas pode ser desligada se você preferir.

Foto: Divulgação

Belkin n52te tem design anatômico, mas exige um período de adaptação do jogador. O acessório de luxo é feito para uso com a mão esquerda, ou seja: não serve para quem é canhoto no mouse

O ”faz tudo” da Belkin é bastante confortável, principalmente quando comparado aos tradicionais teclados de computador. A mão esquerda repousa na base do acessório, que oferece aderência suficiente para evitar deslizes durante os jogos. O polegar tem acesso à “barra de espaço” e ao direcional digital. Os outros dedos comandam as teclas numeradas na parte da frente.

Nos testes do G1, o teclado se saiu bem, principalmente, em jogos de tiro, como “Call of duty: world at war” e ”F.E.A.R 2″, e no RPG “Fallout 3″. O controle agiliza lançamentos de granadas e outras tarefas “secundárias” em jogos de ação.

Malabarismos

O formato do produto privilegia mãos grandes e pode exigir certo malabarismo dos jogadores não privilegiados nesse quesito. Mesmo assim, o Belkin é portátil o suficiente para acompanhar o jogador em viagens e competições. Basta ter um espaço a mais na mesa, ou simplesmente deslocar o teclado tradicional para algum canto.

A parte frontal do controle traz 14 botões numerados que podem ser configurados de acordo com a vontade do jogador. Em jogos de tiro, por exemplo, o comum é utilizar as teclas em “formato de cruz” para movimentar o personagem, e reservar os botões adjacentes para tarefas como acender lanterna e lançar granadas. O Belkin n52te facilita muito essas ações, mas exige adaptação nos primeiros 30 minutos.

Foto: Divulgação

Disposição dos botões numerados agiliza as ações do jogador. O ‘n52te’ facilita tarefas como acender lanterna, lançar granada e interagir com objetos em jogos de tiro (Foto: Divulgação)

Visual estranho, mas design confortável – e um botão direcional que fica devendo (Foto: Divulgação)

O superteclado vem acompanhado de um software que permite configurar botões, salvar até três perfis diferentes e gravar sequências de teclas (macros) para automatizar tarefas que antes exigiriam muita digitação. É uma característica sem apelo em jogos de ação, mas bastante útil em RPGs online.

O botão direcional e a “barra de espaço”, ambos dispostos para serem acionados pelo polegar, são pontos negativos no Belkin. O direcional não tem cliques precisos e é liso demais – ninguém quer acidentes em um jogo de tiro.

Já a barra de espaços fica na “traseira” do controle, muito distante dos outros botões e com um percurso de clique muito longo. Ou seja, não é um botão rápido como você gostaria que fosse, principalmente para tarefas ligeiras como pular obstáculos.

>>> Ficha - Belkin n52te

Seja você um jogador profissional ou amador, é altamente recomendável o uso de um teclado específico para games. O preço desses produtos “de luxo” não é dos mais acessíveis, mas depois de experimentar o conforto e praticidade de um multiuso gamer, você nunca mais vai encarar um teclado tradicional com a mesma confiança de antes.

Fabricante: Belkin/Razer

Preço sugerido: R$ 399 (US$ 69 nos EUA)

Compatibilidade: PC e Mac

Conexão: USB

Pró: conforto, opções de configuração dos botões, material de alta qualidade

Contra: preço, empunhadura não ambidestra, botão ‘barra de espaço’ fora de alcance

Foto: Divulgação

Wolfking warrior (à esquerda) e Zboard Fang são outros teclados multiuso para jogos. O princípio é o mesmo: reunir o máximo de botões sem comprometer o conforto

Via:G1

Jan 27

As previsões de lançamentos para 2009 entregam uma lista generosa para os jogos de ação. “God of war 3”, “Resident evil 5” e “Mafia 2” trazem de volta nomes que fizeram sucesso no passado, em diversas plataformas de jogo. Ao mesmo tempo, surgem séries inéditas, como “Brütal legend” e “Madworld”, que prometem inovação no gênero. Para aumentar a expectativa, jogos como “Batman – Arkham asylum”, “Wolverine” e “Ghostbusters” indicam que a safra de heróis vai estar muito bem representada.

