Mar 02

Ford

Design típico dos novos Ford vai inspirar próxima geração do EcoSport

O Ford Kuga não é exatamente uma novidade. Mas você não deve tê-lo visto exibindo esta placa preta da argentina. Aliás, vá se acostumando a associar o Kuga e Argentina. Vamos logo dar uma boa notícia: a fábrica planeja fabricar o jipinho na unidade de produção em General Pacheco. No país vizinho, as razões para produzi-lo na região são obvias. O segmento de utilitário-esportivos segue em franca expansão, e o principal, o Kuga compartilha a plataforma (C1) com o Focus – embora tenham carrocerias diferentes, o hatch e o utilitário esportivo tem 70% de peças comuns. Ele será posicionado num patamar de preço entre o EcoSport e o Edge, ou seja, vai brigar com o Chevrolet Captiva, Honda CR-V, Toyota RAV4 e Hyundai iX35, entre outros.

Segundo fontes ligadas à Ford o Kuga poderia começar a ser feito no Mercosul em seis meses. Contudo, de acordo com os cálculos mais conservadores, ele deve chegar só em 2011. Mas nossa ansiedade não permitia esperar tanto. Fomos à Argentina, mas especificamente às praias de Pinamar, na província de Buenos Aires, para acelerar o modelo que começa a ser vendido por lá dentro de algumas semanas. Por enquanto, vindo da Europa.

Ford

Com a força do motor 2.5 turbo, o Kuga mostrou valentia nas dunas
À primeira vista, o Kuga surpreende pelo visual. A estética deriva da filosofia do Kinetic Design, essa escola de desenho que ninguém da Ford sabe explicar com palavras claras, mas que traz resultados muito atrativos. : basta recordar os novos Mondeo, S-Max e Fiesta europeus. A dianteira é dominada por uma grande entrada de ar trapezoidal na parte de baixo, faróis estilizados e capô com vincos que dão ao Kuga um ar agressivo. De perfil, destacam-se as grossas molduras de rodas, a pequena saída de ar, a linha de cintura que se eleva até chegar à tama traseira e as rodas de aro 17. O primeiro modelo apresentado á imprensa argentina, em dezembro passado, tinha rodas de aro 19, com desenho mais bonito que as do carro das fotos. Mas essa roda não é oferecida nem como opcional, uma pena.

A parte traseira transmite solidez, reforçada pelo spoiler e pela dupla saída de escapamento. A tampa do porta-malas tem um sistema de abertura em dois estágios. O aspecto geral de robustez guarda seu segredo nas dimensões. Com 4.44 metros de comprimento, o Kuga é o mais curto do seu segmento, mas, ao mesmo tempo, é o mais largo. Por dentro, o comprimento limitado faz com que o Ford não possa ter uma terceira fileira de bancos. A Maior largura, porém, proporciona boa acomodação para os passageiros do assento traseiro. O porta-malas de 360 litros de capacidade (ampliado até 1.355l quando se rebatem os bancos) também é pequeno se comparado aos concorrentes. Para se ter uma ideia, o CR-V leva 524 l e o RAV4, 540 l .

Ford

Porta-malas pode ser aberto de duas maneiras

A lista de equipamentos do Kuga Trend (com câmbio manual de seis marchas) é bem completa: tem freios ABS, controle de tração e estabilidade, air bags frontais e laterais, controlador de velocidade de cruzeiro e sistema de áudio da Sony com controle por voz. A versão topo de linha Titanium vem apenas com transmissão seqüencial de cinco marchas e agrega teto panorâmico de vidro (que não abre), ar-condicionado digital e sensor de estacionamento traseiro. O acabamento de couro é opcional, com bancos dianteiros que podem ser aquecidos. Embora divida com o Focus diversos componentes internos – como o volante, o sistema de som e numerosos comandos – , há uma grande diferença na qualidade de revestimento das portas e do painel. No Kuga, o plástico é mais agradável ao tato de de melhor qualidade. Mas vale lembrar que o modelo avaliado ainda é o europeu.

O motor 2.5 turbo é o mesmo utilizado no Focus ST da Europa e em diversos modelos da Volvo. Com comando variável e injeção direta, entrega 200 cv e 32,6 kgfm de torque entre 1.600 rpm e 4.000 rpm. A tração integral utiliza sistema Haldex, uma embreagem hidráulica multidisco que envia a força do motor ás rodas traseiras quando as dianteiras patinam. Se for necessário, antes de arrancar, 3% do torque podem ser enviados ao eixo traseiro – ideal para sair de um atoleiro. Diferente do EcoSport, porém, no Kuga não há opção de bloquear a divisão de tração em 50% para cada eixo.

Ford

Acabamento da versão europeia usa materias melhores que os do Focus argentino

A posição de dirigir é bom cômoda e elevada, típica de um utilitário esportivo. O volante regula em altura e profundidade. Se você acha, como a gente, que o Focus tem a melhor dirigibilidade do segmento, então acredite: O Kuga conquista o mesmo título. A suspensão e confortável, a direção eletro-hidráulica é muito precisa e na cidade o jipinho de move com agilidade, como se fosse um carro menor. Mas, assim como herdou do Focus as virtudes, o mesmo podemos dizer sobre os descuidos, como o capô que só abre por fora (e com chaves) e o estepe fino, de uso temporário.

