Jun 02

A Microsoft inaugurou as pré-conferências da feira de games E3 nesta segunda (1º) com novidades que ampliam as funções de seu videogame Xbox 360 e dão um novo sentido ao aparelho como centro de entretenimento.

Um novo acessório demonstrado é uma espécie de câmera que fica instalada em frente à TV e ligada ao Xbox 360. Ela vai reconhecer movimentos do jogador, como o Wii, mas não vai usar controles, ao contrário do videogame da Nintendo. Para chutar uma bola em um jogo, por exemplo, basta fazer o movimento em frente à TV. Esse projeto tem o nome provisório de “Project Natal” e também vai permitir outras interações com o Xbox, como pintar quadros utilizando apenas gestos.

O mesmo sistema vai funcionar para a navegação nos serviços on-line do Xbox. Gestos com a mão vão selecionar categorias e seções, enquanto a câmera vai reconhecer o rosto do jogador e selecionar automaticamente seu perfil no videogame.

Durante a apresentação, o designer de games Peter Molyneux, criador da série “Fable”, comentou sobre a novidade e mostrou o vídeo de um novo projeto. Falando diretamente ao videogame, uma mulher interagia com um personagem virtual, que reconhecia as falas e respondia de acordo com o contexto.

Videogame social

A Microsoft vai integrar a sua rede on-line, a Xbox Live, a outros serviços já disponíveis na internet. Essa “fusão” inclui o serviço de streaming de músicas last.fm, a rede social Facebook e o site de microblogs Twitter.

Assim, os usuários do Xbox Live poderão se comunicar com amigos através desses serviços sem precisar de um computador. Será possível atualizar o Twitter, conferir o perfil de amigos no Facebook e visualizar fotos disponíveis na rede social.

“Isso amplia o alcance do Xbox Live”, afirmou Shane Kim, vice-presidente de estratégias e desenvolvimento de negócios para videogames da Microsoft.

Uma outra opção de integração com o Facebook tem efeito direto nos jogos e listas de amigos. Vai ser possível, durante um jogo, capturar uma imagem da tela e publicá-la diretamente no álbum de fotos do Facebook.

Via:G1

Mar 05

A Nasa colocará esta semana em andamento sua primeira missão com capacidade para responder a um dos principais questionamentos da humanidade: existe vida além da Terra? A esperança de encontrá-la está nos exoplanetas, corpos que giram em torno de outras estrelas além do Sistema Solar. Até agora, a partir de diversos sistemas de detecção, os astrônomos confirmaram a existência de mais de 320 desses planetas.

E, para continuar essa busca, a agência espacial americana lançará o observatório Kepler, que partirá na sexta-feira (6). Será uma das primeiras missões com a capacidade de encontrar lugares como a Terra, planetas rochosos que se encontrem em uma área quente em que se possa manter em sua forma líquida a água, elemento essencial para a formação da vida, conforme disse a Nasa em comunicado. “O Kepler é um componente crucial dos esforços da Nasa para encontrar e estudar planetas com características similares às da Terra”, assinalou Jon Morse, diretor de astrofísica da agência espacial em Washington.

Segundo o cientista, o censo planetário que o Kepler fará ajudará a compreender a frequência em que existem esses planetas na Via Láctea. Também contribuirá para o planejamento de outras missões que, em um futuro a médio prazo, detectem diretamente e transmitam informação sobre as características dos mundos que existem em torno de estrelas vizinhas.

Cisne-Lira

O Kepler iniciará a busca na “minúscula” região de Cisne-Lira, que contém cerca de 100 mil estrelas similares ao Sol. Com seus instrumentos, o Kepler determinará a existência dos exoplanetas através das mudanças de luz que suas estrelas refletem quando os astros passarem entre elas e o observatório. Teoricamente, se esses corpos observados pelo Kepler forem similares à Terra, teriam de completar uma órbita de cerca de um ano em torno de sua estrela.

O observatório contará com instrumentos que estão entre os mais poderosos produzidos até agora para a prospecção científica do espaço, como uma câmera com resolução de 95 megapixels. Segundo Debra Fischer, astrônoma da Universidade Estadual de San Francisco, o Kepler será um instrumento básico para saber que tipo de planetas giram em torno de outras estrelas. Suas descobertas serão utilizadas imediatamente para analisar as atmosferas dos exoplanetas. E as estatísticas recolhidas levarão a determinar o rumo que deverá ser seguido para estabelecer se efetivamente há “um planeta de cor azul que orbita outra estrela em nossa galáxia”, assinalou.

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Feb 26

Moto voadora criada por designer utilizaria tecnologia híbrida

Ricardo Tadeu

Divulgação

Diretamente dos filmes de ficção científica, apresentamos a Jetbike

O trânsito tem tirado o sono de muita gente. É motivo de estresse para aqueles que devem enfrentá-lo diariamente para ir ao trabalho ou qualquer outra atividade. No entanto, os congestionamentos também têm feito a cabeça de muitos inventores trabalhar na busca de alternatvas. O designer japonês Norio Fujikawa, que desenvolveu o projeto intitulado de JetBike, que consiste em uma motocicleta voadora, é um deles.