PC, Xbox 360, PlayStation 3
Lançamento: não definido
Produtora: Eidos
Site: http://www.batmanarkhamasylum.com


Batman – Arkham asylum

Plataformas:

Foto: Divulgação

Com roteiro de Paul Dini, escritor de quadrinhos, ‘Batman – Arkham asylum’ vai retratar a sombria prisão dos malfeitores de Gotham City. O jogo terá vozes de atores como Mark Hamill e Kevin Conroy. (Foto: Divulgação)



Brütal legend

Plataformas: Xbox 360, PlayStation 3
Lançamento: não definido
Produtora: Sierra / Electronic Arts
Site: http://www.brutallegendgame.com

Foto: Reprodução

‘Brütal legend’ é baseado em três elementos básicos. Foi criado por Tim Schafer, ‘novato’ que tem no currículo ‘Gim fandango’, ‘Full throttle’ e ‘Psychonauts’, entre outros. O herói é interpretado por Jack Black, fã declarado de games. E o contexto é uma aventura épica contra monstros ao som de um bom rock. Não pode dar errado. (Foto: Reprodução)

PlayStation 3 (exclusivo)
Lançamento: não definido
Produtora: Sony
Site: http://www.us.playstation.com/PS3/Games/God_of_War_III


God of war 3

Plataformas:

Foto: Divulgação

Kratos é o guerreiro espartano, herói de ‘God of war’. Depois de emplacar dois clássicos no PlayStation 2, ele retorna em 2009 para sacramentar a trilogia nada sutil que une mitologia e pancadaria em doses iguais. Resta torcer para que a nova ‘obra de arte’ fique pronta a tempo. (Foto: Divulgação)



Ghostbusters – The videogame

Plataformas: PC, Xbox 360, Wii, PlayStation 2 e 3, DS
Lançamento: 19 de junho
Produtora: Atari
Site: http://www.ghostbustersgame.com

Foto: Divulgação

Peter, Raymond e Egon fazem sua estréia em um jogo da nova geração. Cenários, fantasmas e armas do filme devem marcar presença, mas a história será inédita, dando continuidade ao que você viu no cinema. (Foto: Divulgação)



Infamous

Plataformas: PlayStation 3 (exclusivo)
Lançamento: não definido
Produtora: Sony
Site: http://www.us.playstation.com/PS3/Games/inFAMOUS


Foto: Divulgação

Em um mundo aberto, você é um cidadão com superpoderes e habilidades para destruir os cenários sem ficar com a consciência pesada. A missão é estabelecer a ordem em uma metrópole caótica, usando técnicas de escalada e parkour, além de… eletricidade. (Foto: Divulgação)


Madworld

Plataformas: Wii (exclusivo)
Lançamento: Março
Produtora: Sega
Site: http://www.sega.com/madworld

Foto: Divulgação

Combate em preto e branco, com influência narrativa de história em quadrinhos. ‘Madworld’ dá vida a um universo incomum, lembra ‘Sin city’ (o filme) e ‘No more heroes’ (o jogo), ao mesmo tempo em que dá novos horizontes à lista de jogos do ‘infantil’ Nintendo Wii. (Foto: Divulgação)


Mafia II

Plataformas: PC, Xbox 360, PlayStation 3
Lançamento: Setembro/outubro
Produtora: 2K Games
Site: http://www.mafia2game.com


Foto: Divulgação

A ‘era de ouro’ dos EUA na década de 50 é o cenário de mais uma grande aventura mafiosa. Se a 2K Games repetir com inspiração o trabalho do primeiro jogo, o resultado será outro retrato fiel e envolvente das máfias italianas na América. Jazz de primeira na trilha sonora, cenários detalhados e, claro, histórias marcantes. (Foto: Divulgação)


Prototype

Plataformas: PC, Xbox 360, PlayStation 3
Lançamento: Junho/julho
Produtora: Sierra / Activision
Site: http://www.prototypegame.com