Durante o tempo em que andamos pelas Dunas de Pinamar, o Kuga mostrou fôlego. A segunda marcha era suficiente para enfrentar os montes e escapar com facilidade das áreas com areia branca. Mas não se iluda: o Kuga não é um veículo para correr rali Dakar. É um carro divertido para o trânsito urbano, tem potência suficiente para ser um grande estradeiro e cumprirá sem problemas os desafios de passeios familiares nas escapadas de férias. Importado da Alemanha e vendido na Argentina apenas nas versões mais caras, o Kuga terá volume de vendas bastante limitado, diz o pessoal da Ford. Quando feito em General Pacheco – com mais ofertas de motores e versão 4×2 – terá todas as condições de ser a referência no segmento.

Mar 02

Reprodução Internet

Carroceria verde chama atenção para o sistema híbrido ecologicamente correto da Ferrari 599 GTB Fiorano
Conforme anunciou há algumas semanas o presidente da Ferrari, Luca de Montezemolo, o primeiro modelo híbrido da Ferrari será mesmo um 599 GTB Fiorano. As imagens do superesportivo caíram na rede, publicadas por um usuário de um fórum de fãs da marca.

O modelo traz a carroceria verde, bastante chamativa e que deverá ser um dos grandes destaques do Salão de Genebra, que abre as portas no próximo dia 4. As imagens mostram que o modelo terá rodas e teto pintados de preto. E como será montado o trem de força.

Reprodução Internet

Motor a combustão e elétrico estão posicionados na traseira da Ferrari

Reprodução Internet
O superesportivo terá motor 6.0 V12 de 620 cavalos, que junta sua potência a outro elétrico, montado na traseira. Esse último rende 100 cv de potência e 15,2 kgfm de torque e recebe energia das baterias de íons de lítio, distribuídas no assoalho da Ferrari.

Além disso, o modelo trará freios que reaproveitam a energia das frenagens. O sistema tem funcionamento muito parecido com o do recurso KERS, utilizado na Fórmula 1 na temporada passada. Ainda não se sabe quando o modelo chegará ao mercado europeu, o que deve ser anunciado durante o Salão de Genebra (Suíça).

Mar 02
Sendi Moraes

Ford Focus

Demorou, mas a Ford lança a versão equipada com motor 2.0 bicombustível do Focus. O carro chegou ao mercado há cerca de um ano e meio e apenas agora pode ser encontrado na versão dois litros flex. Os preços partem de R$ 56.570, que corresponde à versão hatch GLX com câmbio manual. E chegam a R$ 71.900, no caso do sedã topo de linha com câmbio automático.

Depois que recebeu preparação para poder beber álcool, o motor 2.0 Duratec passou a render até 148 cavalos, potência que cai para 143 cv apenas com gasolina no tanque. Confira abaixo os demais preços da linha Focus 2.0 divulgados pela Ford.

Sedan

2.0 flex GLX manual: R$ 58.570
2.0 flex GLX automático: R$ 63.100
2.0 flex Ghia manual: R$ 67.450
2.0 flex Ghia automático: R$ 71.900

Hatch

2.0 flex GLX automático: R$ 61.100
2.0 flex Ghia manual: R$ 65.450
2.0 flex Ghia automático: 69.900

Via: AUTOESPORTE

Nov 04
 Divulgação

Golf Black Edition

Depois do Golf Silver Edition a Volkswagen lança o Black Edition, série limitada do modelo que vem pintado de preto e uma série de detalhes exclusivos. Entre eles estão itens como faróis com lentes escurecidas, bancos forrados com tecido “Bionic” e painel central com detalhes de aço escovado, material também usado nos pedais, nos puxadores das portas e nas soleiras. O carro chega com preço sugerido de R$ 63.950 com motor 2.0 flex de 120 cavalos.

Para ressaltar a esportividade, as rodas são de aro 17 montadas em pneus 225/45 e os frisos laterais pintados na cor do carro vêm com a inscrição “Black Edition”. Assim como acontecida com a extinta versão GTi, essa série especial conta com instrumentação com fundo branco, sistema de som com entradas USB e para iPod, sensores que ajudam nas manobras, duplo air bag, freios ABS e câmbio automático seqüencial de seis marchas.

 Divulgação

Instrumentação vem com fundo branco, como na extinta versão GTi, da qual o Black Edition também herdou o volante
Oct 23

Compacto chega com visual renovado em novembro

Da redação // Fotos: Marcos Camargo

Marcos Camargo

Novo Volkswagen Fox

Este é o novo Volkswagen Fox. O modelo passou por uma reestilização considerável, a fim de ganhar fôlego na briga contra Renault Sandero, Fiat Punto e o recém-chegado Chevrolet Agile. Seu visual ganhou traços mais retos, acompanhando o desenho de lançamentos da marca na Europa, como o Polo. Sua dianteira é a que mais chama atenção pelas mudanças, com uma grade maior e faróis angulosos.

A lateral traz poucas mudanças, embora seja possível notar alterações no retrovisor. A traseira agora conta com vincos sobre a tampa do porta-malas, que acompanham o novo conjunto de luzes. O pára-choque também foi reformulado, ficando com um ar mais esportivo.