Meio moto e meio avião, o veículo tem visual diferenciado. A parte central lembra a carenagem de uma moto, só que sem as rodas, que dão lugar a duas finas e longas asas. Segundo Norio, o projeto ainda se trata de um sonho distante, por não ter patrocínios para torná-lo realidade. No entanto, a JetBike mostra atributos suficientes para se tornar real, a começar pelo sistema de propulsão, que segundo o inventor, tem de ser algo que respeite o meio ambiente, como a tecnologia híbrida, por exemplo. E você, compraria uma motocicleta voadoar para fugir do trânsito? Dê sua opinião.

Divulgação

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Feb 22

O teclado bege padrão ABNT2 que digita este texto é altamente capacitado para tal função, mas ganha o certificado ”impróprio para consumo e nocivo à saúde” quando o assunto são games no computador.

Afinal, teclas como W, A, S, D e barra de espaço foram feitas para digitar, e não para sobreviver nas florestas de “Crysis” e prédios sujos de “Left 4 dead”.

Essa necessidade de adaptação para games de computador levou a indústria a criar acessórios específicos, considerados “de luxo” – dispensáveis para alguns, fundamentais para outros. O teclado “Belkin n52te” é uma dessas peças: design anatômico, botões por todos os lados e possibilidade de configurar as teclas para funções específicas.

O acessório é conectado ao computador via USB e substitui o teclado tradicional nos games. Com a mão direita você controla o mouse, e com a esquerda domina o n52te para jogos de ação, tiro, estratégia e RPG.

Um vulto azul

O visual do Belkin n52te segue a linha dos produtos Razer, com o predomínio da cor preta e uma luz azul que acende em locais estratégicos, ajudando o jogador a se situar no “painel de controle” e localizar os botões. A luz tem intensidade fixa, mas pode ser desligada se você preferir.

Foto: Divulgação

Belkin n52te tem design anatômico, mas exige um período de adaptação do jogador. O acessório de luxo é feito para uso com a mão esquerda, ou seja: não serve para quem é canhoto no mouse

O ”faz tudo” da Belkin é bastante confortável, principalmente quando comparado aos tradicionais teclados de computador. A mão esquerda repousa na base do acessório, que oferece aderência suficiente para evitar deslizes durante os jogos. O polegar tem acesso à “barra de espaço” e ao direcional digital. Os outros dedos comandam as teclas numeradas na parte da frente.

Nos testes do G1, o teclado se saiu bem, principalmente, em jogos de tiro, como “Call of duty: world at war” e ”F.E.A.R 2″, e no RPG “Fallout 3″. O controle agiliza lançamentos de granadas e outras tarefas “secundárias” em jogos de ação.

Malabarismos

O formato do produto privilegia mãos grandes e pode exigir certo malabarismo dos jogadores não privilegiados nesse quesito. Mesmo assim, o Belkin é portátil o suficiente para acompanhar o jogador em viagens e competições. Basta ter um espaço a mais na mesa, ou simplesmente deslocar o teclado tradicional para algum canto.

A parte frontal do controle traz 14 botões numerados que podem ser configurados de acordo com a vontade do jogador. Em jogos de tiro, por exemplo, o comum é utilizar as teclas em “formato de cruz” para movimentar o personagem, e reservar os botões adjacentes para tarefas como acender lanterna e lançar granadas. O Belkin n52te facilita muito essas ações, mas exige adaptação nos primeiros 30 minutos.

Foto: Divulgação

Disposição dos botões numerados agiliza as ações do jogador. O ‘n52te’ facilita tarefas como acender lanterna, lançar granada e interagir com objetos em jogos de tiro (Foto: Divulgação)

Visual estranho, mas design confortável – e um botão direcional que fica devendo (Foto: Divulgação)

O superteclado vem acompanhado de um software que permite configurar botões, salvar até três perfis diferentes e gravar sequências de teclas (macros) para automatizar tarefas que antes exigiriam muita digitação. É uma característica sem apelo em jogos de ação, mas bastante útil em RPGs online.

O botão direcional e a “barra de espaço”, ambos dispostos para serem acionados pelo polegar, são pontos negativos no Belkin. O direcional não tem cliques precisos e é liso demais – ninguém quer acidentes em um jogo de tiro.

Já a barra de espaços fica na “traseira” do controle, muito distante dos outros botões e com um percurso de clique muito longo. Ou seja, não é um botão rápido como você gostaria que fosse, principalmente para tarefas ligeiras como pular obstáculos.

>>> Ficha - Belkin n52te

Seja você um jogador profissional ou amador, é altamente recomendável o uso de um teclado específico para games. O preço desses produtos “de luxo” não é dos mais acessíveis, mas depois de experimentar o conforto e praticidade de um multiuso gamer, você nunca mais vai encarar um teclado tradicional com a mesma confiança de antes.