Foto: Divulgação

A tendência nos games aponta para a rebeldia heróica na luta contra regimes autoritários em futuros ‘caóticos’ (ao estilo ‘Mirror’s edge’ e ‘Assassin’s creed’). ‘Prototype’ se junta ao time, e traz um herói perturbado, que parte para o corpo-a-corpo na tentativa de sobreviver. Pancadaria, saltos gigantescos e explosões? Sim. (Foto: Divulgação)


Resident evil 5

Plataformas: Xbox 360, PlayStation 3
Lançamento: 13 de março
Produtora: Capcom
Site: http://www.residentevil.com

Foto: Divulgação

Diferente do cinema, nos games o número ‘5′ depois do nome do jogo não significa, necessariamente, uma tentativa de fazer dinheiro fácil. No caso de uma das séries mais famosas de terror, significa aproveitar novas tecnologias para fazer zumbis mais assustadores, em cenários mais realistas. Próxima parada: África. (Foto: Divulgação)


X-Men origins: Wolverine

Plataformas: PC, Xbox 360, Wii, PlayStation 2 e 3, DS, PSP
Lançamento: maio
Produtora: Activision
Site: http://www.uncaged.com

Foto: Divulgação

Missão 1: fazer um jogo de ação sem distorcer a história do herói. Missão 2: evitar que os prazos do filme no cinema não prejudiquem a produção do game. A ‘maldição’ marcou presença em 98% dos games do Homem-Aranha, e ameaça o velho Wolverine. Dessa vez, porém, os produtores prometem uma reprodução fiel do herói, com combates intensos. Fica a torcida. (Foto: Divulgação)

Via : G1

Jan 13
Foto: Divulgação

Imagem capturada de uma sequência 3D mostra detalhes de Wolverine e dos cenários. ‘X-Men origins: Wolverine’ vai seguir a história do filme de mesmo nome, mas terá novos acontecimentos que não estão no roteiro do cinema  (Foto: Divulgação)

Foto: Divulgação

A produtora Activision promete reproduzir com fidelidade a origem e a personalidade de Wolverine, herói dos quadrinhos Marvel. Jogo será lançado em maio para os principais videogames, incluindo Wii, Xbox 360 e PlayStation 2 e 3 (Foto: Divulgação)

Via: G1

Dec 12

Para muitos jogadores, a Atari é coisa do passado, ou apenas um logotipo que surge em camisetas retrô, mas a empresa criada 36 anos atrás está tentando reconquistar sua posição no cenário dos videogames.

A Atari foi fundada por Nolan Bushnell e lançou o primeiro videogame bem sucedido, “Pong”, em 1972, mas nos últimos anos vem enfrentando dificuldades com títulos pouco inspirados como “Jenga world tour” e “Godzilla unleashed”.

Mas uma mudança no controle acionário, este ano, tem por objetivo revigorar a companhia. A produtora francesa de videogames Infogrames detinha a maioria das ações da Atari desde 2000 e este ano tomou o controle integral da empresa e assumiu seu nome.

O novo presidente da Atari, Phil Harrisson, que ajudou a fazer da Sony Worldwide Studios uma das principais produtoras mundiais de videogames, disse que agora cabe à empresa criar produtos e serviços que façam justiça à conhecida marca Atari.

“Ter um logotipo e marca bacanas e conhecidos em todo o mundo é excelente, mas a menos que isso queira dizer alguma coisa e chegue aos jogadores por meio de títulos divertidos, movimentados e de bom preço, não adianta muito”, afirmou o executivo.

Analistas dizem que a Atari tem um passado interessante mas repleto de reviravoltas nem sempre positivas, e que isso poderia fazer com que alguns consumidores, e investidores, hesitem ante o esforço de retomar uma posição de destaque no mercado.

“O nome da Atari sempre vai querer dizer ‘tradição’ para os adeptos do videogame, mas a marca precisa se reabilitar para reconquistar o respeito”, disse Billy Pidgeon, analista de videogames na IDC.

A Atari exibiu 14 jogos que chegarão às lojas em 2009 na 02 Arena, em Londres. A maioria dos títulos sairá no primeiro semestre.