Marcos Camargo

É no interior que concentram-se as principais modificações. Fim ao antigo painel de instrumentos pequeno, que deu lugar a um conjunto com mostradores maiores e melhor dispostos. O console central também ganhou novo desenho, assim como as saídas de ar . O Fox agora tem porta-luvas com tampa e novo acabamento, utilizando um novo tipo de plástico.

O compacto continuará contando com motor 1.0 e 1.6, este último apenas na versão quatro portas. Os preços ainda não foram divulgados pela Volkswagen.

A Autoesporte já testou o modelo, colocando o novo Fox lado a lado com Sandero, Punto e Agile. Para saber como ele se saiu, basta conferir na revista Autoesporte de novembro, que já está nas bancas.

Marcos Camargo

Via:AutoEsporte

Sep 15

A mais importante feira automobilística do mundo – o Salão Internacional do Automóvel (IAA, sigla em alemão) – realizada na cidade de Frankfurt, na Alemanha, vai abrir suas portas nesta terça-feira (15) para a imprensa para apresentar as mais modernas (e limpas) tecnologias, além de mostrar as tendências que devem nortear o setor nos próximos anos. Com o slogan “Viver o que se move” (“Erleben, was bewegt”, em tradução livre), a 63ª edição do evento será

Estande da Peugeot (Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters)

aberta ao público nesta quinta-feira (17) pela chanceler alemã, Angela Merkel.

Com 753 expositores de 30 países, o salão terá 82 lançamentos mundiais, número pouco inferior ao da última feira, em 2007. A grande aposta das montadoras está nos modelos esportivos de alta performance, assim como

Funcionário prepara a instalação dos pneus deste Opel Astra (Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters)

nos modelos elétricos e híbridos, que devem ser tema de grande destaque durante o salão.

“Os visitantes da IAA poderão vivenciar o que garante hoje uma mobilidade sustentável. Ao mesmo tempo eles verão o que move o futuro do automóvel”, afirma Matthias Wissmann, presidente da Associação da Indústria Automobilística da Alemanha (VDA), organizadora do evento. Ele chama a atenção principalmente para “os interessantes estudos e

Carro da Wiesmann é descoberto no estante da empresa (Foto: Michael Probst/AP)

carros-conceito da era da mobilidade elétrica”. As montadoras alemãs, por exemplo, apostam no segmento tanto para carros tradicionais quanto para os esportivos.

“Nos últimos dois anos nós colocamos essa estratégia em prática e conseguimos reduzir significativamente a emissão de CO2 dos nossos veículos. Em 2007, ela caiu em 2% e, no ano seguinte, 3%. E essa tendência irá continuar em 2009 e 2010”, afirma Wissmann. “Muito daquilo que há dois anos ainda era coisa do futuro, atualmente já faz parte de planos concretos de produção ou está até mesmo circulando nas nossas ruas”, completa.

Funcionário dá os últimos retoques no Audi R8 (Foto: Ralph Orlowski/Reuters)

Elétricos nas ruas

O desenvolvimento dos carros elétricos anda a passos largos, segundo o presidente da associação. Ainda neste ano devem ser entregues os primeiros 100 Eletro-Smarts, da Daimler, para o projeto “e-mobility Berlim”. O grupo BMW, por sua vez, já entregou em Los Angeles e Nova York os primeiros 500 Mini-E para testes nas ruas e outros 50 devem chegar a Berlim nas próximas semanas.

Foto: Michael Probst/AP

Smart elétrico é pendurado na entrada do centro de exposições (Foto: Michael Probst/AP)

As novidades do salão

Entre eles estão os modelos A3 1.2 TFSI, que apresenta um novo e econômico motor de quatro cilindros, o A4 3.0 TDI clean diesel quattro, ambos da Audi. Já a BMW apresenta os modelos X1 e X6 Hybrid, 320d Efficient Dynamics Edition – que emite 109 g/km de CO2 –, o GT Gran Turismo e o Active Hybrid 7. Já a Mercedez-Benz apresenta o híbrido classe B F-Cell, o classe E T-Modell, que em sistemas de segurança, assim como o SLS AMG, que retoma a abertura de portas no formato de “asa-de-gaivota”. O esportivo vem nas
versões a combustível e elétrico.

Além do novo Astra, a Opel também apresenta seu veículo elétrico Ampera. Já a Porsche irá expor os modelos 911 GT3 RS, 911 Turbo e 911 Sport Classic em uma série limitada de 250 exemplares, assim como o Panamera, disponível do mercado desde o dia 12 de setembro. A Volkswagen, por sua vez, irá mostrar ao mundo o modelo considerado o menos poluente da atualidade, o Polo BlueMotion 1.2 TDI, que emite 87 g/km de CO2. Também estão entre as novidades o Peugeot RCZ, Ford Tourneo Connect BEV, Fiat Evo, Ferrari 458 Italia, Hyundai Tucson ix35, Citroën DS3 e o Renault Fluence.

Via:g1

Sep 04

Via: AUTOESPORTE

Você pode não se apaixonar por este Porsche no primeiro olhar, por causa do estilo da traseira, mas após três dias e 600 km a opinião costuma mudar…

Hairton Ponciano Voz, de Munique

Divulgação

Porsche Panamera

A gente se conheceu na internet. No início, eu sabia muito pouco sobre ela. Depois, vieram alguns desenhos evidenciando sua silhueta. Finalmente, depois de muito suspense, apareceram as fotos. Como sempre ocorre nesses casos, chega uma hora em que é preciso trocar o virtual pelo real e marcar um encontro. Em casa, dei uma desculpa qualquer. Disse que tinha um lançamento da Porsche na Europa e me mandei. Na manhã seguinte, ao descer no aeroporto de Munique, ela estava lá, me aguardando. E a primeira impressão não foi das melhores… Eu tinha certeza que ela era uma máquina. Mas o problema estava no visual, especialmente na traseira.