Fabricante: Belkin/Razer

Preço sugerido: R$ 399 (US$ 69 nos EUA)

Compatibilidade: PC e Mac

Conexão: USB

Pró: conforto, opções de configuração dos botões, material de alta qualidade

Contra: preço, empunhadura não ambidestra, botão ‘barra de espaço’ fora de alcance

Foto: Divulgação

Wolfking warrior (à esquerda) e Zboard Fang são outros teclados multiuso para jogos. O princípio é o mesmo: reunir o máximo de botões sem comprometer o conforto

Via:G1

Jan 23

Um grupo de pesquisadores das Universidades de Maryland e Michigan, nos Estados Unidos, deu mais um importante passo no emergente campo do teletransporte. Eles conseguiram teletransportar um gordão. Um átomo gordão, melhor dizendo.

No caso específico, reportado na edição desta semana do periódico científico “Science”, o grupo liderado por Steven Olmschenk usou átomos de itérbio (um elemento pouco conhecido da tabela periódica, com nada menos que 70 prótons em seu núcleo).

Eles conseguiram transferir as características de um dos átomos para outro semelhante a uma distância de um metro. O que, na prática, equivale a teletransportá-lo. Mas só na prática.

Na verdade, nenhum dos dois átomos sai do lugar. O que viaja, por rotas ainda completamente misteriosas, é a informação, ou seja, as características quânticas, como a rotação. E o que era um passa a ser o outro, como num passe de mágica — ou, como Albert Einstein se referiu ao fenômeno, numa “ação fantasmagórica à distância”.

Teletransportes quânticos, como são chamados, têm sido feitos desde 1997. O novo avanço consiste na capacidade de fazer a coisa acontecer com átomos inteiros compostos por múltiplas partículas, em vez de partículas mais simples como os fótons (componentes da luz), os candidatos mais prováveis a esse tipo de experimento, ou mesmo prótons.

O sucesso só é possível porque, na misteriosa mecânica quântica, que rege o comportamento de objetos muito pequenos, as partículas não possuem características definidas até que elas sejam observadas. Mas, apesar disso, é possível juntar duas partículas diferentes de modo que elas fiquem intrisecamente relacionadas, mesmo que separadas pelo espaço.

A esse fenômeno os cientistas dão o nome de entrelaçamento (entanglement). E aí, depois que duas partículas estão entrelaçadas, dependendo da interação que se promove com uma delas, voilà, as características são transferidas para a outra — não importando a distância.

Sonhos de ficção

Claro que experimentos como esse evocam, imediatamente, imagens da série de TV “Jornada nas estrelas” (”Star trek”), em que os tripulantes da nave Enterprise desciam aos planetas usando um aparelho de teletransporte, que desmaterializava a pessoa e rematerializava-a no local desejado. (O aparelho é hoje particularmente cobiçado pelas pessoas que enfrentam o trânsito das grandes cidades para ir ao trabalho.)

Entretanto, os cientistas admitem que fazer teletransporte de objetos mais complicados, compostos por zilhões de partículas, como o capitão Kirk, é um desafio que beira totalmente a impossibilidade.

“O teleporte quântico ocorre quando dois estados entrelaçados de duas partículas estão altamente correlacionados, de modo que é possível usar a interação com uma partícula para afetar a outra”, explica o físico Lawrence Krauss, da Universidade Estadual do Arizona. “Mas essa correlação quântica é muito frágil. É por isso que pessoas e outros objetos macroscópicos agem de forma clássica, e não como na mecânica quântica.”

Na verdade, o grande objetivo dos pesquisadores é usar o teletransporte quântico — que, na verdade, se resume a transportar informações de uma partícula a outra — em novas tecnologias de computação.

O sonho do computador quântico, que usaria as propriedades malucas das partículas para processar dados, é um que os cientistas de fato têm esperança de converter em realidade num futuro próximo. Essas máquinas permitiriam a realização de alguns cálculos hoje impossíveis e também aumentariam dramaticamente a segurança na transmissão de dados.

Para o processamento de dados quânticos, a partícula favorita é mesmo o fóton, mais fácil de entrelaçar. Mas computadores também precisam de memória física, e para isso é bem melhor usar partículas com massa — daí a importância do avanço recém-produzido pela equipe de Olmschenk.

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Jan 13

feira de eletrônicos Consumer Electronics Show (CES), encerrada neste domingo (11), deu em 2009 foco às imagens de alta definição – tecnologia 3D, Blu-Ray e TV com internet foram alguns destaques do evento, realizado anualmente em Las Vegas. A área de telefonia celular não apresentou novidades surpreendentes, seguindo um padrão de produtos parecidos com o iPhone, ou que tentavam valorizar o conceito de tecnologia “verde”. Além disso, houve o lançamento do novo Classmate PC e de outros computadores ultraportáteis. Confira abaixo uma seleção com dez destaques da CES 2009.