Para os jogadores mais dedicados, a empresa lançará “The Witcher: rise of the white wolf”, da produtora CD Projekt RED, um RPG de fantasia, para o PlayStation 3 e Xbox 360, no final de 2009. A Atari também cuidará da distribuição no varejo do “EVE online”, da CCP Games, com data de lançamento mundial marcada para 10 de março.

A companhia também está revivendo o jogo de boxe “Ready 2 rumble revolution” para o Wii, com previsão de lançamento em 2009.

“Ghostbusters: the videogame” será lançado em junho, em comemoração ao aniversário de 25 anos do filme da Sony Pictures. O jogo funciona como se fosse um terceiro filme interativo com o elenco envolvido.

Foto: Divulgação

O ator Vin Diesel foi digitalizado em ‘Chronicles of riddick: assault on dark Athena’ (Foto: Divulgação)

Além disso, a Atari digitalizou o ator Vin Diesel para o Xbox 360 e PlayStation 3 em “Chronicles of riddick: assault on dark Athena”. O título é um game de tiro em primeira pessoa que explora a história do personagem Riddick.

Harrison afirmou que acredita que o futuro dos games está no mundo on-line. A companhia comprou a Cryptic Studios por US$ 28 milhões esta semana, uma produtora que desenvolve jogos para múltiplos jogadores on-line.

A Atari vai publicar os três próximos jogos da Cryptic em 2009, 2010 e 2011. O primeiro a sair do forno será “Champions online”, baseado em histórias de heróis e vilões em quadrinhos. Depois disso ainda virão “Star Trek online”, em 2010, com o último título, ainda não revelado, saindo em 2011.

Fonte

Dec 11

Há algum tempo os videogames deixaram de ser um “brinquedo de criança”: eles movimentam um mercado bilionário, lidam com temas adultos e ganharam recursos avançados que os transformam em centros de entretenimento doméstico, reprodutores de DVD e Blu-Ray e ponte para redes sociais on-line.

O mercado brasileiro, atualmente, tem opções de videogames que vão desde os clássicos e mais acessíveis até os portáteis e da nova geração. O G1 preparou um guia que inclui os principais aparelhos, divididos por faixas de preço, público alvo e recursos oferecidos.


Top de linha

Xbox 360

Fabricante: Microsoft

Preço no Brasil: R$ 2.399 (kit oficial)

Foto: Divulgação

À esquerda, versão padrão do Xbox 360. À direita, modelo Elite, com disco rígido de 120 GB e acessórios. No detalhe, a guitarra de ‘Guitar hero III’  (Foto: Divulgação)

O Xbox 360 foi lançado em 2005, e chegou oficialmente ao Brasil um ano depois. Ele foi o primeiro console da chamada “nova geração”, que conta também com PlayStation 3 e Wii. Com gráficos em alta-definição, disco rígido para armazenar dados e características de um media center que reproduz vídeos e música, o videogame se tornou famoso também pelo extenso catálogo de jogos.

Recursos: jogos em alta-definição, partidas on-line, jogos casuais, media center para filmes, imagens e músicas, extenso catálogo.

Rede: a Xbox Live conecta os jogadores e oferece conteúdos gratuitos (demos de jogos, trailers e imagens) e pagos (jogos via download, conteúdo extra, filmes e seriados). Os usuários podem ter contas gratuitas (prata), mas para disputarem partidas on-line precisam fazer a assinatura “gold” (US$ 49,99 por ano).

Kit brasileiro: a versão do Xbox 360 disponível atualmente no Brasil tem disco rígido de 60 GB, cabo HDMI para alta definição e os jogos “Too human” (RPG) e “Project gotham racing 4” (corrida), além de 1 ano de garantia.

Jogos recomendados: “Gears of war 2″, ”Halo 3″, ”Viva piñata”, ”Forza motorsport 2″, ”Braid”, ”GTA IV”, “BioShock”, ”Rock band”.