Comecei chamando o Porsche Panamera de máquina, assim mesmo, no feminino, porque antes de mais nada qualquer carro da Porsche é uma máquina de respeito. E o Panamera não seria exceção. Mas o grande (4,97 m) cupê de quatro portas chega acompanhado de certa polêmica. E ela está no desenho da traseira. O Marcus (Vinicius Gasques, diretor de redação da Autoesporte) já tinha visto o carro ao vivo na Alemanha (há cinco meses) e logo em seguida na China, durante o Salão de Xangai (lançamento mundial do carro). Em ambas as oportunidades, voltou criticando o visual. Eu precisava tirar minhas próprias conclusões. E não é que o chefe tinha razão? (Juro que não estou puxando o saco.)

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Primeira vista: antes de assumir o volante, dei algumas voltas ao redor do carro exposto no aeroporto de Munique. A dianteira lembra a do 911. Portanto, até aqui, tudo bem. De lado, a metade da frente também agrada. O capô é longo e baixo. As belas rodas deixam à vista os grandes discos e as enormes pinças de freio. O carro é baixo (1,42 m), tem o para-brisa bem inclinado e linhas sinuosas bem elegantes. Mas conforme a gente vai virando o pescoço e chega à coluna traseira, o sorriso diminui. Tanto a coluna como a curva da tampa traseira não me pareceram muito simpáticas. Não foi amor à primeira vista. Mas, já que eu estava lá, aceitei o convite para conduzir o Panamera até um hotel aos pés dos Alpes, quase na divisa com a Áustria. Os cerca de 150 km de percurso, incluindo trechos de autobahn (uhu!), seriam uma oportunidade para a gente “se conhecer melhor”.

Aí as coisas começaram a mudar um pouco. No primeiro teste, o Panamera passou. Achei que o porta-malas (432 litros) não acomodaria a bagagem de três pessoas. Ajeita daqui, muda dali, as três malas e as três mochilas couberam. Aí foi só apertar o botão da tampa, esperar o fechamento automático e rumar para a estrada.

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No Panamera Turbo, o aerofólio movimenta-se para cima e também para os lados. O som do escape pode ser alterao a um toque do botão

O Panamera chega com duas opções de motor, ambos 4.8 V8 (do Cayenne). O aspirado rende 400 cv e está nas versões S (tração traseira) e 4S (integral). O turbo (versão do mesmo nome) libera 500 cavalos. Foi a bordo desse que a gente travou o primeiro contato.

Embora muito potente, o Panamera é bastante silencioso – para um carro capaz de fazer 0 a 100 km/h em 4,2 segundos e alcançar 303 km/h, claro. O ruído do motor mal chega ao interior, mesmo que a gente fique provocando o acelerador e os botões do console central. Ainda bem que eu cheguei a este ponto da conversa: as objeções ao estilo do lado de fora não ultrapassam a porta. Por dentro, o design é show. O console que começa no painel estende-se até os bancos de trás, que são individuais (só para lembrar, estamos em um cupê de quatro lugares). Foi inspirado no console do Carrera GT, mas no Panamera o desenho dos botões lembra o teclado de telefone celular.

Paro no semáforo e o motor para de funcionar. É a função start-stop entrando em ação, para economizar combustível. Quando solto o freio, ele acorda. Aperto o botão Sport e percebo que a viagem será mais curta que o previsto. As marchas passam a ser trocadas em rotações um pouco mais elevadas, e a função start-stop é desativada. Antes de apertar os outros botões, uma pausa para falar do câmbio. O Panamera Turbo tem câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, o mesmo Porsche-Doppelkupplungsgetriebe que estreou no 911 no ano passado (viu por que a Porsche chama este câmbio simplesmente de PDK? Quando a gente consegue terminar de ler o palavrão, o carro já está em sétima marcha).

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A entrada de ar tem função estética nas versões S e 4S, mas serve para resfriar o intercooler no Turbo. As pinças de freio vermelhas identificam o modelo topo de linha

Pressiono o botão Sport Plus e descubro outro Panamera. As acelerações tornam-se mais estúpidas, e basta aliviar o pé do acelerador e relar no freio para sentir a redução instantânea de marcha, mesmo com o motor em alta rotação. Agora sim estamos em um superesportivo! Nessa condição, o torque sobe 10%, de 71,4 para 78,5 kgfm. As trocas são feitas em tempos menores e a suspensão ativa (a ar) fica mais firme. Só falta um ronco mais forte. Aperto outro botão no console, com desenho de escapamento, e aí não falta mais nada. O barulho muda para acompanhar o desempenho. A única crítica: não gosto do sistema de trocas manuais, no volante. No Porsche, as duas alavancas servem para aumentar ou reduzir marchas. Ainda acho mais natural reduzir do lado esquerdo e aumentar no direito.