>>>> Windows 7

Foto: Robyn Beck/AFP

Steve Ballmer, diretor-executivo da Microsoft, fez sua estreia na CES e falou sobre convergência e Windows 7 (Foto: Robyn Beck/AFP)

Steve Ballmer, diretor-executivo da Microsoft, fez pela primeira vez a abertura da maior feira de eletrônicos do mundo – tradicionalmente, essa missão era de Bill Gates. Durante o discurso, ele falou sobre a convergência das três telas (computador, celular e televisão) e anunciou a disponibilização da versão de testes do Windows 7 – o download chegou a ficar impossibilitado, pela quantidade de acessos à página, mas depois voltou ao normal.

A Microsoft também anunciou novas versões do jogo “Halo” e uma “forcinha” ao Facebook, que será integrado aos produtos Windows Live – como o Messenger, o Hotmail e o Photo Gallery.

>>>> Entretenimento digital

Foto: Divulgação

TV LCD com tocador de Blu-Ray embutido tem 52 polegadas e custará US$ 2.599 nos EUA (Foto: Divulgação)

Na edição 2009 do evento de tecnologia, as atenções se voltaram para o entretenimento digital. Um dia antes de a feira ter início, as entrevistas coletivas de diversos fabricantes apontavam para essa direção e davam destaque para a tecnologia Blu-Ray, que apareceu no evento como o padrão oficial de vídeos em alta definição – há um ano, este formato venceu uma batalha contra o HD-DVD. Seguindo essa tendência, a Sharp apresentou aparelhos de TV com tocador Blu-Ray embutido: as telas vão de 32 polegadas a 52 polegadas, e o preço chega a US$ 2.599.

Também houve destaque para a integração entre TV e internet. A Samsung e a LG, por exemplo, anunciaram a adoção de um serviço do Yahoo em algums aparelhos, permitindo assim que informações on-line cheguem ao televisor. Com o controle remoto, o usuário desse serviço vai virar um internauta de sofá e poderá acessar na tela da TV notícias do Yahoo News, vídeos do Youtube, contas no MySpace, ofertas do eBay e fotos do Flickr, por exemplo. A LG também anunciou a oferta de um serviço da locadora de filmes Netflix, que permite aos fãs de alta definição baixar conteúdo digital diretamente na TV.

>>>> 3D

Foto: Divulgação

Caixinha’ colocada ao lado da TV lê imagens de forma tridimensional e passa informações para os óculos sem fio (Foto: Divulgação)

Neste ano, os fabricantes de TV foram um pouco além da alta definição e fizeram com que as imagens saíssem das telas – isso graças à tecnologia 3D. A aposta mostra um esforço para levar essa recurso, já presente em cinemas modernos, à casa do telespectadores. A julgar pelo que foi visto na feira, essa tecnologia será bem-vinda, pois torna muito mais real as imagens exibidas na tela.

A apresentação mais impressionante da tecnologia 3D foi feita pela Panasonic, que montou em seu estande um minicinema com tela de 103 polegadas. Em uma sala com capacidade para cerca de 20 pessoas, a empresa exibiu trechos de filmes, desenhos, games, jogos de futebol americano e, mais importante, imagens tridimensionais das aberturas das Olimpíadas de Pequim — a definição e realidade das cenas deste evento é indescritível.

Já a Nvidia lançou óculos especiais para a tecnologia 3D, que podem ser usados para jogar videogame ou assistir a filmes em alta definição. O público pôde testar a novidade jogando o título “Guitar hero” na versão tridimensional.

>>>> Ultraportáteis

Foto: Juliana Carpanez/G1

No novo Classmate PC, imagens podem ser exibidas de maneira vertical ou horizontal, dependendo de como a máquina é posicionada (Foto: Juliana Carpanez/G1)

Com o sucesso já consolidado, os computadores ultraportáteis (adotados por muitos usuários como um segundo notebook) ganharam novas versões. A HP anunciou o Mini 2140, que custará US$ 499 nos EUA. Ele tem tela de 10,1 polegadas e um teclado cujo tamanho equivale a 92% de um modelo normal. O portátil pesa 1,2 quilo e sua bateria permite quatro horas de operação contínua.

Já a Intel apresentou o novo Classmate PC. Com tela giratória sensível ao toque, o aparelho se transforma em um tablet. O preço da máquina – disponibilizada a partir desta sexta nos Estados Unidos – varia de acordo com a configuração e, segundo a Intel, fica entre US$ 300 e US$ 600 no mercado norte-americano.

>>>> Diversas marcas de iPhone

Foto: Juliana Carpanez

Omnia, da Samsung, e 5800 XpressMusic, da Nokia, já estão no mercado e foram divulgados na CES (Foto: Juliana Carpanez)

Sem grandes novidades neste ano, as principais fabricantes de celulares se apresentam na feira de eletrônicos com aparelhos que seguem a mesma mesma fórmula do iPhone: tela sensível ao toque e tecnologia 3G, para acesso rápido à internet.