PlayStation 3

Fabricante: Sony

Preço no Brasil: de R$ 1.899 a R$ 2.499

Foto: Divulgação

PlayStation 3 está disponível em modelos com disco rígido de 40, 60 e 80 GB. No destaque, jogos como ‘Resistance’ (no alto), ‘Metal gear solid 4′, ‘LittleBigPlanet’ e ‘Gran turismo 5: prologue’ (Foto: Divulgação)

O sucessor do PlayStation 2 surgiu como uma supermáquina capaz de reproduzir gráficos apurados, e com alto poder de processamento – o que o leva a ser usado até em centros de pesquisas, rodando Linux. Além de recursos semelhantes aos do Xbox 360, como jogos em alta definição e partidas on-line, destaca-se por ser um tocador de Blu-Ray. O PS3 perdeu a exclusividade de jogos como “Devil may cry 4″ e “Final fantasy XII”, mas continua tendo jogos próprios inovadores, além de clássicos da Sony.

Recursos: jogos em alta definição, partidas on-line, media center para filmes, imagens e músicas, tocador de Blu-Ray, “supercomputador”.

Rede: a PlayStation Network é onde você faz download de vídeos, demos e compra jogos e filmes. Em breve deve ser lançado oficialmente o serviço Home, espécie de “Second life” em que o jogador usará um avatar para se relacionar com outros usuários em um ambiente 3D. Ao contrário do Xbox 360, em que o jogador deve assinar uma conta para poder jogar contra outros usuários, o serviço do PS3 é grátis.

Jogos recomendados: “Metal gear solid 4″, ”LittleBigPlanet”, ”Echochrome”, ”Resistance: fall of man”, ”Gran turismo 5 prologue”, “The orange box”, ”Fifa 09″, ”Guitar hero world tour”.



Wii

Fabricante: Nintendo

Preço no Brasil: cerca de R$ 1.999

Foto: Divulgação

Wii mudou a forma de jogar, com controles intuitivos e apelo aos novos jogadores. À esquerda, a academia virtual ‘Wii fit’, ao lado de ‘Wii sports’. No alto, ‘The legend of Zelda’ e ‘Super Mario galaxy’ (Foto: Divulgação)

Líder entre os consoles da nova geração, com quase 40 milhões de unidades vendidas, o Wii criou uma nova forma de jogar. O controle sem fio reconhece os movimentos do usuário e permite uma experiência mais intuitiva. Sem gráficos tão realistas como os concorrentes, o Wii se diferencia em jogos exclusivos como “Wii sports”, “Super Mario galaxy” e “Wii fit”, uma academia virtual para exercícios físicos.

Recursos: controles intuitivos com reconhecimento de movimento, conteúdo on-line, franquias clássicas da Nintendo, jogos “família”

Rede: o serviço on-line oferece diversos canais, como o de compras, o de notícias e o de previsão do tempo. A Nintendo Wi-Fi Connection permite partidas on-line em determinados jogos, e é gratuita. Também é possível usar um navegador para visitar páginas da internet a partir do videogame. O “canal” Virtual Console permite a compra de jogos como “Super Mario world” e “Sonic”, entre outros clássicos. Cada jogador tem um avatar, que é a representação em um boneco 3D. Os avatares são usado em jogos como “Wii sports” e “Wario ware”, e podem até ser transportados de um videogame a outro. Você também pode compartilhar seu “friend code” com amigos para jogar certos games on-line.

Jogos recomendados: “Wii sports”, ”Super Mario galaxy”, ”The legend of Zelda: twilight princess”, “Metroid prime: corruption”, ”Super smash bros brawl”, “Animal crossing: city folk”, “Wario ware: smooth moves”, “Wii fit”.


Populares

PlayStation 2

Fabricante: Sony

Preço no Brasil: cerca de R$ 499

Foto: Divulgação

PlayStation 2 está disponível na versão ’slim’, mas fina. No alto, a partir da esquerda, jogos que marcaram o videogame: ‘Metal gear solid 3′, ‘God of war 2′, ‘GTA San Andreas’, ‘Burnout revenge’

Em 2007 o PlayStation 2 tinha o posto de “videogame mais vendido no mundo”, com mais de 120 milhões de unidades. Ele foi o sucessor do PSOne e reinou durante anos, quando competia com o GameCube (Nintendo) e o Xbox (Microsoft). Apesar de não ter recursos da nova geração e contar com serviços on-line precários, o PS2 tem um respeitável catálogo de jogos e ainda recebe lançamentos como “Guitar hero” e “Rock band”.