À noite, no hotel, nenhum jornalista falou mal do desempenho, mas o chefe de design da Porsche, o norte-americano Grant Larson, teve de ouvir adjetivos como “controverso” e “horrível” relacionados à sua última criação. Larson, porém, não se abalou, como não se abateu no passado com as críticas sofridas no lançamento do Cayenne (lembra-se?). O designer explicou que o cupê de quatro portas teve de respeitar o DNA da marca: capô longo, entrada de ar volumosa, traseira “musculosa”, para-lamas largos…

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O quadro de cinco instrumnentos é semelhante ao do 911: conta-giros em destaque e velocímetro até 350 km/h

Segunda vista: depois dos 150 km do dia anterior, o segundo dia de testes com o Panamera previa um roteiro de mais 300 km serpenteando pelo sul da Alemanha e norte da Áustria. Parte dele eu fiz no banco de trás, curtindo o ótimo acabamento (couro) e o extremo conforto. Pode-se regular eletricamente os bancos (distância, inclinação, etc.), e também dá quase para esticar as pernas. Nem parece que estou no banco traseiro de um cupê. Isso é resultado direto do grande entre-eixos (2,92 m).

Ainda na parte de trás, o console tem comandos elétricos até para mexer no banco dianteiro direito, se a gente decidir que quer ainda mais espaço. Aproveitei para fechar e abrir as telas traseira e laterais (tudo por comando elétrico, claro), e também para curtir o ótimo som (desta vez não o do motor, mas o do sistema de áudio). A aparelhagem é fornecida pela alemã Burmester, e também tem altíssima potência. O Panamera Turbo vem com 16 alto-falantes e amplificador de 16 canais. Soma 1.000 Watts, e reproduz som de alta qualidade. A gente acaba concordando quando a Porsche diz que se trata da “sala de concerto mais rápida do mundo”.

No Porsche Panamera, a alta potência vai além do motor e da sonorização: o poder de frenagem chega a 1.700 cavalos, suficientes para estancar o cupê de 303 km/h a 0 em apenas 7 segundos!

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O show continua no banco de trás: muito espaço, bancos com ajuste elétrico e cortinas de acionamento elétrico na traseira e nas laterais

Quando retomei o volante, aproveitei o Panamera à minha frente para ir apreciando melhor a traseira, e com o tempo fui me acostumando ao estilo. Já não estranhei tanto como no dia anterior. Também fui vendo o comportamento do aerofólio. Ele é retrátil tanto no Panamera aspirado como no Turbo, mas neste último, além de subir e descer conforme a velocidade, ele também avança para as laterais.

A 250 km/h na autobahn, tudo o que se ouve é um leve rumor do motor e um ruído intermitente dos limpadores de para-brisa. Epa! Quase esqueço de dizer: queria chegar aos 300 km/h, mas chuva e alta velocidade não combinam nem ao volante de um Porsche, por causa do (alto) risco de aquaplanagem. Eu não pretendia conferir na prática se o carro tem mesmo oito airbags de série. A chuva proporcionou duas descobertas: os retrovisores fixados em posição mais baixa evitam acúmulo de sujeira de água nos vidros, melhorando a visibilidade. Outra coisa: acredite se quiser, mas o limpador traseiro do Panamera é opcional – como no Mille!

Terceira vista: no último dia de testes, na volta a Munique, bastou ficar mais um pouco atrás de um Panamera para me convencer de vez que o carro era belo e tinha forte personalidade. Ou seja, para quem estranhar o visual, sugiro um teste de três dias e 600 km. A despedida no aeroporto foi dolorosa. Mas a gente combinou de se ver no Brasil novamente em novembro, quando começam as vendas. A propósito, a Porsche espera vender por aqui cerca de 50 unidades do carro por ano (20 mil no mundo). Não revelou preço, mas não se assuste se a pedida for na faixa de R$ 700 mil.

Aug 27

Supercarro que entrará no lugar do F430 tem mais imagens reveladas

DA REDAÇÃO

 Divulgação

A Ferrari divulga mais fotos e o vídeo oficial do novo modelo 458 Itália, que substitui a F430 e tem o lançamento marcado para o próximo Salão de Frankfurt (Alemanha), no mês que vem. No vídeo, Paolo Pininfarina, um dos sócios do renomado estúdio de design que leva o sobrenome do executivo, explica como foi feito o desenho do novo supercarro.

 Divulgação

Nova Ferrari 458 Itália e ação, antes de ser apresentada em Frankfurt (Alemanha), no mês que vem

Além das novas imagens, a marca italiana soltou um comunicado que revela mais alguns detalhes da 458 Itália. Um deles é que as tradicionais alavancas de acionamento dos piscas laterais e do limpador de para-brisa foram abolidas, sendo substituídas por teclas no volante, que passa a ter uma série de outros comandos, inclusive do sistema de som.

 Divulgação

Repare que no lugar das alavancas de acionamentos dos piscas e do limpador de para-brisa há teclas no volante
Aug 25

Via:AutoEsporte

Versão conversível do Granturismo começa a ser vendida em 2010

Da Redação

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Maseratti GranCabrio

A versão conversível do Maserati Granturismo finalmente foi mostrada. As primeiras fotos do modelo, que recebeu o nome de GranCabrio, foram divulgadas hoje pela marca italiana, preparando os ânimos dos entusiastas para sua revelação completa no Salão de Frankfurt, em setembro.