Com esses produtos, as empresas comprovam que Steve Ballmer, diretor-executivo da Microsoft, acertou quando falou sobre convergência na abertura do evento. Segundo o substituto de Bill Gates, a tecnologia caminha para um cenário no qual computadores, telefones celulares e televisão farão parte de um ambiente unificado. Disse ainda que esse cenário será controlado pelo Windows, sistema operacional que tem sua versão móvel presente em grande parte dos concorrentes do iPhone.

As novidades nesta área ficaram por conta de um aparelo da LG com formato de relógio de pulso e um modelo da Motorola, com estrutura feita a partir de plástico reciclável. Segundo o fabricante, a matéria-prima são galões de água usados em escritórios.

>>>> ‘Woodstock’ dos nerds

Foto: Juliana Carpanez/G1

Como regra, empresas colocaram produtos econômicos ao lado de um mais antigo, ‘glutão’ de energia, mostrando que a tecnologia caminha para o consumo consciente (Foto: Juliana Carpanez/G1)

Diversas empresas participantes da feira dedicaram parte de seus estandes à tecnologia verde. Com produtos que economizam no consumo de recursos, agridem menos o ambiente e a divulgação de programas de reciclagem, essas companhias aderiram a um movimento de “ame o planeta” com jeitão de Woodstock, o festival de música realizado nos Estados Unidos em 1969. Com a diferença de o evento mais recente ser um “Woodstock de nerds”, e não de hippies.

Apesar de a CES ter levantado essa bandeira, não houve nada de muito revolucionário nos produtos ecológicos apresentados em Las Vegas. Para mostrar seu engajamento com a causa, a maioria das empresas de tecnologia aposta em eletrônicos que consomem menos energia e os compara a “glutões” de eletricidade — isso tudo, de preferência, em um cenário verde e cheio de plantinhas. Vale até usar bambu de fundo para mostrar que os consumidores de tecnologia estão no caminho certo para o consumo consciente.

‘Força do pensamento’

A fabricante de brinquedos Mattel apresentou o Mindflex, que utiliza ondas cerebrais para mover uma bolinha. Atraído por essa promessa um tanto pretensiosa, que parece coisa dos jedis de “Guerra nas estrelas”, o G1 decidiu testar a novidade que será lançada pela empresa no segundo semestre deste ano, por cerca de US$ 80.
Depois de colocar um equipamento na cabeça, o usuário deve controlar a bolinha usando a “força do pensamento”. Quanto mais concentração, mais alto ela sobe. Se perder a concentração, ela cai. E no caso de um forte ataque de riso, como aconteceu durante o teste, a atividade cerebral pode ser tão intensa que joga a bolinha longe. A impressão que fica com o teste é que essa tecnologia realmente funciona e que, com muito treino, talvez seja possível ganhar controle sobre o objeto voador.

>>>> Jóia

Foto: Juliana Carpanez/G1

Fone Nxset não encosta na orelha e dá ao usuário a sensação de um ‘capacete sonoro’. (Foto: Juliana Carpanez/G1)

Um fone de ouvido em formato de colar pode parecer estranho à primeira vista, mas depois de um teste seu formato se justifica. Por conta de seu posicionamento — ele fica no pescoço e nem sequer encosta na orelha do usuário –, o Nxset oferece um som bem distribuído.

Segundo o fabricante S1 audio, o que o aparelho faz é criar uma espécie de bolha acústica em volta da cabeça do usuário. Com ele ainda é possível ouvir o que acontece em volta, algo que os tradicionais fones de ouvido não permitem. A novidade compatível com qualquer tocador digital de música deve ser lançado nos EUA no segundo semestre por cerca de US$ 80.

>>>> As gatas da feira

Foto: Juliana Carpanez/G1

Regra para atrair os visitantes é usar pouca roupa. (Foto: Juliana Carpanez/G1)

Além dos produtos eletrônicos, as mulheres contratadas para embelezar os estandes fizeram muito sucesso durante a feira. As modelos, também chamadas de “booth babes”, não precisam saber muito sobre os produtos que representam: sua principal missão é sorrir e posar para fotos ao lado do público — masculino, na grande maioria das vezes. O G1 fez uma seleção com algumas dessas mulheres que participaram da maior feira de eletrônicos do mundo.
>>>> Concorrência

Foto: Juliana Carpanez/G1

Um dos centros de convenção da Consumer Electronics Show divide espaço com o Adult Entertainment Expo, uma feira de produtos eróticos e filmes pornográficos. O G1 foi até o evento e fez uma reportagem mostrando que existe uma area de intersecção entre os dois universos – principalmente no mercado de vibradores, que prometem o emprego da tecnologia para dar prazer aos usuários.
A empresa OhMiBod, por exemplo, oferece vibradores que se conectam a tocadores digitais. A vibração do aparelho segue o ritmo da música, e a intensidade dos movimentos é determinada pelo volume. Ou seja: coloque o som do iPod no máximo e o o OhMiBod deixará no chinelo a função “vibra call” de seu telefone celular. O produto está à venda nos EUA pelo sugestivo valor de US$ 69.