Recursos: extenso catálogo de jogos, títulos que marcaram época.

Rede: ao contrário das redes de PlayStation 3 e Xbox 360, as conexões de PS2 eram mantidas pelas distribuidoras de cada jogo. Para jogar on-line, portanto, você precisa encontrar jogos que tenham servidores abertos, o que é cada vez mais raro.

Jogos recomendados: “God of war 2″, “Final fantasy XII”, “Metal gear solid 3″, ”Black”, “Burnout revenge”, “GTA San Andreas”, “Kingdom hearts”, “Yakuza 2″.

Mega Drive 3

Fabricante: Tectoy

Preço: R$ 339

Foto: Divulgação

Mega Drive 3 tem 86 jogos na memória, incluindo ‘Sonic 3′, ‘Altered beast’, ‘Alex Kidd’ e ‘Kid Chameleon’ (Foto: Divulgação)

Lançado originalmente em 1988 no Japão, o console da Sega marcou história e passou por diversas “reformas” até chegar a essa versão produzida pela Tectoy. O console tem 86 jogos na memória, incluindo clássicos da era 16 bits, como “Sonic” e “Altered beast”. O Mega Drive 3, porém, não tem entrada para cartuchos, ou seja: é impossível aproveitar os jogos que você pode ter guardado.

Recursos: jogos na memória, clássicos da era 16 bits.

Rede: o Mega Drive 3 não tem conexão à internet.

Jogos disponíveis: “Sonic 3″, ”Alex Kidd in the enchanted castle”, “Altered beast”, “Golden axe”, “Kid chameleon”, entre outros.

Via: G1

Dec 08

Games não viciam, games não criam assassinos e muito menos fazem com que você deixe de lado obrigações cotidianas como pagar contas (atrasadas), separar lixo para reciclagem (mais ou menos) e dar atenção ao círculo de amizades (intrigas, intrigas). Games, como este “Gears of war 2″, ensinam que simulações trágicas de conflitos sangrentos e de proporções jurássicas que terminam em explosões de órgãos internos de alienígenas podem ser algo tão belo quanto uma das clássicas de Beethoven.


De genial, porém, “Gears 2″ tem quase nada além da música. Continua sendo um jogo de tiro com visão em terceira pessoa, guiado por protagonistas peso-pesado que descarregam toneladas de “chumbo” contra uma raça inimiga. Um segredo aqui, uma frase de efeito ali e… você já viu, leu e jogou isso antes. A diferença é o peso disso tudo.

Você nunca passou por uma guerra antes com uma intensidade tão envolvente, momentos tão marcantes e diálogos bem humorados. A preocupação com detalhes deixou de ser um aspecto técnico e jogou a favor do todo: trilha sonora, visual, ambientação e “diálogo” com o jogador fazem do game uma experiência inesquecível. “Arte interativa”, para alguns, “joguinho de tiro”, para outros.

Foto: Divulgação

Aproveite: esse cenário é uma das duas visões otimistas em ‘Gears 2′ (Foto: Divulgação)

“Gears 2″ aprimora diversos aspectos do jogo anterior, acrescenta opções de partidas multiplayer e, se ainda tem uma história pouco lapidada, ao menos dá motivos de sobra para você comprar um Xbox 360 ou ficar feliz de já ter um.

Velha nova guerra

O personagem principal ainda é Marcus Fenix, líder do esquadrão Delta, que luta contra os Locust pelo domínio de territórios e a posse de energia – em falta no futuro tradicionalmente caótico. Ao lado dele estão os já conhecidos Cole (ex- jogador de futebol americano), Baird (rebelde piadista) e Dom (em busca de Maria), e novos camaradas como Tai e Dizzy.