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E há razão de sobra para o entusiasmo. O GranCabrio é o primeiro conversível de quatro lugares da história da montadora, que contou com a experiência do Studio Pininfarina para fazer o desenho do carro. Segundo a Maserti, o modelo conta com outras marcas invejáveis, como a de maior entre-eixos do segmento. “São quatro assentos apropriados, de forma que os passageiros de trás não são apenas coadjuvantes, mas co-estrelas da jornada”, declara a marca.

Seu motor será um 4.7 V8 de 439 cv de potência. As vendas do GranCabrio começam no início de 2010.

Divulgação

Jul 24

O Kia Soul, lançado no mercado mundial em 2008 e fabricado na Coreia do Sul, chega às lojas no Brasil nesta sexta-feira (24). O modelo, definido pela marca coreana como um crossover urbano, mira o Ford EcoSport, o Volkswagen CrossFox, Renault Sandero Stepway e as minivans Honda Fit, Nissan Livina e Fiat Idea Adventure e Doblò.

O principal trunfo do Soul

para fazer frente à extensa lista de concorrentes é o preço. Por aqui, a Kia oferece cinco versões que partem de R$ 51.490, com câmbio manual, e de R$ 60.900, com câmbio automático. Todos os modelos saem de fábrica com ar condicionado, travamento das portas, vidros e retrovisores elétricos, airbag duplo, rádio MP3 player com entrada auxiliar e comandos no volante, sistema de som com 5 alto-falantes e tweeters, banco do motorista e volante com regulagem de altura.

Entre os opcionais são oferecidos rodas de 18 polegadas, freios ABS com EBD e câmera com visor LCD para marcha à ré no retrovisor que é inédito entre os rivais. Com todos os equipamentos disponíveis o preço sobe para R$ 59.900 na versão manual e R$ 64.900 no modelo automático.

Foto: Divulgação

Principal trunfo do Soul é o preço, a partir de R$ 51.490 (Foto: Divulgação)

A marca também aposta no desenho da carroceria para consquitar consumidores no país. “Ao desenvolver uma pesquisa de opinião durante o Salão Internacional do Automóvel de 2008, com cerca de 620 entrevistados, já tínhamos plena convicção de que o Kia Soul despertaria muita atenção no mercado brasileiro. O nosso carro teve 97% de aprovação no quesito design”, afirma o presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini. Ao todo são nove opções de cores e as versões poderão ser personalizadas com acessórios oferecidos nas lojas da marca.

Sob o capô, o lançamento traz o motor 1.6 16 V de 124 cv a gasolina. Segundo a fabricante, o propulsor – que faz em média 11 km/l, na cidade, e 13 km/l, na estrada – será flexível em 2010. “É um motor econômico, mas no mercado brasileiro não podemos descartar o flex”, diz Gandini. “O propulsor já está sendo homologado e deverá equipar o modelo no ano que vem”.

Além do crossover, o presidente da Kia confirmou o propulsor bicombustível também para o Sportage, Picanto e o novo Cerato que deverá ser apresentado pela marca até o final deste ano e será equipado com o mesmo motor do Soul. “Por enquanto só iremos oferecer a versão 1.6, mas caso haja necessidade vamos estudar também a vinda do propulsor 2.0”.

O Soul chega com a missão de mudar a história da Kia no Brasil. A estimativa de vendas inicial no país é de 600 unidades por mês, somando 3 mil veículos até o final de 2009. Segundo Gandini, dependendo da aceitação do mercado, o projeto da fábrica da marca sul-coreana no país pode finalmente sair do papel. O terreno já foi comprado na cidade de Salto, interior de São Paulo, mas o início da construção foi adiado devido à crise econômica mundial e, por enquanto, não há previsão de retomada do investimento.

Foto: Divulgação

Todos os modelos saem de fábrica com ar condicionado (Foto: Divulgação)

VIA: G1

Jul 11

E Autoesporte confirma: trata-se do Spark que chega em 2012

Lucas Litvay

Chevrolet Spark (projeção: Ricardo Tadeu)

Executivos da General Motors confirmaram ontem (9/8) ao presidente Lula investimento de US$ 1 bilhão na fábrica de Gravataí (RS) para a produção de um veículo”econômico” que será lançado em 2012. Os dirigentes deixaram escapar ainda que o novo modelo usará uma nova plataforma com tecnologia coreana. E Autoesporte confirma: se trata do Chevrolet Spark, conforme antecipamos na edição de julho. Na reportagem de Autoesporte tivemos acesso aos planos secretos da GM dos quais pudemos antecipar, em primeira mão, os novos produtos que a fabricante lançará no país nos próximos três anos. Quer saber mais? Corra às bancas e confira as novidades.

De todos os projetos, o Spark (que foi desenvolvido pela Daewoo, subsidiária sul-coreana da GM) é, sem dúvida o mais importante. Afinal, caberá ao novo compacto a vaga de modelo de entrada da marca (na faixa de R$ 25 mil). A nova geração do carrinho será vendida em mais de 100 países e sua estreia mundial está marcada para o ano que vem na Ásia. O Spark tem praticamente o mesmo tamanho do Fiat Uno, com 3,64 m e entreeixos semelhante ao do Palio com 2,37 m.