Via:G1

Dec 03

Cumprimentar você mesmo com um aperto de mão pode ser uma experiência incrível. Mas a ilusão de ter sua barriga esfaqueada, nem tanto. Essas duas sensações pareceram reais para muitos participantes de um experimento realizado na Suécia – o objetivo é mostrar como as pessoas podem experimentar percepções enganosas quando têm a sensação de viverem em um corpo diferente do delas. Ou, em outras palavras, quando “trocam” de corpo.

Em uma apresentação nesta semana, neurocientistas do Instituto Karolinska, em Estocolmo, mostraram como voluntários usando óculos de realidade virtual podem sentir que trocaram de corpo com um manequim ou até mesmo com outra pessoa.

“Nos interessamos por uma questão clássica, que filósofos e psicólogos discutem há anos: por que achamos que a essência de uma pessoa está em seu corpo? Para estudar isso cientificamente, usamos truques que enganam a percepção”, afirmou Henrik Ehrsson, líder do projeto.

Voluntário

O repórter Karl Ritter, da agência de notícias Associated Press, fez o teste para entender “na pele” o que o especialista falava. Em um experimento, um manequim que usava óculos com função de câmera filmava seu próprio corpo. O repórter, também usando um capacete especial, olhava para baixo e via as filmagens feita pelo manequim – com isso, tinha a sensação de que o corpo de plástico que via era o seu.

Estudante olha para baixo e vê imagens filmadas por óculos especiais do manequim. Com isso, ele tem a falsa sensação de que seu corpo é o do boneco. (Foto: AP)

“Nesse momento, não parecia muito real. Mas isso mudou quando alguém passou uma caneta, simultaneamente, na minha barriga e na do manequim. Conforme meu cérebro processava os sinais visuais e táteis, aumentava a impressão de que o corpo dele era o meu”, disse Ritter.

“Estava divertido, até que a lâmina de uma faca de cozinha entrou no meu campo de visão. Ela foi colocada contra a barriga do boneco, me dando um arrepio na espinha e aumentando meu nível de ansiedade, como mostraram os eletrodos presos ao meu dedo indicador”, continuou o repórter.

Valeria Petkova, especialista ligada ao projeto, afirma que de 70% a 80% dos voluntários vivenciam a ilusão de maneira muito forte. “Aparentemente, estou entre essas pessoas”, disse o voluntário.

A demonstração exemplifica os testes feitos com 87 voluntários – o resultado do estudo foi publicado no “Journal of the Public Library of Science”. As conclusões indicam que, sob certas condições, uma pessoa pode perceber o corpo de outra como sendo o seu. Isso mesmo quando o outro corpo é artificial ou de alguém do sexo oposto.

Para Ehrsson, as descobertas podem ser usadas em pesquisas sobre problemas envolvendo a imagem corporal: como as pessoas ficam satisfeitas ou insatisfeitas com seus corpos, por exemplo. Outra possibilidade é o desenvolvimento de versões mais avançadas de jogos como o “Second Life”. “Isso pode facilitar a criação de aplicações de realidade virtual em games, onde os jogadores poderão ter experiências realistas com seus avatares”, disse.

Foto: AP

Valeria Petkova coloca capacete especial no estudante Andrew Ketterer, que participou dos testes.

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Nov 19
Nov 13

Pesquisadores britânicos apresentaram um robô capaz de imitar com precisão dez expressões faciais dos humanos — entre elas alegria, tristeza e preocupação. Segundo o jornal “Telegraph”, esse projeto ajudará na criação de uma nova geração de humanóides, capazes de interagir de maneira convincente com as pessoas.

Jules, o robô expressivo, é resultado de um trabalho de três anos e meio desenvolvido no Laboratório de Robótica de Bristol (BRL), ligado à Universidade de Bristol. Um vídeo no site de projeto mostra o humanóide em ação.
Os olhos da máquina são câmeras que identificam as expressões faciais das pessoas com quem interage. Esses dados são convertidos em instruções, para que a máquina use seus 34 motores faciais e reaja adequadamente às expressões humanas – se alguém der uma bronca em Jules, por exemplo, ele se ressentirá. A “pele” elástica e flexível é feita de uma substância chamada Flubber.

Peter Jaeckel, especialista em emoção artificial, empatia artificial e humanóides do BRL, disse ao “Telegraph” que o projeto será útil para tornar a interação entre máquinas e humanos mais natural. “A aparência e o comportamento dos robôs precisam ser melhorados, para atender às expectativas nas experiências sociais. Sem isso, os humanos se sentem desconfortáveis.”