Foto: Divulgação

Marcus, à esquerda, tem a ajuda de ‘irmãos’ como Dom, à direita, Cole e Baird, do Esquadrão Delta – acredite: eles estão mais inteligentes que no jogo anterior

Dessa vez, porém, os inimigos estão em maior número – maioria esmagadora – e a humanidade se resume a poucos focos de resistência, como a cidade de Jacinto. A missão é partir para o ataque, visitando pela primeira vez o desconhecido universo Locust. Prepare-se, então, para surpresas interessantes, além de novas criaturas e cenários incríveis que nem davam sinal de vida no primeiro jogo.

A “jogabilidade”, elemento difícil de ser explicado, mas fácil de ser compreendido ao testar um game, continua sem muitas alterações. Você é obrigado a buscar cobertura pelo cenário, mudar de armas rapidamente e ainda encontra tempo para as firulas. Além de usar a serra do rifle Lancer para dividir inimigos ao meio, você pode usá-los como escudo e até executá-los de diferentes maneiras quando estiverem machucados.

Superprodução e edição limitada

A edição limitada de “Gears 2″ vendida no Brasil inclui um disco extra com vídeos, imagens e a trilha sonora, um livro de ilustrações com a apresentação do jogo e um código para download de conteúdo extra.

Os vídeos mostram os trailers que antecederam o lançamento, cenas de bastidores com produtores e dubladores e entrevistas com os principais diretores, como Cliff Bleszinski. Também é possível acompanhar resumos do processo criativo de personagens, cenários e até as armas do jogo.

Foto: Divulgação

Conheça Skorge, criatura de comportamento delicado, sem muitos amigos entre os humanos

Mas o “limitada” do nome pode adquirir outros sentidos. O disco extra, por exemplo, só pode ser acessado pelo Xbox 360, e não em qualquer aparelho de DVD. O código que acompanha a edição e daria acesso a novos itens via download não funcionou em alguns casos, como no teste feito pelo G1 e no relato de outros jogadores. O G1 entrou em contato com a Microsoft, e aguarda resposta sobre o assunto.

Quase em linha reta

Apesar de algumas surpresas na história, o roteiro de “Gears 2″ não chega perto de referências recentes como “BioShock” e “Metal gear solid 4″. O clima de blockbuster, com heróis “bombados”, frases de efeito e linearidade, domina. O encerramento repentino, sem muitas explicações, deixa claro que “Gears 3″ está a caminho – e tomara que traga respostas.

Foto: Divulgação

Dupla de ‘Grenadiers’ ataca durante round do ‘Horde’, novo modo de disputa on-line (Foto: Divulgação)

Mas nas partidas on-line, “Gears 2″ oferece matéria-prima para dezenas de horas de novas aventuras. As opções do jogo anterior foram mantidas, e entre as novidades destaca-se o modo “Horde”. Você se junta a até quatro jogadores, escolhe um cenário e passa a enfrentar ondas de inimigos. Elas começam sem oferecer muita dificuldade, mas vão ficando maiores e mais difíceis. Se você sobreviver às 50 “seções” de carnificina, parabéns.

Clássico certo

Quando “Gears of war” foi lançado em 2006, acompanhando a estréia do Xbox 360 no mercado, parte do mundo parou: o jogo foi sucesso de vendas, transformou as partidas on-line pela rede Xbox Live e mostrou que fazia sentido uma empresa como a Microsoft colocar mais memória em seu videogame para poder suportar tudo que a produtora Epic queria reproduzir no “joguinho de tiro”.

Foto: Divulgação

Céu nublado, com tempestades ocasionais e aparições repentinas de manadas de Brumaks, monstro grande demais para caber em qualquer cadeia alimentar

“Gears 2″ não revoluciona, mas aprimora o universo do planeta Sera, amplia os horizontes dos jogos de ação e tiro e escreve seu nome, sem muita sutileza, na lista de jogos obrigatórios para o Xbox 360.

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Nov 24

Os jogos de zumbis não nasceram ontem. “Resident evil”, “Alone in the dark” e ”Dead rising” são apenas alguns nomes que mostram como a idéia de combate a mortos-vivos para salvar a humanidade não é exatamente nova.  