Chevrolet Spark (projeção: Ricardo Tadeu)
Jul 02

VIA:AUTOESPORTE

Eles já tiveram seus dias de glória. Agora atacam pelas beiradas

Carlos Guimarães//FOTOS Ivan Carneiro

Ivan Carneiro

Os dois sedãs receberam reformas visuais recentes, mas a última novidade é que o Bora passou a aceitar álcool no tanque

Na década passada, muita gente sonhou em ter um Vectra ou um Bora na garagem. Tinham desenho arrojado para a época, equipamentos modernos e acabamento de primeira. Mas o tempo passou e os dois sedãs perderam boa parte do prestígio que tinham. Porém, apesar da forte concorrência das novas gerações de Civic, Corolla e companhia, ambos ainda estão na ativa, depois de passarem por uma série de plásticas e receberem toda a preparação para aceitarem álcool no tanque, o que é novidade no Volkswagen da linha 2010. Com a boa relação custo-benefício como principal trunfo, os dois ainda são boas opções no segmento de sedãs médios. Considerando as versões com câmbio automático, o Bora tem preço sugerido que parte de R$ 57.990, valor que sobe para R$ 60.136 no caso do Vectra.

Ivan Carneiro

Apesar de veteranos, os dois ainda são bons de curva

Não que esses veteranos sejam pechinchas, mas são opções a serem consideradas para quem quer conforto, mas não quer gastar mais de R$ 60 mil. De qualquer forma, fazia tempo que não aparecia uma dupla de sedãs aqui na editora para um duelo exclusivo para o site. O primeiro a chegar foi o Bora, para infelicidade do Vectra. Por quê? Explico: depois de ter avaliado o Volkswagen, por quase uma semana, com o novo câmbio de seis marchas, ar-condicionado digital e rodas de liga-leve de aro 16”, passei a testar a mais modesta caixa de quatro velocidades do GM, que ainda tem sistema de climatização simples e rodas de aro 15” cobertas por calotas. Foi um mau começo para o GM, que convence apenas por ser mais espaçoso, tanto para os ocupantes quanto para suas respectivas bagagens. São 2,7 metros de entreeixos do Vectra ante 2,5 m do Bora, cujo porta-malas leva 455 litros contra 526 litros do GM. Mas isso não foi o suficiente para tirar a vitória do Volkswagen.

Ivan Carneiro

Calotas num carro que custa R$ 60 mil? A GM diz que sim

Tudo bem que aquela frente para chinês ver do Bora não é das mais sedutoras, mas nada como um conjunto mais moderno para tirar um pouco mais de desempenho. Além disso, as duas marchas a mais do Volkswagen diminuem os trancos entre as trocas e permitem manter o motor em rotação mais baixa, o que diminui o consumo e o nível de ruído. Pisando de leve no acelerador, o Bora consegue manter o motor próximo dos 2.000 rpm, mesmo em torno de 100 km/h. Outra vantagem do sedã da marca alemã é o melhor monitoramento eletrônico do câmbio, que consegue se adaptar com rapidez ao estilo de dirigir de cada motorista. Em contrapartida, pelo menos quando abastecido com álcool, as seis marchas não conseguiram segurar o consumo do Volkswagen. Na cidade, fez uma média de 4,9 km/l. Como o Vectra veio abastecido com gasolina, não houve como fazer uma base de comparação.

Ivan Carneiro

Mesmo com 20 cavalos a menos de potência, o Bora tem desempenho melhor que o Vectra ajudado pelo câmbio de seis marchas

Ivan Carneiro

Bela foto, mas não se engane: o interior do Vectra é simples

É também por causa do câmbio mais moderno que o Bora acelera mais rápido que o Vectra, mesmo com 20 cavalos a menos (120 cv ante 140 cv). Segundo os números das fabricantes, o Volkswagen vai de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos, ante 11,8 s do GM. Aliás, no quesito desempenho, a vantagem fica sempre a favor do sedã da marca alemã, inclusive mas retomadas, apesar do concorrente ter um pouco mais de torque (19,7 ante 18,4 kgfm).Pise fundo no pedal da direita antes de uma ultrapassagem e vai perceber que o Bora deslancha com mais facilidade. Se estivesse numa pista fechada e continuasse pisando em uma reta plana, o Vectra ficaria para trás com 189 km/h ante 196 km/h do rival, conforme dados de fábrica. E ficou claro que ambos perderam o rodar silencioso de quando eram jovens. No GM, a principal causa do problema é o acabamento sem capricho, no Volkswagen, a falta de isolamento acústico, uma pena para um carro tão bem equipado e merecia ser mais silencioso.

Ivan Carneiro

Por dentro, até que o Bora disfarça bem o peso da idade

Aliás, ao volante do Bora a sensação de conforto e sofisticação é maior que no Vectra principalmente pela diferença do nível de equipamentos. Mesmo sendo mais em conta que o GM, no Volkswagen há computador de bordo, sistema de som integrado ao painel com entradas USB e para iPod, ar-condicionado digital e padronagem de revestimento do interior de melhor qualidade. O único item que o Vectra tem e que o concorrente fica devendo é o controlador da velocidade de cruzeiro (“piloto automático”). Mesmo considerando que o GM foi avaliado na versão de entrada, um carro que custa R$ 60 mil poderia vir, pelo menos, com rodas de liga-leve no lugar de calotas, computador de bordo e com algum sistema de som de boa qualidade. Por essas e outras é que o Bora sai vitorioso nesse duelo de galãs recauchutados, como aqueles que aparecem de vez em quando nas novelas, mas que já foram o centro das atenções em um tempo que não volta mais.