Foto: Divulgação

Olhos do robô funcionam como câmera. Ela capta as expressões humanas para o robô reagir adequadamente, criando uma interação natural. (Foto: Divulgação )

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Oct 18

As inscrições para o 3º XNA Challenge, competição de criação de gamespromovida pela Microsoft, estão abertas desde quarta-feira (15) pelo site oficial.

O objetivo do concurso é incentivar o desenvolvimento de jogos para PC e Xbox 360 com a ferramenta XNA, espécie de estúdio de programação oferecido gratuitamente pela Microsoft.

Para participar, é necessário ter pelo menos 18 anos, ser brasileiro e residir em território nacional. A inscrição é gratuita e vai até 15 de dezembro.

Os jogos a serem desenvolvidos precisam se encaixar no tema “social” proposto pela organização. “Imagine um mundo em que a tecnologia ajude a resolver os mais difíceis problemas que enfrentamos”, diz o lema do 3º XNA Challenge.

Na segunda edição do concurso, o vencedor foi o jogo “Recicle”, em que o usuário deve despoluir um rio, coletando materiais para reciclagem.

No dia 5 de janeiro de 2009 serão revelados os 10 projetos selecionados pelo júri. Em fevereiro, as cinco equipes finalistas apresentarão seus projetos. O time vencedor ganha vaga em um cruzeiro pelo Caribe, durante o qual acontece um evento sobre o desenvolvimento de games.

3º XNA Challenge

Inscrições: gratuitas, até 15 de dezembro
Site: http://www.xnachallenge.com.br

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Oct 08

Visible Body é uma poderosa ferramenta de visualização em 3D da anatomia do corpo humano. O programa funciona como um “Google Earth da Anatomia”, já que permite navegar por todas as estruturas do corpo humano.

Faça o download gratuito no Baixatudo: Visible Body

Desenvolvida por especialistas em Anatomia e Fisiologia, a versão beta traz modelos detalhados e extremamente precisos de todos os sistemas do corpo humano: muscular, digestivo, circulatório, respiratório, urinário, nervoso e ósseo.

O estudo de disciplinas como Anatomia, Biologia e Fisiologia fica bem mais fácil e divertido com a visualização em 3D da estrutura humana. Ideal tanto para professores, profissionais e estudantes da área, além do público em geral que tenha curiosidade sobre o funcionamento do corpo humano. O Visible Body permite busca por nome de estruturas e/ou órgãos específicos (em inglês), além de rotacionamento das estruturas para facilitar a visualização e o entendimento sobre seu funcionamento, e exibe os nomes de cada parte exibida na tela.

Da hora!

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Oct 04

A Organização Européia para a Pesquisa Nuclear (Cern), inaugurou nesta sexta-feira (3) na Suíça um centro de computação distribuída para analisar e gerenciar por ano mais de 15 milhões de gigabytes de dados relacionados ao projeto do LHC (Grande Colisor de Hádrons, na sigla inglesa). Esse sistema distribuído, também chamado de grid computing, vai reunir em Genebra informações processadas por 140 centros de computação de 33 países.

Foto: AFP

Projeto reunirá informações de 140 centros de computação, espalhados por 33 países, que vão processar por ano mais de 15 milhões de GB de dados referentes ao LHC. (Foto: AFP)

A título de comparação, o iPod mais robusto comercializado atualmente tem capacidade para 120 gigabytes, o suficiente para armazenar 30 mil músicas, 150 horas de vídeo ou 25 mil fotos.

Os dados analisados pelo sistema de grid computing terão como base centenas de milhões de colisões subatômicas que devem acontecer dentro do LHC a cada segundo. “O gerenciamento desses dados é essencial para novas descobertas relacionadas à física”, diz um comunicado do Cern. A organização estima que sejam necessários 100 mil processadores na realização dessas tarefas.

Foto: AFP

Cern estima que seja necessária a capacidade de 100 mil processadores para analisar dados produzidos pelo LHC. (Foto: AFP)

Foto: AFP

Centro de computação distribuída foi inaugurado nesta sexta, em Genebra.  (Foto: AFP)

Sep 26

A operadora Vivo iniciou nos primeiros minutos da madrugada desta sexta-feira (26) a venda do iPhone no Brasil. Em uma loja de um shopping da Zona Oeste de São Paulo, a empresa reuniu convidados para apresentar a versão 3G do telefone multimídia da Apple, que também será vendido no país pela Claro.

O médico Waldyr Muniz, 49 anos, foi o primeiro comprador do iPhone oficialmente “brasileiro”, já que até então era necessário importar e destravar o aparelho para utilizá-lo no país.

“O meu filho comprou o dele no exterior e me recomendou que comprasse o meu aqui”, conta Muniz. Convidado à festa de estréia do iPhone no Brasil, o médico comprou dois modelos de 16 GB – um deles para a mulher, Shirlene Colombo.