Mas ”Left 4 dead”, jogo de tiro lançado para PC e Xbox 360, dá ares de esporte radical a um gênero que parecia se arrastar. Você enfrenta exércitos de zumbis que parecem não ter fim, fica encurralado em salas minúsculas por hordas animalescas de seres infectados e é golpeado por todos os lados quando inventa de sair em campo aberto. 

A primeira saída é recuperar o fôlego e lembrar que tudo isso é virtual. A segunda é mais simples: usar o gatilho sem medo e, de preferência, com certa precisão.     

O jogo é produzido pela Valve Software, mesma casa responsável por jogos de tiro de primeira linha, como a série “Half-Life”, “Portal” e “Team fortress 2″.

Infinito vezes quatro

Em “Left 4 dead”, você faz parte de uma equipe de sobreviventes que luta contra exércitos intermináveis de zumbis infectados. E não é exagero: os inimigos surgem por todos os lados, em pelotões que desafiam qualquer lógica matemática ou relação de tempo-espaço. 

Foto: Divulgação

População zumbi de ‘Left 4 dead’, além de rápida, tem segundo grau completo e domina táticas de ataque em massa 

E é isso que faz de “Left 4 dead” uma experiência autêntica. Esqueça roteiros profundos, produção hollywoodiana e efeitos visuais de última geração. O objetivo é matar zumbis, dar milhões de tiros e acumular estatísticas – seja sozinho ou em grupo. A variedade de inimigos não é das maiores, mas é suficiente para exigir mudanças táticas de acordo com o momento.   

Festa em grupo

Na campanha para um jogador, você escolhe um dos quatro personagens (Francis, Bill, Louis ou Zoey) e parte para as missões. Os três heróis restantes passam a ser controlados pelo computador – que ainda não é dos mais inteligentes.

A grande vantagem de “Left 4 dead”, porém, está on line. É possível jogar com outros três amigos em uma campanha cooperativa, o que transforma radicalmente o jogo. Além do fator estratégico, que exige planos para que a equipe saiba o que fazer, existe o espírito de união: dê cobertura na hora certa e cure um parceiro machucado, por exemplo. 

Reúna os amigos on-line, ou conheça novas pessoas pelo mundo, e monte sua própria equipe de caça a zumbis. Mas, antes, é recomendável fazer exames médicos – seus batimentos cardíacos nunca mais serão os mesmos.  

Foto: Reprodução

Recados na parede não são exatamente úteis, mas contribuem para o clima de desespero no combate a zumbis 

 

Foto: Divulgação

Ao começar uma missão sozinho (offline), jogador tem a ajuda do computador, que controla os outros três personagens 

 

Foto: Reprodução

A partidas multiplayer (on-line) permitem comunicação por voz, elemento fundamental para a estratégia

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Nov 13

O território virtual com mais de 11 milhões de habitantes fica um pouco maior a partir desta quinta (12). “World of warcraft”, jogo on-line mais popular do mundo, ganha a expansão “Wrath of the lich king”, pacote que chega a lojas de Europa e Estados Unidos a US$ 39,99 (PC e Mac).

O episódio é considerado o ”próximo grande capítulo” na história de Azeroth, o universo de fantasia baseado na temática dos RPGs medievais.

Lançado em novembro de 2004, “World of warcraft” foi o jogo de PC mais vendido no mundo em 2005 e 2006. Em 2007 ficou atrás apenas de “The burning crusade”, que tem o recorde de “vendas rápidas”: 2,4 milhões de unidades nas primeiras 24 horas nas lojas. Detalhe: “The burning crusade” é uma expansão de… “World of warcraft”.

Mundo à parte

Em “WoW” o jogador cria seu personagem, definindo visual, atributos físicos e habilidades. Ele também escolhe entre oito raças, divididas em duas facções: Aliança (bem) e Horda (mal).

“Não é um jogo, é um mundo. Um mundo on-line em evolução, com mitos e magia”, diz a produtora Blizzard. A história de ”Lich king” se situa quatro anos depois do pacote de expansão anterior (”The burning crusade”).
A “jogabilidade” também será afetada. Os personagens agora poderão chegar ao nível 80 de poder (10 níveis a mais do que o permitido atualmente), e uma nova raça de heróis entrará em campo – os Deathknights.

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