Jun 21

Com apenas 400 quilômetros rodados, usado custa mais que nova versão

Da Redação

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Bugatti Veyron, o carro de rua mais rápido do mundo

A primeira unidade do carro mais rápido do mundo está a venda, e ele pode ser seu por US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 5 milhões). Basta ir até Beverly Hills, na costa oeste dos Estados Unidos, e perguntar pela concessionária que possui o Bugatti Veyron de número 001 em sua vitrine. Trata-se de um usado em ótimo estado, fabricado em 2005 e com apenas 643 quilômetros marcados em seu hodômetro.

Com seus impressionantes 1.000 cv de potência, o Veyron é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 2,4 segundos, chegando a uma velocidade máxima de 400 km/h. Tudo graças ao design aerodinâmico e às peças em fibra-de-carbono, além do musculoso motor 8.0 W16 de 127,47 kgfm de torque. Tudo isso acoplado a um câmbio de 7 marchas e dupla embreagem.

Claro que o dono está tentando conseguir um ganho extra com a numeração do já raro carro, cuja produção foi limitada a 200 unidades. Mas se ele pretende fechar negócio, talvez tenha que abaixar suas pretensões. O novo Veyron já está quase chegando ao mercado, e cada uma de suas 300 unidades custará cerca de US$ 1,5 milhão (algo em torno de R$ 3 milhões). Na nova linha do superesportivo estará, inclusive, uma versão conversível Grand Sport, capaz de chegar a 360 km/h com a capota abaixada, tornando-o o mais veloz carro de rua sem teto de todos os tempos.

Via:AUTOESPORTE

Jun 19

Apenas 560 unidades serão fabricadas com itens exclusivos

Da Redação

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Mercedes-Benz CLS Grand Edition

A Mercedes-Benz sabe como aproveitar o sucesso de seus carros, basta ver a edição especial do sedã CLS que a marca revelou hoje. Mantendo as principais características que tornaram o modelo um sucesso na Europa, a montadora acrescentou alguns detalhes extras para esta Grand Edition, que terá apenas 560 unidades vendidas no Reino Unido a partir de julho.

A edição limitada trará o mesmo motor a diesel CDI V6, mas com um adicional de 38 cv, o que eleva a potência do CLS para 275 cv. O torque também recebeu um acréscimo de 5 kgfm, o que permite a versão especial alcançar 100 km/h em 6,5 segundos, um ganho de meio segundo.

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O CLS Grand Edition terá cinco opções de cores, incluindo o Palladium Silver, nunca utilizado no modelo. As rodas são AMG de 18″ liga leve com acabamento em cinza Titanium. A grade frontal e o fundo dos conjuntos de luzes receberam acabamento em prata Palladium e os tapetes trazem um logotipo exclusivo da edição.

Para levar o modelo para casa os ingleses terão de pagar 48.445 libras (cerca de R$ 155 mil).

Fonte

Jun 12

O compacto da marca italiana chega ao Brasil em outubro

Victor Ferreira

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Sucesso na Europa dos anos 1950, Fiat 500 volta com um toque esportivo e antenado a novas tecnologias

Aquele 500 ou Cinquecento pequeno e simpático que conquistou a Europa na década de 1950 não existe mais. O que encontramos foi um compacto moderno, antenado e veloz. Aceleramos o Fiat 500 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Antes de ganhar a pista preferi descobrir suas facilidades e descobrir cada botãozinho do painel.

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Pilotar em Interlagos exige cuidado e capacete

O carro que chega ao Brasil em outubro vem antenado às novas tecnologias – CD/MP3 player com entrada USB e sistema Blue & Me, que conecta o celular ao carro via Bluetooth para realizar e atender chamadas com comandos no volante.

O modelo é bem compacto. Dependendo do tamanho do passageiro de trás, ele estará bem desconfortável. Mesmo com meus 1,80 metro de altura, não tenho o que reclamar da posição de dirigir. Consegui me acomodar bem. Além disso, gostei do acabamento. Detalhes na cor do carro, painel bem acabado, com conta-giros dentro do velocímetro e computador de bordo.

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O modelo chega ao Brasil em outubro.

A dirigibilidade é ótima. Pelo menos no Autódromo de Interlagos. O câmbio incorporado ao console central, mais alto que o normal e com seis marchas dá um toque esportivo ao 500. O motor 1.4, de 100cavalos, se mostrou veloz nas curvas de Interlagos, com boa arrancada nas saídas. Além disso, a embreagem é macia e os freios respondem rápido, sem perder a estabilidade. Claro que a pista do autódromo ajuda, mas o compacto da Fiat passa segurança para quem gosta de exigir mais do carro – mesmo não tendo um motor tão potente.

De resto, o 500 é charme, sobretudo quando usamos o nome em italiano: Cinquecento. A simpatia do “carrinho” da década de 1950 aliada a esportividade e tecnologia fizeram um novo Fiat 500 que pode fazer algum sucesso no Brasil. Uma coisa é certa: custará bem menos que seu concorrente Mini Cooper. Algo em torno de R$ 65 mil.

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O câmbio incorporado ao console central, próxmo ao volante, deixa o carro mais esportivo.