Waldyr diz que escolheu o iPhone pela praticidade. ”A velocidade de navegação na internet, a interface mais rápida e a maneira de você digitar, é tudo mais avançado”, disse.

O presidente da Vivo, Roberto Lima, esteve presente no evento e entregou os primeiros aparelhos vendidos. Depois, funcionários da loja começaram a atender a fila de dezenas de convidados que aproveitaram para deixar a festa já com seus novos telefones.

Enquanto alguns atendentes explicavam aos possíveis usuários os planos disponíveis para o aparelho, outros trabalhavam nos caixas vendendo as primeiras unidades.

Disputa entre operadoras

A acirrada disputa entre as duas primeiras colocadas no mercado brasileiro de celulares pôde ser percebida nas estratégias de lançamento do iPhone, que começa a ser vendido no país na sexta-feira.

Depois de a Claro anunciar que teve acesso a um lote inicial de 30 mil aparelhos e prever, inclusive, a escassez do modelo diante da forte demanda, a Vivo anunciou nesta quinta-feira preços menores que a concorrente e um lote mais de seis vezes maior, de 200 mil telefones.

No caso da Claro, os preços variam entre R$ 1 mil e R$ 2,6 mil. O preço mais baixo é obtido graças a descontos mensais na franquia. A Vivo, por sua vez, anunciou preço básico de R$ 899 para o modelo de 8 GB e de R$ 1.199 para a versão de 16 GB para assinantes do plano iPhone Total. Dependendo do plano, no entanto, o custo total do aparelho pode chegar a R$ 1.899 (8GB) ou R$ 2.199 (16GB).

Foto: Renato Bueno/G1

Na madrugada, clientes lotam pequena loja da Vivo para comprar iPhone. (Foto: Renato Bueno/G1)

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Sep 22

Uma equipe de cientistas britânicos reconstruiu um protótipo de uma geladeira ecológica inventada pelo físico Albert Einstein em 1930, que tem a vantagem de não se alimentar de eletricidade.

Os refrigeradores modernos são prejudiciais para o meio ambiente, pois funcionam mediante compressão e expansão dos gases fréons, que contribuem para intensificar o efeito estufa.

Com o aumento do nível de vida em muitos países em desenvolvimento, cada vez mais refrigeradores são vendidos, o que amplia a chegada à atmosfera desses gases, mais prejudiciais que o dióxido de carbono.

Na tentativa de amenizar essa situação, Malcolm McCulloch, um engenheiro elétrico de Oxford que se dedica às tecnologias ecologicamente corretas, coordena um projeto de três anos para o desenvolvimento de mecanismos que podem ser utilizados sem eletricidade, informou hoje o jornal “The Observer”.

Pressão dos gases

A equipe que dirige fabricou o protótipo de um refrigerador patenteado em 1930 pelo físico atômico húngaro Leo Szilard.

O projeto, que só utilizava gases à pressão para congelar os alimentos, foi aplicado parcialmente nas primeiras geladeiras domésticas, mas a tecnologia foi abandonada quando outros compressores mais eficazes ganharam popularidade no meado do século passado.

O modelo inventado por Einstein e Szilard não requer os gases fréons: usa apenas amoníaco, butano e água, e aproveita o fato de os líquidos ferverem a temperaturas inferiores quando a pressão do ar é menor.

“No pico do monte Everest, a água ferve a uma temperatura muito inferior à do nível do mar”, explica McCulloch.

O aparelho contém um vaporizador, um recipiente que contém butano. “Caso se introduza vapor nele, a temperatura em que a água ferve diminui, e, com isso, rouba energia do entorno, o que produz o efeito de refrigeração”, acrescenta o cientista.

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Sep 18

Pesquisadores da Universidade de Standford, nos Estados Unidos, testaram nesta segunda-feira (15) um helicóptero com 1,2 metro de comprimento que voa sozinho. A máquina, provida de inteligência artificial, fez diversas manobras no campus e deu até piruetas no ar.

Foto: Reuters

Fumaça mostra o movimento feito pelo helicóptero. (Foto: Reuters)

Cada um desses aparelhos – equipados com GPS, câmera, acelerômetro e giroscópio — está avaliado em US$ 4 mil e pode ser adotado futuramente em missões militares. O produto ainda não está disponível para compra.

Foto: Reuters

Estudantes fizeram demonstração de vôo autônomo nesta segunda-feira (15) (Foto: Reuters )

O sistema de inteligência da máquina permitiu que ela aprendesse a voar “sozinha”. Isso depois de seu sistema analisar os comandos dados a uma aeronave parecida, controlada por humanos. O chamado algoritmo de aprendizado foi desenvolvido pela equipe do professor Andrew Ng, do laboratório de inteligência artificial de Standford, e permite que máquinas aprendam com base na observação.

Foto: Reuters

Cada aparelho está avaliado em US$ 4 mil. (Foto: Reuters)

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